Sobre o EMdiálogo

 

Quem Somos?

O EMdiálogo é um portal criado para estimular o diálogo, articular parcerias e socializar conhecimentos e experiências que contribuam para a melhoria do ensino médio público. Como o nome já diz, este espaço tem como objetivo potencializar o diálogo de forma horizontal e transparente entre estudantes, professores, pesquisadores, comunidade escolar e demais interessados em contribuir para a construção de um ensino médio inclusivo e de qualidade.

O portal é formado por comunidades temáticas, onde seus colaboradores publicam textos, fotos, vídeos ou áudios que contribuem para que possamos conhecer cada vez mais as experiências positivas e os desafios colocados para a constante melhoria desta etapa do ensino. Estas publicações são apenas o primeiro passo para o grande diálogo que continua com a participação dos usuários no espaço dos comentários e na repercussão das discussões nas redes sociais.

Na sessão Biblioteca você encontra uma coleção de textos publicados que são importantes referências para quem deseja continuar aprofundando o conhecimento sobre o Ensino Médio e temas relativos à juventude. Lá você pode buscar o que você procura a partir do índice de temas, do tipo de documento ou pelo próprio formulário de busca.

Se você preferir, pode ainda navegar por todos os vídeos e áudios publicados nas comunidades EMdiálogo, é só clicar nos títulos Vídeo ou Áudio do menu superior do portal.

 

Como Participar?

A participação dos usuários é a chave para que o EMdiálogo possa alcançar seu objetivo de ser um espaço de desenvolvimento colaborativo do conhecimento, onde pessoas de todo o Brasil possam contribuir com suas opiniões, suas experiências pessoais e relatos de propostas educativas inovadoras no ensino médio. Existem atualmente três formas de participar do EMdiálogo:

Visitante

Como visitante você pode ler o que é publicado nas Comunidades EMdiálogo e conhecer tudo o que tem sido debatido aqui no portal, além de poder postar o conteúdo do site na redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut, ajudando assim a ampliar o diálogo pela web.

Usuário cadastrado

Você pode também criar um perfil no portal e fazer parte da rede EMdiálogo, contribuindo através de comentários nas postagens. Além disso, todo usuário cadastrado no portal pode inscrever-se nas comunidade em que deseja contribuir com novas postagens, tornando-se assim, um colaborador daquela comunidade. 

Colaborador

O usuário inscrito pode se tornar um colaborador de uma comunidade, podendo assim postar novos textos, vídeos ou áudios na comunidade em que esteja inscrito. É possível também sugerir uma nova comunidade, caso queira contribuir com um tema que ache importante para o diálogo com o Ensino Médio e que ainda não esteja sendo debatido no EMdiálogo. Para saber como sugerir uma comunidade clique aqui.

 

Cadastre-se no portal e participe do diálogo para a melhoria da qualidade do ensino médio no Brasil!

 

Histórico do EMdiálogo

O Portal Ensino Médio EMdiálogo é umas das três ações do Projeto Diálogos com o Ensino Médio, uma parceria do Observatório da Juventude da UFMG e do Observatório Jovem da UFF com a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação. O projeto Diálogos com o Ensino Médio constitui-se de três grandes ações que têm o objetivo de fomentar a interlocução entre os sujeitos diretamente envolvidos com o ensino médio (jovens alunos, professores, colaboradores etc), bem como a produção de conhecimento sobre este nível de ensino. Tais ações são:

1) Realização de um Curso de atualização “Juventude brasileira e Ensino Médio Inovador”, destinado aos profissionais das escolas públicas de ensino médio que desenvolvem atividades como articuladores de currículo do Programa Ensino Médio Inovador em diferentes estados e municípios brasileiros;

2)  Continuidade das atividades do Portal Ensino Médio EMdiálogo iniciadas no ano de 2009.

3) Elaboração e publicação de um livro temático por rede de pesquisadores sobre Juventude e Ensino Médio, que se destina aos/as professores/as das escolas de Ensino Médio no Brasil.

Em 2012, o Observatório Jovem da UFF e o Observatório da Juventude da UFMG ampliaram a rede de parceiros com mais quatro universidades públicas federais que manterão equipes de bolsistas (PROINFO) para a interlocução com escolas de suas respectivas regiões e animação das comunidades do portal. As novas universidades na rede EMdiálogo são: UFC, UFPA, UnB e UFSM.

No ano de 2013 a Rede de Universidades parceiras do Portal EMdiálogo se ampliou, tornando possível a extensão das ações do Projeto para diversas cidades brasileiras, onde atuam as Universidades envolvidas, através dos grupos de pesquisa e extensão responsáveis pelo Projeto em âmbito local. Fazem parte desta rede, hoje, as seguintes universidades: UFF, UFMG e UFSCar - Campus Sorocaba (região sudeste); UFC (região nordeste); UnB e UFG - Campus Catalão (região centro-oeste); UFAM e UFPA (região norte); UFPR e UFSM (região Sul).

A coordenação técnico-administrativa do Portal é feita em co-gestão entre os observatórios da UFF e da UFMG. A hospedagem é feita pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da UFF e a coordenação geral do Portal é feita pelo Observatório Jovem da UFF.

Comentários

imagem de Vinicius de Oliveira Gomes

REFLEXÃO E AÇÃO – PÁG. 14 Caderno V Matemática

Escola Estadual Padre Júlio Maria - Diretora: Maria da Luz Diniz
Av. Dr. José Grossi, s/nº - Santana do Tabuleiro/ Município de Raul Soares – SRE
Ponte Nova – e-mail: escola.129267@eduacacao.mg.gov.br
Fortalecimento do Ensino Médio
Orientador: Antônio Silvério Neto
Ediana Fernandes de Souza Dutra, Ana Cristina Damasceno Silvério, Célia Maria de Oliveira, Ederlúcio Luciano Dornelas, João Batista Costa, Leidimar Rosa Teixeira Domiciano, Maria Aparecida Batista, Maria do Carmo da Silveira Ferreira, Vinicius de Oliveira Gomes.

Fortalecimento do Ensino Médio
Introdução
A aprendizagem na sociedade atual tornou-se muito mais ampla e diversificada na busca constante de proporcionar novas possibilidades para que, a escola desperte e incentive a formação em um todo do educando.
As atividades de todos os componentes curriculares têm como objetivo acrescentar ao educando de forma participativa elementos essenciais que despertam um novo olhar, estimulando, valorizando e realizando ações educacionais e culturais dentro e fora da unidade escolar. Estas ações oferecem aos alunos do Ensino Médio, momentos de apreciação e aprendizado.
É papel de a escola ensinar e garantir ao aluno a liberdade de imaginar e edificar propostas pessoais ou grupais com base em intenções próprias. Esse papel motivador se aplica a partir do momento que cada pessoa envolvida coloca efetivamente as práticas dentro de sala de aula, independente da disciplina, assim pode-se dizer que não existem barreiras quando se quer ampliar os conhecimentos, não importa como, e sim vivenciá-las.
Na verdade, não estamos no mundo para simplesmente a ele se adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, deve usar toda possibilidade que tem, para não apenas falar de receitas pedagógicas, mas de participações de práticas coerentes.
Acredito que ensinar provém muitas indagações que provocam ao docente a necessidade de estar pesquisando e atualizando. Essa busca de inovações é constante que levará à reflexão e consequentemente a intervenções do professor na sua prática pedagógica.
Percebo que quanto mais o docente se atualiza e se apropria de novos conhecimentos e estratégias dinâmicas e atualizadas, vão contribuir com uma prática pedagógica mais eficaz para aprendizagem significativa do aluno.
A escola não é mais o centro formal de aprendizagem e nem a fonte total de conhecimento, existe hoje muitas formas de se aprender e também de ensinar. Nesse sentido, podemos destacar a informatização do conhecimento e inovação permanente. Como mostra MORAIS,
“Uma educação voltada à produção de novas ideias e novos conhecimento requer a ocorrência de processos intuitivos e criativos. A criatividade e a capacidade de inovação evidenciam o potencial do indivíduo para mudar, para crescer e aprender ao longo da vida. As capacidades de criar e inovar permitem organizar e reorganizar experiências, recombinando-as para constituírem um novo repertório existencial do indivíduo”.( MORAIS,1998).
O professor precisa ter acesso, apropriar-se e ter domínio dessas novas fontes a fim de poder ser um disseminador de sonhos através de orientação e incentivo. Para que possa fortalecer e desenvolver novas habilidades e novos pensamentos, a escola busca possibilidades de uma formação cultural mais dinâmica. Portanto, é preciso que professores, alunos e comunidade estejam abertos e propensos a assimilar essa nova forma de aprender.
Acredita-se na importância de quaisquer tipos de estudos como forma de que contribuição para o resgate, a reflexão e o fortalecimento da aprendizagem.
Referencia bibliográfica
MORAIS, Maria Cândida. Novas Tendências para uso das tecnologias na Educação. Disponível:em.Acessoem 10?12?2009.

imagem de Maria Neiva de Araújo Maftum

Reflexão e Ação – pág 42 – Atividade coletiva

Reflexão e Ação – pág 42 – Atividade coletiva

É comum depararmos com alunos que não gostam da disciplina de matemática, por acharem difícil e que seus conteúdos nem sempre é usado no seu dia a dia e que é fragmentada e seus conteúdos não integram com os conteúdos das demais disciplinas, tornando a matemática uma vilã do ensino.
O estudo da matemática e sua compreensão não é trivial mas fundamental para que os alunos tenham um raciocínio diferenciado que contribua com crescimento e desenvolvimento intelectual, tornando-o protagonista de sua própria história, sua vida.
Ao elaborar subprojetos ou ações que desmitifique o papel de vilã da matemática tornando-a uma disciplina mas atraente. Essas ações precisam integrar a matemática à língua, à história, à geografia,… Considero: o que, o por quê, com suas dimensões e como fazê-las. O ato de ensinar é árduo, porém analisando, percebo que os componentes curriculares podem ser desenvolvidos com atividades integradas entre as treze disciplinas curriculares obrigatórias.
A língua portuguesa e suas linguagens pode desenvolver atividades integradoras como: composição de hino para o time de futebol da escola; formular roteiro de treinamentos; realização de pesquisa entre a comunidade sobre a importância da prática esportiva. A matemática valorizando o interesse dos jovens: propor a realização de um concurso de símbolo para time, interpretação de tabelas e gráficos do desempenho do time e de cada jogador. Organizar campeonatos de futebol entres os times da escola e com escolas diferentes. O campeonato terá como objetivo incentivar a participação da comunidade, produzindo e incentivando a prática esportiva.
As atividades apresentadas são viáveis e geram aspectos positivos, além de ser integradoras com as demais disciplinas, atingindo o objetivo dos componentes curriculares.

imagem de Sirlei Fogaça

Projeto Interdisciplinar

PROJETO: A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES FÍSICAS PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA VIDA E A FORMAÇÃO INTEGRAL DA PESSOA.

TEMA: ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE.

DISCIPLINAS: MATEMÁTICA, EDUCAÇÃO FÍSICA, BIOLOGIA, SOCIOLOGIA e QUÍMICA.

PÚBLICO ALVO: Alunos do ensino médio do Colégio Estadual Mário Quintana.

TURMAS A SER APLICADO O PROJETO: 2º ano do Ensino Médio

JUSTIFICATIVA/FUNDAMENTAÇÃO:

Embora as atividades físicas tenham uma importância acentuada na promoção da saúde e da vida, muitos jovens ainda são resistentes a elas. Devido às transformações no modo produtivo a indústria alimentícia tem conseguido produzir maior quantidade de gêneros alimentícios, os quais são amplamente divulgado ela mídia, fazendo aumentar o consumo.
O aumento no consumo de alimentos industrializados, hábitos alimentares inadequados e a realização de poucas atividades físicas acarretam problemas graves de saúde, tais como obesidade, hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, diabetes, entre outras doenças. Conforme apontam Silva e Costa Jr. (2011, p.41):

A prática regular de atividade física constitui um elemento essencial à promoção da saúde e prevenção de algumas doenças que acometem indivíduos e grupos populacionais. Apesar dos jovens serem a parcela mais ativa da população, os indicadores de sedentarismo crescente tem alertado os profissionais de saúde pública. Para diminuir o sedentarismo, estudos destacam a necessidade dos indivíduos modificarem seus estilos de vida, adquirindo e mantendo ações de promoção da saúde e prevenção de doenças durante todo o curso de vida. Nesse sentido, a atividade física praticada regularmente, pelo menos desde a adolescência, proporciona benefícios físicos e psicológicos considerados preditores da condição de saúde para a vida adulta. Conforme mencionado, os índices de sedentarismo têm constituído uma grande preocupação da saúde pública mundial. Isto pode ser causado, entre outros fatores, pela falta de esclarecimento adequado sobre os efeitos decorrentes da prática de atividade física regular. Sendo assim, o objetivo geral deste ensaio

Transformar hábitos alimentares e físicos nos jovens é um desafio na busca pela melhoria da qualidade de vida desta parcela da população. Por isso, torna-se fundamental o papel da educação na transformação dos hábitos alimentares e práticas físicas dos jovens. É importante que, cientificamente, sejam destacados dados que apontem a necessidade de mudanças alimentares e atividades físicas regulares para a promoção da saúde.
Assim sendo, buscou-se a interdisciplinaridade entre as disciplinas de Matemática, Educação Física, Biologia, Sociologia e Química para a realização de um projeto de pesquisa entre os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Mário Quintana. No caso da disciplina de Matemática ela se coloca neste estudo dado às contribuições que subsidiarão a coleta de dados da pesquisa, bem como a sua organização em dados estatísticos e gráficos.

A complexa sociedade contemporânea exige a quantificação de uma diversidade de informações. A estatística, com seus conceitos e métodos para coletar, organizar, interpretar e analisar dados, tem-se revelado um poderoso aliado neste desafio que é transformar informação tal qual se encontra nos dados analisados que permite ler e compreender uma realidade. Talvez por isso se tenha tornado uma presença constante no dia a dia de qualquer cidadão, fazendo com que haja amplo consenso em torno da idéia necessária da literacia estatística, a qual pode ser entendida como a capacidade para interpretar argumentos estatísticos em textos jornalísticos, notícias e informações de natureza diferentes (FONSECA, 2004, p.187).

Deste modo, os conhecimentos matemáticos proporcionarão ao aluno a organização, a interpretação e a análise dos dados obtidos na pesquisa. As projeções, hipóteses, conexões e relações que o aluno deverá apresentar colaborarão para que ele estabeleça relações entre a pesquisa e as áreas do conhecimento. Ao estabelecer tais relações o aluno terá condições para apropriar-se de conceitos e informações que visam a construção do saber científico/sistematizado e a transformação da realidade. Aponta-se ainda que a pesquisa proposta promove a prática pedagógica de investigações matemáticas, as quais são fundamentais para a compreensão de conteúdos e construção de conhecimentos por parte dos alunos e professores.

Em contextos de ensino e aprendizagem, investigar não significa necessariamente lidar com problemas muito sofisticados na fronteira do conhecimento. Significa, tão só, que formulamos questões que nos interessam, para as quais não temos resposta pronta, e procuramos essa resposta de modo tanto quanto possível fundamentado e rigoroso (PONTE et. al., 2006, p.9).

Neste projeto será favorecido o protagonismo dos jovens, assim como o trabalho como princípio educativo e a pesquisa como princípio pedagógico.

OBJETIVO GERAL: Favorecer o protagonismo juvenil, o trabalho como princípio educativo e a pesquisa como princípio pedagógico, colaborando para a transformação da cultura e mudanças de hábitos alimentares na promoção da saúde e da qualidade de vida.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Pesquisar a importância da atividade física na promoção da saúde e da qualidade de vida.
• Estabelecer relações entre a cultura juvenil e doenças relacionadas a hábitos alimentares e sedentarismo.
• Coletar e construir gráficos sobre a temática pesquisada, a partir de entrevistas feitas com os alunos do Ensino Médio.
• Compreender os conceitos de população, amostra e variável estatística e o que cada uma representa no processo de pesquisa.
• Ler, analisar e interpretar diferentes tipos de gráficos e intervalos.
• Interpretar e resolver problemas que envolvam conceitos básicos de estatística.
• Compreender os acontecimentos do cotidiano de natureza aleatório, possibilitando a identificação de resultados possíveis desses acontecimentos.

ENCAMINHAMENTOS:

A primeira etapa consistirá na pesquisa bibliográfica sobre a importância da atividade física e hábitos alimentares para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população jovem.
Após a construção destes referenciais teóricos, os alunos realizarão entrevista com profissionais da Unidade Básica de Saúde para caracterizarem as principais doenças atribuídas a alimentação inadequada e a falta de atividade física. Os dados coletados serão tabulados e os alunos irão construir gráficos em cartazes para organizar as informações.
Em sala de aula, mediados pelos professores, em grupo os alunos irão construir um roteiro de questões que irão compor um questionário a ser aplicado aos alunos do ensino médio. Tal roteiro servirá para a coleta de dados sobre: hábitos alimentares dos jovens; consumo de alimentos industrializados; quantidade de atividades físicas que realizam; doenças atribuídas a alimentação inadequada e sedentarismo; entre outros. O questionário será aplicado aos alunos do ensino médio da escola.
Os dados obtidos com os questionários serão quantificados e os alunos irão construir gráficos em cartazes.
Por meio de seminário, cada grupo irá expor os principais conhecimentos obtidos por meio das pesquisas, entrevistas com profissionais da saúde e questionário aplicado aos alunos.
Todos os gráficos construídos serão expostos no saguão da escola de modo que toda a comunidade escolar possa apropriar-se dos dados.

AVALIAÇÃO
A avaliação será dará de forma sistemática, processual e diagnóstica. Serão avaliados cada uma das etapas propostas: pesquisa, sínteses, confecção de gráficos, seminário, entrevista, aplicação de questionário, entre outros.
Serão analisados a capacidade de coleta e organização dos dados, trabalho em grupo, exposição dos resultados da pesquisa pelos alunos, produção escrita, argumentação e síntese da pesquisa por parte do aluno.
Espera-se que os alunos desenvolvam conhecimentos de modelagem matemática, na medida em que usam os recursos matemáticos para a resolução de problemas manifestados no contexto social. A modelagem matemática é: “[...] um ambiente de aprendizagem no qual os alunos são convidados a indagar e/ou investigar, por meio da Matemática, situações oriundas de outras áreas da realidade. Essas se constituem como integrantes de outras disciplinas ou do dia-a-dia; os seus atributos e dados quantitativos existem em determinadas circunstâncias” (BARBOSA, 2001, p.6).

REFERÊNCIAS
BARBOSA, J.C. Modelagem Matemática e os professores: a questão da formação. In: Boletim de Educação Matemática, Rio Claro, n.15, p.5-23, 2001.

FONSECA, Maria da Conceição Ferreira Reis. Letramento no Brasil: habilidades matemáticas. São Paulo: Global/Instituto Paulo Montenegro, 2004.

PONTE, J.P.; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

SILVA, Paulo Vinícius Carvalho; COSTA JR., Áderson Luiz. Efeitos da atividade física para a saúde de crianças e adolescentes. In: Psicol. Argum., Curitiba, v. 29, n. 64, p. 41-50 jan./mar. 2011

imagem de Josiléia Rigamonte

Projeto

PROJETO: A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES FÍSICAS PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA VIDA E A FORMAÇÃO INTEGRAL DA PESSOA.

TEMA: ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE.

DISCIPLINAS: MATEMÁTICA, EDUCAÇÃO FÍSICA, BIOLOGIA, SOCIOLOGIA e QUÍMICA.

PÚBLICO ALVO: Alunos do ensino médio do Colégio Estadual Mário Quintana.

TURMAS A SER APLICADO O PROJETO: 2º ano do Ensino Médio

JUSTIFICATIVA/FUNDAMENTAÇÃO:

Embora as atividades físicas tenham uma importância acentuada na promoção da saúde e da vida, muitos jovens ainda são resistentes a elas. Devido às transformações no modo produtivo a indústria alimentícia tem conseguido produzir maior quantidade de gêneros alimentícios, os quais são amplamente divulgado ela mídia, fazendo aumentar o consumo.

O aumento no consumo de alimentos industrializados, hábitos alimentares inadequados e a realização de poucas atividades físicas acarretam problemas graves de saúde, tais como obesidade, hipertensão arterial, problemas cardiovasculares, diabetes, entre outras doenças. Conforme apontam Silva e Costa Jr. (2011, p.41):

A prática regular de atividade física constitui um elemento essencial à promoção da saúde e prevenção de algumas doenças que acometem indivíduos e grupos populacionais. Apesar dos jovens serem a parcela mais ativa da população, os indicadores de sedentarismo crescente tem alertado os profissionais de saúde pública. Para diminuir o sedentarismo,

estudos destacam a necessidade dos indivíduos modificarem seus estilos de vida, adquirindo e mantendo ações de promoção da saúde e prevenção de doenças durante todo o curso de vida. Nesse sentido, a atividade física praticada regularmente, pelo menos desde a adolescência, proporciona benefícios físicos e psicológicos considerados preditores da condição de saúde para a vida adulta. Conforme mencionado, os índices de sedentarismo têm constituído uma grande preocupação da saúde pública mundial. Isto pode ser causado, entre outros fatores, pela falta de esclarecimento adequado sobre os efeitos decorrentes da prática de atividade física regular. Sendo assim, o objetivo geral deste ensaio

Transformar hábitos alimentares e físicos nos jovens é um desafio na busca pela melhoria da qualidade de vida desta parcela da população. Por isso, torna-se fundamental o papel da educação na transformação dos hábitos alimentares e práticas físicas dos jovens. É importante que, cientificamente, sejam destacados dados que apontem a necessidade de mudanças alimentares e atividades físicas regulares para a promoção da saúde.

Assim sendo, buscou-se a interdisciplinaridade entre as disciplinas de Matemática, Educação Física, Biologia, Sociologia e Química para a realização de um projeto de pesquisa entre os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Mário Quintana. No caso da disciplina de Matemática ela se coloca neste estudo dado às contribuições que subsidiarão a coleta de dados da pesquisa, bem como a sua organização em dados estatísticos e gráficos.

A complexa sociedade contemporânea exige a quantificação de uma diversidade de informações. A estatística, com seus conceitos e métodos para coletar, organizar, interpretar e

analisar dados, tem-se revelado um poderoso aliado neste desafio que é transformar informação tal qual se encontra nos dados analisados que permite ler e compreender uma realidade. Talvez por isso se tenha tornado uma presença constante no dia a dia de qualquer cidadão, fazendo com que haja amplo consenso em torno da idéia necessária da literacia estatística, a qual pode ser entendida como a capacidade para interpretar argumentos estatísticos em textos jornalísticos, notícias e informações de natureza diferentes (FONSECA, 2004, p.187).

Deste modo, os conhecimentos matemáticos proporcionarão ao aluno a organização, a interpretação e a análise dos dados obtidos na pesquisa. As projeções, hipóteses, conexões e relações que o aluno deverá apresentar colaborarão para que ele estabeleça relações entre a pesquisa e as áreas do conhecimento. Ao estabelecer tais relações o aluno terá condições para apropriar-se de conceitos e informações que visam a construção do saber científico/sistematizado e a transformação da realidade. Aponta-se ainda que a pesquisa proposta promove a prática pedagógica de investigações matemáticas, as quais são fundamentais para a compreensão de conteúdos e construção de conhecimentos por parte dos alunos e professores.

Em contextos de ensino e aprendizagem, investigar não significa necessariamente lidar com problemas muito sofisticados na fronteira do conhecimento. Significa, tão só, que formulamos questões que nos interessam, para as quais não temos resposta pronta, e procuramos essa resposta de modo tanto quanto possível fundamentado e rigoroso (PONTE et. al., 2006, p.9).

Neste projeto será favorecido o protagonismo dos jovens, assim como o trabalho como princípio educativo e a pesquisa como princípio pedagógico.

OBJETIVO GERAL: Favorecer o protagonismo juvenil, o trabalho como princípio educativo e a pesquisa como princípio pedagógico, colaborando para a transformação da cultura e mudanças de hábitos alimentares na promoção da saúde e da qualidade de vida.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

* Pesquisar a importância da atividade física na promoção da saúde e da qualidade de vida.

* Estabelecer relações entre a cultura juvenil e doenças relacionadas a hábitos alimentares e sedentarismo.

* Coletar e construir gráficos sobre a temática pesquisada, a partir de entrevistas feitas com os alunos do Ensino Médio.

* Compreender os conceitos de população, amostra e variável estatística e o que cada uma representa no processo de pesquisa.

* Ler, analisar e interpretar diferentes tipos de gráficos e intervalos.

* Interpretar e resolver problemas que envolvam conceitos básicos de estatística.

* Compreender os acontecimentos do cotidiano de natureza aleatório, possibilitando a identificação de resultados possíveis desses acontecimentos.

ENCAMINHAMENTOS:

A primeira etapa consistirá na pesquisa bibliográfica sobre a importância da atividade física e hábitos alimentares para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população jovem.

Após a construção destes referenciais teóricos, os alunos realizarão entrevista com profissionais da Unidade Básica de Saúde para caracterizarem as principais doenças atribuídas a alimentação inadequada e a falta de atividade física. Os dados coletados serão tabulados e os alunos irão construir gráficos em cartazes para organizar as informações.

Em sala de aula, mediados pelos professores, em grupo os alunos irão construir um roteiro de questões que irão compor um questionário a ser aplicado aos alunos do ensino médio. Tal roteiro servirá para a coleta de dados sobre: hábitos alimentares dos jovens; consumo de alimentos industrializados; quantidade de atividades físicas que realizam; doenças atribuídas a alimentação inadequada e sedentarismo; entre outros. O questionário será aplicado aos alunos do ensino médio da escola.

Os dados obtidos com os questionários serão quantificados e os alunos irão construir gráficos em cartazes.

Por meio de seminário, cada grupo irá expor os principais conhecimentos obtidos por meio das pesquisas, entrevistas com profissionais da saúde e questionário aplicado aos alunos.

Todos os gráficos construídos serão expostos no saguão da escola de modo que toda a comunidade escolar possa apropriar-se dos dados.

AVALIAÇÃO

A avaliação será dará de forma sistemática, processual e diagnóstica. Serão avaliados cada uma das etapas propostas: pesquisa, sínteses, confecção de gráficos, seminário, entrevista, aplicação de questionário, entre outros.

Serão analisados a capacidade de coleta e organização dos dados, trabalho em grupo, exposição dos resultados da pesquisa pelos alunos, produção escrita, argumentação e síntese da pesquisa por parte do aluno.

Espera-se que os alunos desenvolvam conhecimentos de modelagem matemática, na medida em que usam os recursos matemáticos para a resolução de problemas manifestados no contexto social. A modelagem matemática é: “[...] um ambiente de aprendizagem no qual os alunos são convidados a indagar e/ou

investigar, por meio da Matemática, situações oriundas de outras áreas da realidade. Essas se constituem como integrantes de outras disciplinas ou do dia-a-dia; os seus atributos e dados quantitativos existem em dREFERÊNCIAS

BARBOSA, J.C. Modelagem Matemática e os professores: a questão da formação. In: Boletim de Educação Matemática, Rio Claro, n.15, p.5-23, 2001.

FONSECA, Maria da Conceição Ferreira Reis. Letramento no Brasil: habilidades matemáticas. São Paulo: Global/Instituto Paulo Montenegro, 2004.

PONTE, J.P.; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

SILVA, Paulo Vinícius Carvalho; COSTA JR., Áderson Luiz. Efeitos da atividade física para a saúde de crianças e adolescentes. In: Psicol. Argum., Curitiba, v. 29, n. 64, p. 41-50 jan./mar. 2011
eterminadas circunstâncias” (BARBOSA, 2001, p.6).

imagem de INEZ APARECIDA VIANA

Pacto Nacional Pelo Fortalecimento do Ensino Médio

Pacto NacionalPelo Fortalecimento do Ensino Médio
2015
Etapa II – caderno 1 - reflexão 1

1- Sim, a diversidade e a pluralidade constituem um desafio na organização do trabalho pedagógico escolar, assim também como afeta a organização social como um todo. A escola, assim como a sociedade, não está acostumada ao diverso, diverso esse que não estava ou não aparentava estar presente na escola e na sociedade, por omissão própria, ou omissão social. A partir do momento que todos devem fazer parte do contexto escolar, acontecem mudanças no comportamento estudantil e o diverso omisso, ganha espaço, voz e começa a reclamar os seus direitos, nesse momento a escola é posta a prova, devendo se reconstruir e se transformar em uma escola que se adapta ao aluno, vinculando as pluralidades culturais e as diversidades presente no ambiente escolar, fazendo com que os alunos sintam-se bem e se mostrando como um lugar humano, que trata todos com dignidade e igualdade, conciliando a isso uma educação de qualidade que se mostre realmente transformadora da realidade social.
Já no âmbito de organização do trabalho pedagógico é preciso enfrentar os novos desafios e se reportar aos objetivos propostos por uma educação intercultural que se apresenta no interior da escola, onde a qualidade de uma educação que se revele transformadora, passa por investimentos em infraestrutura física e humana, onde a formação continuada de seus profissionais, na busca de aperfeiçoamento para atendimento especializado dessa nova realidade escolar, se torna fundamental para uma educação de qualidade. Com a ausência desses investimentos se oportuniza entender o porquê ocorre um distanciamento progressivo entre a teoria e a pratica, percebe-se assim um descompasso entre as diretrizes norteadoras da pedagogia e sua prática.
Por esta razão, pode vir a ser considerada falaciosa a proposta de uma educação de pluralidade e diversidade como sinônimo de uma educação harmônica e de respeito às diversidades. Trata-se de dar uma conotação nova e positiva ao fenômeno das relações interculturais que sempre esteve marcado pelo desrespeito ao diverso, pois nossas escolas não contam com materiais diferenciados ou estrutura física e humana que dão o suporte necessário a essa nova realidade escolar.
Diante dessa realidade e com as possibilidades do momento a escola está constantemente equacionando boas respostas para a pluralidade e a diversidade presente na escola.

2- Sim, a pluralidade e a diversidade podem ser mola propulsora de uma nova organização do trabalho pedagógico, lembrando também que é um grande desafio, pois devemos considerar tanto a existência de padrões, hábitos e praticas arraigada a cultura escolar, quanto à ocorrência de uma multiplicidade de modos de ser e acontecer no cotidiano escolar que guardam relações com modelos e estilos, mas também externam suas especificidades, por isso o reconhecimento da pluralidade e diversidade em todos os espaços sociais, inclusive o escolar, como o caminho para a superação das tensões e dos conflitos ancorados na percepção das diferenças étnicas, raciais, de gênero etc, e que oportuniza a construção de uma sociedade mais justa e democrática, é extremamente necessário. Para tanto precisamos ter um olhar diversificado para nossa realidade escolar de forma a realizarmos um planejamento que atenda a todos. E, isso exige um conhecimento prévio de nossa realidade escolar, nossos limites e possibilidades.

Etapa II – caderno 1 - reflexão 2
Nossa escola apresenta diversas características de pluralidade escolar, temos alunos que vem para a escola com o objetivo de estudar para o vestibular, com o foco de adquirir conhecimentos enquanto outros vêm para a escola apenas com o objetivo de concluir o ensino médio, pois trabalham o dia todo e não apresentam perspectivas de cursar o ensino superior. Em relação aos professores, temos alguns que são lotados na escola com 20 horas semanais e outros com suas aulas distribuídas em várias escolas, além do que, existe a rotatividade dos professores com aulas extraordinárias e professores contratados (PSS). Ainda há a qualidade estrutural dentro de uma mesma classe, tornando o trabalho do professor mais complexo, no sentido de atender as necessidades individuais dos alunos sem manifestar uma seleção dos mesmos.
A formação continuada deveria ser um espaço para atender as necessidades do professor, debater as dificuldades que a escola passa, de aprofundamento e enriquecimento dos conhecimentos, com objetivo de fundamentar a prática a fim de sanar as dificuldades encontradas no decorrer do trabalho escolar. Entretanto, recebemos materiais que não nos dão suporte para esse aprimoramento.
Os principais problemas apresentados são:
- Indisciplina (gerada por alunos que são obrigados a estar na escola, alunos sem perspectivas futuras e alunos sem limites);
- Distorção idade / série (principalmente no noturno);
- Falta de profissionais no quadro funcional da escola: Agente 1, Agente 2 e Equipe Pedagógica;
- Falta de comprometimento dos pais e alunos;
Já traçamos estratégias pedagógicas, no entanto sem sucesso, exemplos: o “Termo de Compromisso”, “Acordo Pedagógico”, “Projeto de Monitoria”. Quando necessário convocamos as Instancias Colegiadas e realizamos a convocação dos pais por intermédio do Conselho Tutelar.
Em relação ao problema de distorção de idade / série a escola não possui projeto específico para solução desse problema, uma vez que acreditamos ser de competência do Estado a elaboração de projetos de forma a superar essa realidade escolar.
A falta de funcionários na escola é responsabilidade do Estado em supri essa demanda de acordo com a necessidade de cada estabelecimento escolar e em tempo.
Com a falta de comprometimentos dos pais realizamos reuniões de pais em grupo e em alguns casos individual.
No enfrentamento as dificuldades enfrentadas no ambiente escolar, entendemos que todos os segmentos da escola estão interligados e precisam trabalhar juntos para resolver os problemas elencados.

Etapa II – caderno 1 - reflexão 3
PROBLEMA
(o que precisa ser mudado) IMPACTOS NEGATIVOS
(do problema) AÇÕES
(para resolver o problema)
Desanimados Não participam das aulas Incentivos, palavras motivadoras.
Faltantes Perdem conteúdo, não buscam. Dificulta o trabalho, pois atrasa o processo de aprendizagem individual. Orientá-los da importância do conteúdo que quando faltem procurar se inteirar do que aconteceu em sala.
Dificuldades de aprendizagem.
A maioria dos alunos chegam ao ensino médio com deficiências graves em alguns conteúdos. Não acompanham o conteúdo em sala. Baixa expectativa em relação ao futuro e ao mercado de trabalho. Aplicar atividades extras como forma de reforçar o conteúdo e explicá-lo utilizando outras metodologias.
Evasão escolar Falta de interesse
Desmotivação
Descobrir as causas das evasões e atendimento individual, conversa com a família.

Etapa II – caderno 1 - reflexão 4

1. Falta de compromisso por parte do educando, dificuldades de aprendizagem, alunos faltosos e desmotivados.
2. Convocar os responsáveis para reuniões para expor as dificuldades encontradas, quando são alunos com necessidades especiais encaminhar para sala de apoio ou monitoria, e quando for o caso são chamados em particular para conversar.
3. Queixa é uma reclamação comum ou pessoal, já o problema é algo real que afeta a todos.
4. Foram propostas utilização de metodologias diferenciadas para que alunos com déficit de conteúdo, descompromissados se sintam mais motivados, e a maior participação dos responsáveis pelos mesmos.
5. Reforço dos conteúdos, trabalhos em grupos, sala de monitoria para algumas disciplinas e revisão de conteúdo.
6. Conselho participativo com o corpo escolar, atualmente sem a participação de pais e alunos.
7. Participação de representantes, como alunos e pais, procurar frisar mais nos assuntos relevantes (aprendizagem), não se prendendo muito em notas.

REFLEXÃO E AÇÃO 1 DO CADERNO II
CIÊNCIAS HUMANAS
O trabalho interdisciplinar garante maior interação entre os alunos e destes com os professores, sem falar nas experiências e no convívio grupal.
Partindo deste princípio, é importante ainda, repensar essa metodologia como uma forma de promover a união escolar em torno do objetivo comum de formação de indivíduos. Neste aspecto a função da interdisciplinaridade é apresentar aos alunos, possibilidades diferentes de olhar um mesmo fato.
Essa temática é compreendida como uma forma de trabalhar em sala de aula, no qual se propõe um tema com abordagens em várias disciplinas diferentes. É compreender, entender as partes de ligação entre as diferentes áreas de conhecimento, unindo-se para propor algo inovador, abrir mais sabedorias, resgatar possibilidades e ultrapassar o pensar fragmentado. É a busca constante da investigação.
Uma oportunidade de estarmos buscando essa interdisciplinaridade entre os conteúdos escolares, de forma a se desenvolver nos alunos um maior interesse pelos estudos e consequentemente promovendo uma maior aplicação dos conhecimentos escolares em seu cotidiano, seria a elaboração de um projeto de ensino sobre a questão Meio Ambiente, envolvendo o projeto de construção da Usina Hidrelétrica em Formosa do Oeste, caso este, polêmico e que esta promovendo divergências de opiniões na comunidade.
A disciplina de Biologia poderá trabalhar com a questão dos impactos e possíveis mudanças na fauna e flora do Ambiente.
A disciplina de Administração trabalhará os estudos e elaboração de projetos para a minimização dos impactos sócios ambientais, bem como os custos dos estudos, elaborações e execução dos projetos.
A disciplina de sociologia trabalhará a questão social do legado que a possível construção da Hidrelétrica deixará para as comunidades da região.
A disciplina de matemática trabalhará questões referentes às superfícies das propriedades que serão alagados pelo represamento da água, cálculos de áreas e volume na respectiva construção das barragens, e gráficos referentes a produção de energia gerados pela hidrelétrica, entre outros.
A disciplina de português trabalhará na produção de textos que ajudarão na argumentação dos debates sobre a construção da hidrelétrica.
A disciplina de Filosofia, trabalhará questões que envolverão debates sobre grupos prós e contra a construção da hidrelétrica, oportunizando assim o desenvolvimento da cidadania, de respeito a democracia e debates, além da aceitação de ideias adversas às suas que oportunizarão pelo debate o respeito ao contrario e assim desenvolvendo o senso de respeito coletivo.
Como podemos perceber a interdisciplinaridade oportunizada pelo trabalho de um projeto coletivo onde as disciplinas escolares tem a oportunidade de dialogarem em busca de se trabalhar os conteúdos escolares de forma a contextualizar esse conhecimento a problemas do cotidiano do aluno e da sociedade é muito amplo e deve ser realmente pensado, discutido e oportunizado a nossos alunos, como forma de estarmos oportunizando assim um conhecimento mais contextualizado a sua realidade promovendo assim um maior interesse aos estudos.

REFLEXÃO E AÇÃO 2 DO CADERNO II
CIÊNCIAS HUMANAS
Nesta temática foi realizado um questionário com perguntas a serem respondidas pelos alunos dos primeiros anos matutino e noturno do Colégio Estadual Rui Barbosa- EMP.
A primeira pergunta feita aos alunos foi a seguinte:
“Como você se vê daqui a 10 anos?”
Respostas dos alunos: A maioria dos alunos pretende continuar os estudos formar família e construir uma boa carreira profissional. Porém uma parcela significativa de alunos não pretende continuar os estudos e muito menos constituir família, o que gera uma preocupação, e ao mesmo tempo exige ações, pois muitos de nossos alunos possuem baixa auto-estima futura.
A segunda pergunta feita aos alunos foi a seguinte:
“O que você pensa e sente sobre a Escola de Ensino Médio?”
Respostas dos alunos: Em relação à Escola, foi quase que unânime a resposta de que os profissionais que atuam em nosso Colégio são bons ou muito bons, no entanto os alunos reconhecem que falta interesse na aprendizagem, o que gera um problema sério em relação aos objetivos de aquisição de conhecimento, pois grande parcela dos alunos tanto do matutino e principalmente do noturno acha que a Escola não vai ser capaz de realizar seus sonhos, mas não explicam os motivos.
A terceira pergunta feita aos alunos foi a seguinte:
“Como você vê o uso das tecnologias no desenvolvimento das aulas?”
Respostas dos alunos: Nesta resposta percebemos que há controversa entre eles, onde uma parcela de alunos anseia por uma maior utilização de tecnologias nas aulas, pois acham que melhoraria sua aprendizagem, e outros dizem que as tecnologias utilizadas pelos professores e alunos na Escola esta totalmente de acordo com suas necessidades. Alguns clamam pelo uso de celular na metodologia de ensino aprendizagem.
A quarta pergunta feita aos alunos foi a seguinte:
“ Fale sobre seu trabalho?”
Respostas dos alunos: Nas turmas do período matutino a maioria não trabalha, mas ajudam seus pais em tarefas diárias, porém pretendem arrumar um emprego e se tornarem independentes.
No período noturno a maioria trabalha, e muitos não estão contentes com seu ofício, pois segundo eles ganham mal e anseiam melhoras em sua condição profissional. Alguns dizem que trabalham em vez de só estudar por necessidades e que o trabalho lhes deixa cansado e isso atrapalha sua aprendizagem, outros estão contentes e pretendem continuar com seu ofício se havendo é claro, oportunidade de crescimento financeiro.

REFLEXÃO E AÇÃO 3 DO CADERNO II
CIÊNCIAS HUMANAS
Considerando que as práticas dos professores constituem fonte de pesquisa nas disciplinas afins e é o ponto central do ensino e formação humana, logo estamos sempre analisando e verificando as práticas nos processos de conservação, transformação e mudança dos conhecimentos.
Como referência fizemos em nossa escola uma entrevista com alguns professores sobre como era a escola, o ensino e de que maneira isso se processava nos idos de 1970, e vimos pelos relatos dos professores que a contemporaneidade modificou a maneira de explicar e conceituar o conhecimento e a forma como ele se processa.
No passado os conteúdos independentes das disciplinas eram todos registrados no quadro e o professor era o único elo entre o aprendizado e o aluno, e que este conhecimento era obtido através de pouca referência concreta, por exemplo, no português um texto mostrava a realidade da sociedade urbana, uma metrópole, o professor era o único mediador dessa informação, ou seja, a fala dele era lei, ele era a referência do conhecimento, não existiam todas essas informações de que dispomos na atualidade para serem pesquisadas em tempo real quando falamos de uma metrópole.
Segundo os entrevistados através desta metodologia o conhecimento se efetivava, ou seja, o aluno realmente sabia, registrava e memorizava as informações.
Entretanto a partir de 1990 essa metodologia de ensino passa a ser transformada, uma vez que a informação de todo conhecimento que se é produzido pelo homem passa a ser divulgado e compartilhado com frequência através das mídias tecnológicas, superando assim a visão de que todo conhecimento precisa necessariamente de se decorar para compreender, tirando, portanto do professor a condição de ser o único detentor do conhecimento.
Passamos então a um período na educação onde a compreensão e a razão de juízo sobre os fatos que envolvem a sociedade seus problemas e suas soluções ganham ênfase, exigindo mudanças na metodologia de ensino por parte dos professores e da condição de interpretação e criação de razão sobre esses fatos por parte dos alunos, onde o decorar por si só não é suficiente para uma compreensão dos fatos e consequentemente elaboração de soluções.
Neste contexto os professores têm um novo desafio nos tempos modernos, tempo da tecnologia fácil, acessível a uma grande maioria de nossos estudantes e disponibilizadas até mesmo no ambiente escolar, o de conseguir através de novas metodologias de ensino tornar os conteúdos historicamente produzidos pela humanidade que em determinado período da educação o simples decorar oportunizava o aprendizado, a transformá-lo em um conteúdo interessante, instigante e que oportunize nossos alunos a compreendê-lo, de forma que possa utilizá-lo em situações de seu cotidiano e assim torna-lo interessante. O desafio esta posto diante da nova realidade vivida na sociedade e no ambiente escolar.

Plano de aula na perspectiva da pedagogia Histórica critica
3ª A de Administração da manhã
Colégio Estadual Rui Barbosa de Formosa do Oeste
Tema: Educação Ambiental

PRÁTICA SOCIAL INICIAL: A Educação Ambiental na vida do brasileiro ainda é um tema necessário e urgente de solução a nossa população. A poluição nos dias atuais está afetando o modo de vida do ser humano de maneira expansiva. A cada nova informação científica, apresentada nos leva a uma indignação pessoal e preocupante. No entanto porque a sociedade não interioriza essa problemática da poluição e tenta mudar o modo de conduzir a educação das crianças desde os primeiros anos de vida, buscando sua superação?
A resposta para essa pergunta é simples, no entanto, essa mudança causa medo e ansiedade, é compreensível que o caminho conhecido é tranqüilo e previsível, não se pode dizer o mesmo do desconhecido. Por esse motivo devem-se incorporar pequenas atitudes de vida saudável, dia após dias e não somente por pequenos projetos propostos nas escolas uma ou duas vezes no ano. A Educação ambiental começa em casa, no seio familiar, e é simplesmente um modo de vida.

PROBLEMÁTIZAÇÃO: Tomemos como exemplo para problematização de nosso projeto a utilização alimentar do leite integral embalado em caixas Tetra Pak.
Esse tipo de embalagem é a mais adequada para o armazenamento do produto?
Quais os componentes presentes na produção da embalagem?
Qual seu custo para as empresas comparadas a outras formas de armazenamento do leite?
Quais os cuidados que devemos ter no descarte deste tipo de embalagem?
E no tocante a saúde, essa embalagem traz benefícios ou malefícios à nossa saúde?
O tempo de armazenagem do produto nesse tipo de embalagem garante benefícios a nossa saúde, uma vez que o mesmo produto fora da embalagem se deteriora em um dia? Quais os componentes que garantem essa conservação?

Responder a esses questionamentos requer uma metodologia de ensino que oportunize a interdisciplinaridade entre as disciplinas escolares de modo que dialoguem entre si na busca de respostas aos questionamentos propostos e a outros que surgirem no desenvolvimento do projeto, projeto este que tem como finalidade o desenvolvimento do aluno, onde o mesmo perceba a interligação entre os conteúdos escolares estudados de forma a aplicá-los na resolução de problemas de seu cotidiano e assim desperte ainda mais seu interesse e valorização pelo conhecimento escolar.

• MATEMÁTICA
• QUÍMICA
• FÍSICA
• BIOLOGIA
• SOCIOLOGIA
• LINGUA PORTUGUESA
• EDUCAÇÃO FÍSICA
• LINGUA INGLESA
• GESTÃO DE PESSOAS
• FILOSOFIA

INSTRUMENTALIZAÇÃO:
A interdisciplinaridade potencializará a pesquisa, na busca de respostas aos questionamentos inicialmente apresentados e aos questionamentos que com certeza irão acontecer no decorrer do trabalho os quais serão delimitados de acordo com os conteúdos previamente estabelecidos pelas disciplinas no sentido de promover a interdisciplinaridade e garantir a conscientização dos alunos sobre o tema Educação Ambiental, oportunizando assim a aprendizagem ao aluno e a efetiva conclusão do trabalho.
Com isso os conteúdos específicos das disciplinas envolvidas deverão contribuir para que os alunos assimilem e os transformem em instrumentos para a construção de uma consciência que saia da imediatista e passe para uma consciência pensada, comparada, crítica, elaborada que por conseqüência o tornará um ser global, pensante e ativo na resolução de problemas da sociedade.

Conteúdos específicos por disciplina:
• MATEMÁTICA:
Geometria espacial:
- Espaço Tridimensional
- Sólidos Geométricos
- Relação de Euler
- Poliedros
- Prisma e paralelepípedo
- Cubo e cilindro
- Cone e tronco de cone
- Pirâmide e tronco de pirâmide
- Esfera • BIOLOGIA:
-Propriedades químicas;
-Metabolismo energético;
-Embriologia dos mamíferos placentários;
-Classificação dos reciclados;
-Tempo de decomposição;
-Microorganismos. • DISCIPLINAS ADMINISTRATIVAS

- Gestão de pessoas;

• LÍNGUA PORTUGUESA
- Gênero instrumental;
- Receita culinária;
-Siglas e abreviaturas. • EDUCAÇÃO FÍSICA
- Cultura Corporal. • LÍNGUA INGLESA
- Interpretação de texto;
- Texto e verbo (presente e passado).
• SOCIOLOGIA
- Cidadania.
• FILOSOFIA
- Introdução a ciência. • FÍSICA
- Mecânica dos fluidos.
• QUIMICA
-Componentes químicos. • •

Primeiramente os alunos deverão se organizar em dois grandes grupos, onde cada um ficará responsável por uma embalagem de leite das mais comuns nos supermercados: a caixa de formato paralelepípedo e de prisma regular de base quadrada.
No entanto não é possível estudar apenas uma embalagem, os grupos por vários momentos deverão se juntar para responder aos questionamentos propostos e aos novos questionamentos que ocorrerão.
Os alunos deverão pontuar suas prioridades em relação às ações, para isso elaborar questionários para pesquisa de campo, experimentos que possam estar fazendo com as embalagens, testando sua composição e as comparando.
Todas as ações deverão ser registradas por relatórios, fotos e vídeos.

Será feito o agendamento de uma visita técnica a um laticínio da região para entrevista, como fonte de pesquisa para elaboração do trabalho.
Os grupos terão que pesquisar alternativas de reciclagem para as embalagens, conhecidas ou não pela comunidade de Formosa do Oeste. Para tanto poderão indicar uma pesquisa no próprio site da Tetra Pak, onde existe uma infinidade de projetos já aplicados e que estão sendo desenvolvidos no Brasil.
O professor docente acompanhará o desenvolvimento do projeto. Toda semana ou a cada duas semanas os grupos deverão produzir um relatório de uma lauda sobre o desenvolvimento das ações já realizadas ou idealizadas. Estima-se que o projeto precise de três meses para sua aplicação, onde cada etapa deverá acontecer de acordo com um cronograma pré-estabelecido pelo professor e pela turma.

CRONOGRAMA
Mês Ações
Agosto Apresentação do projeto e delineação dos passos para sua formulação e execução. Nesse momento o docente deverá juntamente com os alunos nortear as ações e propor uma ordem para a execução das mesmas, porém, são os alunos que as escolherão. Este é o momento de se programar.

Agendamento de visita técnica há uma empresa de produção de leite integral na região.
Setembro A construção do projeto já deverá estar acontecendo uma vez que foi proposta a apresentação periódica do relatório de ações. Os alunos já estarão indo a campo para efetivar suas pesquisas, elaborando os registros e transpondo seus dados em tabelas e gráficos. Os experimentos também podem ser feitos na mesma época e os professores das disciplinas envolvidas darão suporte para a produção, registro e conclusão das mesmas.
Visita técnica a empresa selecionada no mês de agosto com entrevista.

Definição por parte dos alunos de uma ação pedagógica para conscientização dos alunos da Educação Básica, desde as series iniciais a também comunidade.

Outubro Esse é o período de finalização do projeto todas as atividades já estarão sendo avaliadas, corrigidas e postas para as alterações necessárias.

Apresentação do trabalho na escola e para a comunidade, através de cartazes e palestras.

CATARSE

Nesse momento os alunos já estarão com o trabalho quase finalizado, porém, o professor os indagará sobre todo trabalho:
• Seus pontos positivos e negativos em relação ao trabalho em grupo;
• Os problemas encontrados em cada parte do trabalho;
• As limitações;
• As descobertas, curiosidades;
• A execução da ação pedagógica;
• A visita técnica;
• O que de mais importante sobre esse trabalho os chamou atenção;
• Alguma coisa mudou em seu pensamento? O que?

Nessa fase da execução do trabalho é que o docente avaliará se o aluno realmente se aproximou de uma solução ambiental para a problemática da poluição do meio ambiente envolvendo as embalagens cartonadas utilizadas no armazenamento do leite integral.
A avaliação do professor se baseará na visão que seu aluno tinha e a que ele adquiriu depois de todo trabalho planejado, pensado e executado.

Este é o momento em que o docente, busca perceber se seu aluno conseguiu visualizar a totalidade integradora que antes lhe era incompleta. Se o aluno percebeu que a realidade apresentada anteriormente, não é exatamente daquela forma, que existe todo um histórico, uma construção humana de necessidades que nem sempre estão explicitas nas vertentes envolvidas, mas que através da pesquisa podemos obter uma visão mais ampla sobre o que pretendemos estudar e assim planejar ações no sentido de solucionar problemas ora existentes.

PRÁTICA SOCIAL FINAL

É nessa parte do trabalho que o docente deverá analisar a mudança ou transição da consciência imediatista, aquela da prática social inicial para uma consciência crítica, embasada no conhecimento cientifico das vertentes sobre educação ambiental/ embalagens cartonadas. É uma avaliação individual onde o aluno faz sobre seu pensamento em educação ambiental, sua nova visão sobre a problemática apontada no inicio do trabalho e as mudanças oportunizadas pelo aprofundamento através da pesquisa na busca da compreensão e na promoção de ações visando a solução do problema apresentado inicialmente.
É o momento de reflexão oportunizando ao aluno a compreensão do quão importante é o conhecimento escolar, que quando aprofundado de forma interessante, oportuniza sua aplicação para soluções de problemas de cotidiano da comunidade promovendo assim sua transformação.

RESPOSTAS DA REFLEXÃO E AÇÃO – QUESTÃO 1
ETAPA ll - CADERNO III
ATIVIDADE II (ECOLOGIA NA RESTINGA, UMA SEQUENCIA DIDÁTICA ARGUMENTATIVA)

a) Quais são os objetivos, os conceitos e habilidades pretendidos em cada uma das atividades?
A atividade proposta neste capítulo tem como objetivo principal estimular os alunos na construção de explicações a partir de uma observação. Para isso, os alunos precisam: seguir um protocolo para montagem das atividades práticas; observar e descrever as atividades práticas; construir explicações a partir das observações; produzir representações que sintetizam as atividades práticas; relacionar as informações do que foi observado nas duas atividades práticas. Propor uma explicação e um teste para um procedimento realizado.
b) Quais são as diferentes linguagens compartilhadas em cada uma das atividades (fala, escrita, tabela, gráfico, imagem, etc.) e como elas são mobilizadas pelos estudantes?
A primeira parte da atividade tem o objetivo de evidenciar a função da raiz na absorção de água do solo e o processo de transpiração através das folhas de uma planta. Na segunda parte será possível evidenciar o papel dos ramos no transporte de água e de outras substâncias. As questões propostas na terceira parte têm o objetivo de organizar as informações trabalhadas e fornecer ao aluno ferramentas para elaboração de uma explicação para o transporte de água nas plantas. Na quarta parte os alunos reforçarão a importância do papel das folhas no transporte da água nas plantas. Os principais conceitos trabalhados nesta atividade são: condução de água pelos vegetais, órgãos vegetais e estados físicos da água. Os conceitos trabalhados nessa atividade, em conjunto com os da Atividade 1, servem como complemento para as próximas atividades. Por trazer duas etapas práticas, para um bom encaminhamento dessa atividade, recomenda-se que ambas atividades sejam montadas logo no início da aula e que durante o tempo de espera o professor trabalhe com as expectativas dos alunos com relação aos resultados das atividades práticas. As atividades podem ser realizadas em dupla e o professor deverá mediar às discussões das questões propostas ao longo da aula.
c) Qual é o grau de autonomia intelectual dos alunos na realização de cada uma das atividades?
Tendo em vista que o professor consiga desenvolver uma boa aula teórica, captando a atenção dos alunos, ministrando explicações claras e objetivas, os educandos terão facilidades na execução, observação e conclusão dos resultados, pois os experimentos são simples e de fácil execução.
d) Quais são as concepções das Ciências da Natureza presentes em cada uma das atividades?
Levando em consideração as disciplinas de biologia e química, fica claro a observação do funcionamento metabólico das plantas em se tratando do transporte água e os processos de transpiração e respiração vegetal, na disciplina de geografia a importância da preservação do meio ambiente em se tratando da qualidade da água para o desenvolvimento da flora, em física podemos observar a importância do calor solar, visto que sem ele fica impossível o funcionamento metabólico dos vegetais, tendo em vista que são todos seres autótrofos fotossintetizantes.
e) Quais seriam as possibilidades de execução das atividades em seu contexto de trabalho? Você faria modificações nas atividades? Quais seriam? Por que essas modificações seriam necessárias?
As possibilidades são ótimas, o Colégio Rui Barbosa de Formosa do Oeste possui um laboratório com plenas condições de elaborar e executar as experiências propostas. Não haveria a necessidade de modificar os experimentos, pois eles atingem plenamente os objetivos que são propostos pelos professores que estarão envolvidos no ensino aprendizagem dos conteúdos a serem trabalhados.

RESPOSTAS DA REFLEXÃO E AÇÃO – QUESTÃO 3 e 4
CADERNO III ETAPA II

Plano de Aula Interdisciplinar

Colégio Estadual Rui Barbosa – EMP
Professores: Andrea Leite (Arte), Antonio Reginaldo Agassi (Física), Antonio Luis Sozza (Adm), Carlos Paim (Diretor), Cleia Regina Denarde (Língua Estrangeira) e Gisele Fernanda de Carvalho (Matemática)
Disciplina: Arte
Turma: 1º ano Ensino Médio
Data: 31/08/2015
Conteúdo: Humanismo (Renascimento)

Objetivos
Destacar os aspectos mais contundentes da imitação
Analisar a investigação cientifica dos artistas do período, por meio de estudos sobre a representação de elementos naturais realizada por Leonardo da Vinci e de estudos de anatomia que se ocultam nas pinturas de Michelangelo

Conteúdos Contemplados
Humanismo (Renascimento) – Arte, História, Língua Portuguesa e Literatura
Anatomia humana (biologia) dentro do contexto do Humanismo
Proporção, geometria (matemática) dentro do contexto Humanismo

Encaminhamento Metodológico
A aula será expositiva mostrando aos alunos a obra Mona Lisa de Leonardo da Vinci e na sequencia abordar as características do Renascimento como uso do claro-escuro, perspectiva, ponto de fuga, proporção. Dando continuidade apresentar a obra o Teto da Capela Sistina de Michelangelo e a partir desta direcionar o conteúdo apresentado à disciplina de ciências biológicas salientando o estudo realizado por Michelangelo e Leonardo da Vinci para criação de suas obras. No caso, estes artistas faziam estudo da anatomia humana, dissecavam cadáveres clandestinamente para melhorar suas técnicas. Apresentar detalhes da obra o Teto da Capela Sistina que ele pintou auxiliado por uma equipe de especialistas que contratou. Ao passo que os alunos desenvolverem também será dado destaque na leitura de imagens como as pinturas realizadas nas partes retangulares do teto (passagens bíblicas) e nas partes triangulares (profetas). Após estes estudos os alunos perceberão que estas características e analises vão de encontro também com a disciplina de história no conteúdo sobre Renascimento (Antropocentrismo).

Recursos didáticos
Computador e Data-show (para projeção de imagens ligadas ao conteúdo)
Folha sulfite
Lápis de cor

Avaliação
Observe as imagens de um fígado, coração e pulmão e os alunos irão compor imagens que remetem às formas de cada um destes órgãos. Procurar também associar a imagem criada com a função que cada órgão possui para a anatomia humana, como fez o artista Michelangelo.

REFERENCIAS
CUNHA, Clovis Marcio. Arte: Ensino Médio, 1ª serie. Curitiba: Positivo, 2012.

REFLEXÃO E AÇÃO 1 – CADERNO LINGUAGENS

1 e 2)As linguagens estão presente em nosso meio, seja ela visual, escrita ou outro meio, assim as linguagens são compreendidas como formas sócio historicamente definidas de produção de sentidos, sendo que elas configuram mundos.
A área de linguagens agrega práticas sociais diversas, as quais envolvem, em toda sua pluralidade, representações, formas de ação e de manifestações de linguagens culturalmente organizadas historicamente determinadas.
O filme Kaspar apresenta uma criança selvagem, encarcerada, sem nenhum contato verbal ou social até por volta de seus dezesseis anos. Esta criança, quando levada a uma comunidade alemã, passa a ser objeto de curiosidade (Quem é, O que pensa, Sua idade, Tem sentimentos, etc.) e estudo, devido a não conseguir se expressar, conceituar, raciocinar, ou até mesmo diferenciar sonho de realidade. Durante sua convivência nesta comunidade, pôde ser observado o seu desenvolvimento na linguagem e sua socialização com o meio.
Em relação ao sócio-interacionismo vygotskiano observa-se que, a interação com outro indivíduo foi essencial para o desenvolvimento e aprendizagem do protagonista do filme. A teoria sócio-interacionista de Vygotsky tem como pressuposto que o desenvolvimento cognitivo acontece através da interação social entre duas ou mais pessoas, que trocam experiências, criando novos conhecimentos.
Essa compreensão de mundo só é possível se o desenvolvimento da criança for mediado por outro, fazendo com que ele, passe da condição de ser biológico para um ser cultural (VYGOTSKY, 1995). Para que a criança chegue a um ser cultural, ela deve ter acesso aos bens culturais, materiais e espirituais, necessários para a existência humana assim como ocorreu com o protagonista do filme.
Podemos observar no filme alguns conhecimentos de linguagem como o conhecimento sobre a organização e o uso crítico das diferentes linguagens, o conhecimento sobre a diversidade das linguagens, o conhecimento sobre autoria e posicionamento na realização da própria prática.
Durante o período em que Kaspar foi abrigado e ajudado por um professor, este, lhe ensinou linguagem, costumes e ritos da sociedade, proporcionando-lhe acesso aos bens culturais, materiais e espirituais, tentando, de várias maneiras, incluí-lo no convívio social.
Embora tenha aprendido a falar e escrever, habilidades básicas para a convivência em sociedade, nunca foi visto como igual pela comunidade. Ele mesmo não se sentia parte da sociedade, como apontado no trecho em que, Kaspar fala que estava melhor no cativeiro, do que fora dele. No filme, nota-se que embora Kaspar tenha aprendido a falar e escrever, não conseguiu se apropriar totalmente das significações culturais.

3. Durante o filme podemos encontrar a presença de imposição e opção no momento em que expõem a Kaspar sobre religião. Notamos isso quando religiosos tentam descobrir qual a percepção que Kaspar tinha sobre Deus, ou qual força que lhe acalentava a alma durante o cativeiro. Assim perceberam que ele não tinha uma percepção sobre Deus, e, então, tentam impor alguns dogmas, pelo simples acreditar pelo acreditar, admitindo os mistérios da fé sem procurar entender. Para que não acontecesse a imposição seria necessário que Kaspar aprendesse a ler e escrever, para depois conseguir compreender outros conceitos mais complexos, pois quando se tem essa compreensão é que se dá a opção. O indivíduo quando adquiri conhecimento ele desenvolve o senso crítico e torna-se capaz de optar por o que é melhor (sob seu ponto de vista) a partir da sua realidade, daquilo que está vivendo.

REFLEXÃO EM AÇÃO 02 – LINGUAGENS

Quando pensamos em práticas de linguagem, pensamos que a linguagem é marcado fortemente por quem está interagindo com o outro, pois, é uma forma de transmitir informações, pensamentos e influenciar quem está ouvindo, pois, quando estamos em um processo de comunicação querendo ou não estamos envolvendo quem está ao nosso entorno. Os nossos estudantes hoje têm uma velocidade de acesso muito grande a informação, pois eles já vêm de casa com uma quantidade informações muito grande pela sua convivência familiar, social, pois os mesmos interagem e se apropriam de informações e estas são trocadas o tempo todo.
Vejamos nós professores, às vezes, não sabemos lidar com as mídias que para os nossos alunos na maioria das vezes são coisas banais ou muito simples, pois, eles vêem o uso do celular, por exemplo, como algo imprescindível, mas suas vidas como se sem eles estivessem fora de “orbita” totalmente desconectados da realidade e às vezes podemos até utilizá-lo como uma ferramenta para a aprendizagem. A interatividade dos nossos alunos através dos meios que eles circulem e compartilham. Suas falas e são ouvidos e que faz com que eles diferenciam as variações lingüísticas e saibam que é necessário ele saber articular a fala e a escrita de maneira correta e que tem um certo prestígio mas não desmerecer também as outras maneiras de ser expressas. Quando pensamos em pratica colocamos a leitura como norte onde o professor aluno como um exemplo, pois ele media a interpretação que o autor faz quando usa as palavras, ele discute o gênio a sua estrutura e a sua finalidade, mas não podemos esquecer que ela pode abrir diversos leques de possibilidades como: trabalhar com seqüência didáticas, atividades, com foco na escrita; projetos para trabalhar a alfabetização; projetos de leitura e acrescentam do que essa ação integradora deveria privilegiar todos as áreas do conhecimento, e como os meios tecnológico estão aí nosso dispor e não conseguimos separar ele do demais. Porque não pensar em tê-lo como aliado ( celular).

REFLEXÃO E AÇÃO 3 – CADERNO LINGUAGENS

A educação com mais tecnologias pode desenvolver uma postura crítica, constituindo-se numa das vias para a formação de uma consciência de diversidade de interesses no desenvolvimento tecnológico e da noção de sujeito social, que tenha espaço político para lutar por seus interesses. Há aqui a percepção profunda de um paradigma onde o educando/sujeito deixa seu status de conhecimento, que se relaciona com objetos, e passa a estabelecer novas relações para a construção de um entendimento consequentemente, de um conhecimento científico, que inclui a reação, reelaborando-o, ampliando-o, enfim, criando possibilidades de ação.
Dessa forma, a educação tecnológica no nível médio, deve propiciar situações de aprendizagem que reputem a ciência e a tecnologia, como resultados de escolhas sociais. Nesse cenário, considera-se que o professor é o grande articulador, permitindo a mobilização dos saberes, o desenvolvimento do processo e a realização de projetos nos quais os alunos estabeleçam conexões entre o conhecimento adquirido e o pretendido, com a finalidade de resolver situações-problema, em consonância com as condições intelectuais, emocionais e contextuais dos alunos.
A relação é baseada através de estudos, compreensão da dimensão social da ciência e da tecnologia, tanto do ponto de vista dos antecedentes sociais dos professores e principalmente dos educandos como de suas consequências sociais e ambientais, ou seja, tanto no que diz respeito aos fatores de natureza social, política ou econômica que modulam a mudança científico-tecnológica, como pelo que concerne às repercussões éticas, ambientais ou culturais dessa mudança.
Dessa forma, o enfoque ganha espaço no contexto educacional, visando a promover o letramento científico e tecnológico que ultrapasse conteúdos isolados, incluso no currículo dos alunos, sem a devida contextualização, permitindo um trabalho conjunto com as várias disciplinas que compõem o currículo, desenvolvendo um trabalho que possa levar o aluno a compreender a influência da ciência e da tecnologia e a interação entre elas.
Na atividade sugerida na reflexão e ação podemos perceber as diversas manifestações de linguagens presentes nos textos de revistas, (artística, corporal e escrita) linguagens estas que expressam fortíssimas tendências que buscam a definir um comportamento e reforçar uma cultura de necessidades no cotidiano da sociedade, seja pelo cultivo ao físico “belo”, seja pela necessidade de se consumir.
Nesse sentido onde a linguagem tem uma função determinística de criar necessidades, os componentes curriculares, tem a oportunidade e a função de trabalhar junto aos estudantes do ensino médio as dimensões do trabalho, da cultura, da ciência e da tecnologia, permitindo a sua real compreensão como fatores/dimensões que são criados de necessidades humanas e que podem ser utilizadas com fins de informação e conscientização para um crescimento educacional, pessoal e profissional ou seja para uma formação de um cidadão crítico, como também pode ser utilizada com a função de dominação e manipulação criando necessidades onde elas não existem. Daí a importância do domínio de seu conhecimento como condição necessária para uma formação crítica.
Cabe a nós educadores encontrarmos os meios para que nossos componentes curriculares trabalhem de forma interdisciplinar, buscando relacionar seus conteúdos de forma articulada e promovendo uma educação com maior contextualização do conhecimento.

REFLEXÃO E AÇÃO 4 – CADERNO LINGUAGENS

Através das reflexões realizadas pelo estudo do caderno, aliando-se a essas, nossas práticas de educadores, chegamos à conclusão do imenso desafio que temos enquanto educadores comprometidos com uma educação de melhor qualidade a nossos estudantes.
Nosso fazer pedagógico é carregado de tendências, onde sua compreensão é fundamental para uma organização curricular que se diz de formação crítica. Embora estejamos fundamentados na pedagogia histórico crítica, precisamos sim aprofundar nossos estudos de forma a compreendermos mais profundamente as raízes filosóficas que fundamentam nossa pedagogia e consequentemente nosso fazer pedagógico.
Enquanto educadores precisamos ainda compreender as práticas educacionais como uma “atividade Complexa” (LIBANEIO, 2010 p 22), desafiadora do momento educacional em que vivemos e através dessa conscientização procurarmos formas de contextualizarmos o conhecimento escolar entre os componentes curriculares, buscando alternativas de ensinar com uma metodologia que oportunize aos educando uma melhor compreensão do conhecimento escolar e consequentemente um maior interesse nos estudos.
A escola é um ambiente muito diversificado, onde as praticas variam de acordo com os professores que as realizam. No entanto as práticas de sala de aula deveriam ser pensadas coletivamente, preocupadas com um fazer pedagógico coletivo, onde os conteúdos definidos no currículo estejam em consonância entre as áreas de conhecimento e os componentes curriculares e de acordo com as necessidades de formação de nossos estudantes, compreendendo-os como sujeitos, com necessidades e vivências particulares e em desenvolvimento. Onde nosso fazer pedagógico fará toda a diferença em sua formação.
Tal organização se dará pela conscientização coletiva da escola como condição necessária para promover transformações na educação, compreendendo que não há método perfeito, no entanto a busca constante enquanto educadores é a de uma formação para o desenvolvimento humano de nossos estudantes.
Quanto à utilização da tecnologia em nossa prática pedagógica, muitos docentes encontram dificuldades, para ajustar satisfatoriamente esse recurso a sua pratica pedagógica, e outros a utilizam com propriedade buscando tornar a aula mais atrativa aos alunos, contextualizando a realidade tecnológica vivenciada pelos alunos, mas mesmo com a utilização das tecnologias em sala de aula notasse um desinteresse por parte do aluno nas atividades propostas para aula.

Qual o papel que a Matemática escolar pode desempenhar na formação humana integral dos estudantes do Ensino Médio?
Durante todo o processo de evolução da humanidade, podemos perceber a importância da matemática, cuja contribuição tem sido fundamental para o progresso, seja na medicina, na construção civil seja nos problemas mais complexos aos mais comuns e corriqueiros da vida do cidadão ela esta presente, quer seja num grau maior ou num grau menor de importância lá esta ela. Logo seu necessário aprendizado é fundamental para um cidadão exercer seus direitos numa plenitude desejável para um cidadão ativo e participativo do meio social em que esta inserido.
A construção do conhecimento matemático, se deu através de questionamentos e dúvidas a problemas que necessitavam de conhecimentos matemáticos para sua possível resolução, e os responsáveis em resolver esses problemas e responder as dúvidas e questionamentos da época eram em sua maioria estudiosos com formação em filosofia, matemática, física, entre outras, ou seja eram pessoas que detinham conhecimento em várias áreas, eram indivíduos que olhavam o mundo com olhos curiosos e buscavam incessantemente alimentar sua “formação global”.
O professor, o mestre, deve ser também um cidadão com amplo conhecimento em diversas áreas, deve ter acesso esse “fogo” por conhecimento e despertar esse interesse também em seus alunos.
No entanto observa-se uma grande problemática envolvendo os alunos e professores, não distantes uns dos outros, pois, alunos não compreendem a aplicação de tantos conceitos, ora por déficits de aprendizagem ora por dificuldades interpretativas, os professores por sua vez não conseguem contextualizar todos os conteúdos propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais e Diretrizes Curriculares Estaduais, muitas vezes não por dificuldades e sim por falta de formação na graduação e nas especializações. Essa disciplina sofre ainda com o formalismo e o tradicionalismo a que foi submetida durante anos. No entanto desmistifica – lá, é necessário, para que nos dias de hoje a matemática possa desempenhar seu papel na formação integral do indivíduo.
Atualmente no Brasil o processo educativo está desgastado e clama por mudanças; é notória essa fragilidade em todas as disciplinas do currículo básico.
Em nossa Sociedade Contemporânea, dominada pela tecnologia e pela informação fácil e rápida num simples clicar, onde tudo parece que já nasceu pronto, temos nossos alunos, que encantados pela tecnologia e pelo acesso a um mundo virtual, onde podem acessar e conhecer o mundo sem sair de casa. Tal avanço tecnológico, dificulta e ocasiona um distanciamento dos jovens ao conhecimento escolar, e as redes sociais alavancam essa postura. Atualmente a maioria dos alunos simplesmente escolhe ficar na internet, jogando ou conversando em vez de buscar outras atividades que oportunizam um conhecimento mais culto, muitos acreditam nas informações apresentadas na internet como soberanas e nunca questionam suas fontes e veracidade. Estudar tornou-se uma atividade pouco atrativa a uma grande maioria dos educandos, e embora tenhamos a educação como um direito garantido a todos, ainda temos na aprendizagem efetiva um desafio a ser superado, não só na aprendizagem matemática mas na educação como um todo, pois a matemática não se aprende isolada, depende de uma integração com as demais áreas de conhecimento, depende de muito estudo e muito esforço para que o aluno perceba sua importância tanto para evolução da humanidade, como para seu desenvolvimento e crescimento enquanto cidadão ativo e participativo, que se pretende formar na escola.
A escola, a família e a sociedade como um todo devem proporcionar ao aluno todas as possibilidades para seu desenvolvimento, é importantíssimo ainda o “inter-relacionamento” que as demais disciplinas mantêm com a matemática tendo em vista que compreender o mundo através da matemática não é uma tarefa isolada da matemática e sim um compromisso de todas as áreas de conhecimento.
O professor, no entanto deve promover esse enfrentamento entre o conhecimento culto e necessário a uma formação de qualidade, com o conhecimento que o aluno tem a disposição na internet, é preciso ler e interpretar essas informações com criticidade, e por que não discuti-las em sala de aula.
Dada a dificuldade apresentadas por alunos em aprender matemática muitos teóricos da educação matemática já propõem um novo olhar sobre ela, como D’Ambrosio (1996). Sua proposta, como tantas outras, visa à formação cidadã do estudante, sua postura na sociedade e seu papel na mesma. No entanto, a importância e reconhecimento das possibilidades que disciplina oferece á vida do individuo, não garante a qualidade e muito menos a aprendizagem significativa da matemática, é necessário dedicação e aplicação em seu estudo, o que deve ocorrer desde cedo, pois a matemática é uma linguagem específica que é vivenciada pela criança desde os primeiros anos de vida e que precisa ser compreendida para ser aprendida de forma prazerosa como uma linguagem de fácil compreensão e aplicação em seu cotidiano.
Através do exposto acima se percebe que a matemática e suas ferramentas são indispensáveis para a formação integral dos alunos e a sua compreensão não é isolada e tão pouco apenas para si própria. Ela conecta, integra e participa ativamente da construção do mundo e das suas tecnologias, é com ela e através dela que a humanidade tem prosperado e continuará a evoluir em todas as suas dimensões, daí a importância do conhecimento matemático, para podermos compreender e colaborar nessa constante evolução, cumprindo desta forma seu papel fundamental na educação que é oportunizar uma formação que seja integral a nossos estudantes.

Reflexão e ação I – caderno V – Matemática.
Ao realizarmos a referida atividade proposta pelo caderno V – Matemática, realizamos a pesquisa com alguns Componentes Curriculares, conforme
também que os demais pensamentos matemáticos como o Indutivo, o Geométrico-espacial, e o Não-determinístico, também assumem apresentado na tabela abaixo.
Concluímos que realmente o pensamento Lógico-dedutivo é um pensamento mais presente e efetivo nos diversos componentes curriculares, no entanto entendemos sua importância em igual teor nas diversas áreas de conhecimento, o que deve realmente ser levado em conta nos momentos de planejamentos individuais e coletivos realizados pelas diversas áreas do conhecimento.
Reforça-se ainda com a presente pesquisa realizada junto aos componentes curriculares, a importância da matemática em seus contextos de ensino e que a matemática não é uma atividade isolada, esta presente em todas as áreas de conhecimento, através das expressões de seus pensamentos, sejam eles o Indutivo, o Lógico-dedutivo, o Não-determinístico ou o Geométrico-espacial. Dai a importância de que o ensino da matemática deve se dar em um contexto de complementação junto com as demais áreas do conhecimento, superando assim o paradigma que o aluno carrega de que se aprende matemática somente em matemática. A nós educadores, fica a responsabilidade de que o ensino, compreensão e aplicação da matemática nos mais diversos contextos é compromisso de todos, pois é um conhecimento presente em todos os momentos de nossas vidas.
Componente Curricular Breve descrição da Atividade Tipos de pensamento matemático envolvidos
(atividade desenvolvida durante a semana) Pensamentos:
-Indutivo;
- Lógico-dedutivo;
- Geométrico-espacial;
- não-deterministico.
Sociologia Analise das porcentagens das intenções de voto das campanhas dos candidatos a presidência da República nas eleições 2014 enfatizando as conclusões dos erros e acertos dos possíveis resultados obtidos pelos Lógico-dedutivo,
Não-deterministico,

Química Reconhecer e classificar as transformações químicas envolvidas na produção e no consumo de compostos de importância social. Indutivo;
Lógico-dedutivo;
Não-deterministico
Geografia A integração da cartografia: A Escala dos mapas, que requerem a transformação de Km em metros. Lógico – dedutivo;
Geométrico espacial;

Contabilidade (Curso Técnico em Administração) Análise das demonstrações financeira transformadas em porcentagens. Lógico dedutivo;
Indutivo;

Homem Vitruviano

Um diagrama é uma representação visual estruturada e simplificada de um determinado conceito ou ideia. Existem diversos tipos de diagramas e são utilizados em quase todas as áreas do conhecimento humano.
Os diagramas têm uma capacidade única de expressar ideias complexa de uma maneira simples e uma beleza intelectual e artística que tem o poder de despertar a admiração e mudar nossas percepções.
O mesmo pode se dizer do criador Leonardo da Vinci , com o diagrama O homem vitruviano o mais perfeito dos desenhos.
O diagrama apresenta tantas camadas que é basicamente sobre o corpo e anatomia humana mas se você “cavar” mais fundo vai ver que se trata de geometria e matemática, mas na verdade é uma solução para um problema antigo de arquitetura sobre as proporções relativas entre os prédios e o homem. Outros antes de Leonardo tentaram resolver esse quebra-cabeça mas falharam.
A solução de Leonardo em O homem vitruviano nos dá visão única do corpo humano que é obsessivamente simétrico enganosamente simples, mas de uma beleza extraordinária.
Sobre muitas camadas o diagrama é uma forma complexa que mostra o homem como um modelo perfeito para a arquitetura geométrica que ilustra uma ideia profunda que o corpo humano é a suprema criação de Deus.
Leonardo da Vinci foi um dos maiores artistas do Renascimento italiano, poucos lugares expressam melhor essa explosão de ideias, pinturas, engenharia e arquitetura do que Veneza um dos lugares que o artista passou.
Os desenhos de Leonardo abrangem todo o corpo humano cobrindo todos os detalhes imagináveis como pés, caveiras, mãos, edifícios e máquinas, músculos e tendões, corações e pulmões obsessivamente observou e dissecou o corpo humano e desenhou todas as partes algo que nenhum artista fizera antes. Para ele ciência e arte eram um, sua tarefa era revelar que suas proporções geométricas perfeitas governavam o mundo natural.
Leonardo desenhou o homem vitruviano em 1480, pouco depois da primeira publicação na Europa de Vitruvio sobre arquitetura. Para qualquer construção ser bonita para Vitrúvio ele deve ter perfeita simetria e proporções como na natureza assim como o objeto mais perfeito da natureza o homem, logo, um edifício perfeito tem que ser proporcional igual ao corpo humano
O homem vitruviano foi a resposta de Leonardo, o desafio de colocar um homem de costas com os braços estendidos com os dedos das mãos e pés tocando a circunferência e com seu umbigo no centro e ao mesmo tempo colocar a mesma figura dentro de um quadrado. Acima do desenho está escrito todas as proporções que seria uma solução pra um problema de arquitetura e por isso as diferentes proporções o desenho mostra toda a articulação entre o corpo e a arquitetura.

ESTUDOS DOS CADERNOS DA SEGUNDA ETAPA POR ÁREAS DE CONHECIMENTO:
Ciências Humanas; Ciências da Natureza; Linguagens e Matemática.

A organização dos cadernos da segunda etapa do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, por área de conhecimento foi muito bem elaborada, uma vez que busca a contextualização do conhecimento para o aluno, permite a retomada da discussão sobre nossos sujeitos do Ensino Médio, ressaltando a importância de conhecermos ainda mais nossos alunos, para que possamos desenvolver as atividades que lhes permitam compreender as dimensões do Trabalho, Ciência, Cultura e Tecnologia, oportunizando ainda aos educadores, possibilidades para esse desenvolvimento através das possibilidades de abordagens pedagógicos-curriculares.
No entanto, ao iniciarmos nossos estudos sobre o caderno 2 da segunda etapa – Ciências Humanas, pudemos constatar um direcionamento muito forte para o trabalho por projetos dentro das áreas de conhecimento, o que se segue nos demais cadernos, o que de certa forma se choca com nossa organização curricular no Estado do Paraná, que se dá de acordo com as Diretrizes Curriculares Estaduais, através de uma organização por disciplinas, organização esta amplamente discutida e elaborada com a participação dos educadores.
A interdisciplinaridade e a contextualização do conhecimento escolar promovida pelas DCNEM e fortemente defendida pelo Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, com vistas a melhorar a aprendizagem aos alunos, já é uma realidade pensada na elaboração das DCEs e praticada por nós educadores do estado do Paraná. O que precisamos sim é intensificar essas ações no sentido de aprimorarmos nossos trabalhos buscando essa aproximação maior entres as disciplinas escolares com a finalidade de se ampliar ainda mais essa inter-relação dos conteúdos escolares.
Desta forma os estudos dos cadernos da segunda etapa se deram no sentido de promover a interdisciplinaridade entre as área de conhecimento buscando a contextualização do conhecimento escolar como forma de estarmos oportunizando uma educação de melhor qualidade e que os alunos possam perceber sua importância em seu cotidiano, despertando assim seu interesse pelos estudos.
Tal prática, no entanto requer mudanças, e mudanças muitas vezes causam desconforto, mas são necessárias e isso ficou muito latente entre nós professores participantes do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, necessidade de estarmos buscando alternativas para melhorarmos nossas condições de trabalho. Nesse sentido torna-se imperial:
-A reorganização na estrutura da hora-atividade, de forma que seja oportunizada uma concentração por área de conhecimento, o que entendemos não ser fácil de ser organizada, mas, no entanto necessária;
-A reestrutura de nosso Projeto Político Pedagógico, de acordo com as necessidades que sentimos ao realizarmos a etapa 1 e etapa 2 do Pacto.
-A necessidade de mais cursos no formato do Pacto e que estejam de encontro com as demandas da realidade escolar, como avaliação, comportamento, práticas interdisciplinares entre outros....
E, embora as mudanças na educação ocorram muito lentamente, os estudos promovidos pelo Pacto, atingem seus objetivos junto aos educadores, despertando o inconformismo e promovendo uma busca constante de melhoria, tendo a clareza que educar é um ato conjunto de grupo de equipe e não uma ação isolada desse ou daquele profissional.
Nesse sentido fica o desafio: Qual conteúdo de minha disciplina atende aos eixos integradores da dimensão do trabalho, ciência, cultura e tecnologia, (conforme prerrogativa das DCNEM) que de conta de atender as necessidades de meu aluno, de forma que esse conteúdo contemple as outras disciplinas para que trabalhando em conjunto (interdisciplinaridade) possamos desenvolver ações que permitam a nosso educando perceber a importância de cada conteúdo em seu contexto aplicando-o a seu cotidiano (contextualização), compreendendo dessa forma sua importância para formação de um cidadão, ativo e participativo na sociedade?

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imagem de Márcia Mendes da Fonseca

Colégio Est Jardim Consolata - Cascavel - ETAPA II - MATEMÁTICA

Reflexão e Ação V
Ao analisar a figura “O Homem Vitruviano” podemos perceber que é repleta de simbologia, nas várias áreas do saber e instituições segundo alguns estudiosos analisar a obra iniciada com Marcus Vitruvius Pollio, mas este não conseguiu as medidas certas e foi o artista, matemático entre tantos outros títulos, Leonardo da Vinci que adquiriu a perfeição , ou seja, a figura humana dentro do círculo e do quadrado as medidas são feitas através de palmos e todas elas consideradas proporções divinas perfeitas ( o círculo é a simbologia da divindade e o quadrado tem a ver com a numerologia sagrada, também mostra a relação do homem com universo). Está integrada às figuras geométricas; o formato de cruz nos braços é o símbolo de verticalização do homem em busca do sagrado, trabalhando a matéria e a posição horizontal. O desenho é um pentagrama, ou seja, o símbolo de uma estrela de cinco pontas e ainda representa a relação do homem com a natureza, que são os quatro elementos; terra, água, ar e fogo e ainda com a personalidade do ser humano, a cabeça e o raciocínio. Considerando o século em que foi criada e aperfeiçoada, podemos perceber a dificuldade para se achar as medidas corretas, mas por erro e acerto de um e de outro, chegou-se as formas perfeitas, deixando um legado de estudo a respeito da imagem que nos remete a tantas áreas do conhecimento. De acordo Sam Houston State University; Da Vinci resolveu o “quadradura dentro do círculo”, a solução 99,8 por cento de precisão o que é mais possível para resoluções geométricas entre outras considerações e ainda a NASA diz que usando o círculo exterior, ele mostra como o centro do homem da gravidade que permanecem fixos no espaço, se o círculo começou a girar. É de grande valor a obra apresentada, pois pode ser usada não só na matemática no uso da geometria e outros; mas na filosofia, quanto aos questionamentos a respeito das medidas e comportamento humano, os símbolos...; na química poderia ser usadas fórmulas, experimentos assim como na física as medidas ( palmos ); na história e sociologia poderia ser trabalhado o contexto histórico confrontando com os dias atuais, mostrar o modo de vida das pessoas do século em que foi desenhado, o modo como foi calculado; na arte a forma, a construção da imagem a criatividade, as várias leituras; na geografia os elementos da natureza presentes na obra; na biologia o estudo do corpo humano (anatomia ), no português há a possibilidade de fazer as várias leituras da imagem, a criatividade do autor, o algoritmo, pois sendo considerado como tal, pode ser analisado como manual de instrução que mostra passo a passo como deve-se usar um eletrodoméstico por exemplo, para nos prevenir de maiores problemas, o uso da agenda que organiza as atividades diárias, o roteiro para fazer um trajeto para o trabalho ou para uma viagem, assim sendo, essas formas de leitura e atividades em geral que nos remetem a forma como o desenho foi construído e ainda com o contexto histórico e as condições da época em que foi criado, considerando as grandes realizações feitas no Renascimento italiano, momento esse de grandes descobertas realizadas pelo homem. Em relação aos quatro eixos seja na dimensão do Trabalho, é possível rever a maneira como calculava-se no em 1490 e como se calcula hoje podendo ir mais além; na Ciência, quanto as medidas de Vitruvius que não deram certo e veio a confirmar-se em Leonardo da Vinci; a cultura da sociedade deste século que antes tinha uma visão centrada em Deus e agora o homem evolui em estudo do próprio homem E na sociedade atual temos tantas formas de calcular de medir, tudo isso vem nos remeter as dificuldades tecnológicas dos séculos passados, os quais outros homens passaram ao construir a história passaram para se chegar à tecnologia de hoje, a exemplos de gráficos, aparelhos extremamente rápidos e precisos, utensílios domésticos, outros usados na área da construção civil, da medicina, dos meio de comunicação, enfim no fazer do cotidiano das pessoas.
Reflexão e Ação V
Ao analisar a figura “O Homem Vitruviano” podemos perceber que é repleta de simbologia, nas várias áreas do saber e instituições segundo alguns estudiosos analisar a obra iniciada com Marcus Vitruvius Pollio, mas este não conseguiu as medidas certas e foi o artista, matemático entre tantos outros títulos, Leonardo da Vinci que adquiriu a perfeição , ou seja, a figura humana dentro do círculo e do quadrado as medidas são feitas através de palmos e todas elas consideradas proporções divinas perfeitas ( o círculo é a simbologia da divindade e o quadrado tem a ver com a numerologia sagrada, também mostra a relação do homem com universo). Está integrada às figuras geométricas; o formato de cruz nos braços é o símbolo de verticalização do homem em busca do sagrado, trabalhando a matéria e a posição horizontal. O desenho é um pentagrama, ou seja, o símbolo de uma estrela de cinco pontas e ainda representa a relação do homem com a natureza, que são os quatro elementos; terra, água, ar e fogo e ainda com a personalidade do ser humano, a cabeça e o raciocínio. Considerando o século em que foi criada e aperfeiçoada, podemos perceber a dificuldade para se achar as medidas corretas, mas por erro e acerto de um e de outro, chegou-se as formas perfeitas, deixando um legado de estudo a respeito da imagem que nos remete a tantas áreas do conhecimento. De acordo Sam Houston State University; Da Vinci resolveu o “quadradura dentro do círculo”, a solução 99,8 por cento de precisão o que é mais possível para resoluções geométricas entre outras considerações e ainda a NASA diz que usando o círculo exterior, ele mostra como o centro do homem da gravidade que permanecem fixos no espaço, se o círculo começou a girar. É de grande valor a obra apresentada, pois pode ser usada não só na matemática no uso da geometria e outros; mas na filosofia, quanto aos questionamentos a respeito das medidas e comportamento humano, os símbolos...; na química poderia ser usadas fórmulas, experimentos assim como na física as medidas ( palmos ); na história e sociologia poderia ser trabalhado o contexto histórico confrontando com os dias atuais, mostrar o modo de vida das pessoas do século em que foi desenhado, o modo como foi calculado; na arte a forma, a construção da imagem a criatividade, as várias leituras; na geografia os elementos da natureza presentes na obra; na biologia o estudo do corpo humano (anatomia ), no português há a possibilidade de fazer as várias leituras da imagem, a criatividade do autor, o algoritmo, pois sendo considerado como tal, pode ser analisado como manual de instrução que mostra passo a passo como deve-se usar um eletrodoméstico por exemplo, para nos prevenir de maiores problemas, o uso da agenda que organiza as atividades diárias, o roteiro para fazer um trajeto para o trabalho ou para uma viagem, assim sendo, essas formas de leitura e atividades em geral que nos remetem a forma como o desenho foi construído e ainda com o contexto histórico e as Ao analisar a figura “O Homem Vitruviano” podemos perceber que é repleta de simbologia, nas várias áreas do saber e instituições segundo alguns estudiosos analisar a obra iniciada com Marcus Vitruvius Pollio, mas este não conseguiu as medidas certas e foi o artista, matemático entre tantos outros títulos, Leonardo da Vinci que adquiriu a perfeição, ou seja, a figura humana dentro do círculo e do quadrado as medidas são feitas através de palmos e todas elas consideradas proporções divinas perfeitas ( o círculo é a simbologia da divindade e o quadrado tem a ver com a numerologia sagrada, também mostra a relação do homem com universo). Esta integrada às figuras geométricas; o formato de cruz nos braços é o símbolo de verticalização do homem em busca do sagrado, trabalhando a matéria e a posição horizontal. O desenho é um pentagrama, ou seja, o símbolo de uma estrela de cinco pontas e ainda representa a relação do homem com a natureza, que são os quatro elementos; terra, água, ar e fogo e ainda com a personalidade do ser humano, a cabeça e o raciocínio. Considerando o século em que foi criado e aperfeiçoado, podemos perceber a dificuldade para se achar as medidas corretas, mas por erro e acerto de um e de outro, chegou-se as formas perfeitas, deixando um legado de estudo a respeito da imagem que nos remete a tantas áreas do conhecimento. De acordo Sam Houston State University; Da Vinci resolveu o “quadradura dentro do círculo”, a solução 99,8 por cento de precisão o que é mais possível para resoluções geométricas, entre outras considerações, e ainda a NASA diz que; usando o círculo exterior, ele mostra como o centro do homem da gravidade que permanecem fixos no espaço, se o círculo começou a girar. É de grande valor a obra apresentada, pois pode ser usada não só na matemática no uso da geometria e outros; mas na filosofia, quanto aos questionamentos a respeito das medidas e comportamento humano, os símbolos...; na química poderia ser usadas fórmulas, experimentos assim como na física as medidas ( palmos ); na história e sociologia poderia ser trabalhado o contexto histórico confrontando com os dias atuais, mostrar o modo de vida das pessoas do século em que foi desenhado, o modo como foi calculado; na arte a forma, a construção da imagem a criatividade, as várias leituras; na geografia os elementos da natureza presentes na obra; na biologia o estudo do corpo humano (anatomia ), no português há a possibilidade de fazer as várias leituras da imagem, a criatividade do autor, o algoritmo, pois sendo considerado como tal, pode ser analisado como manual de instrução que mostra passo a passo como deve-se usar um eletrodoméstico por exemplo, para nos prevenir de maiores problemas, o uso da agenda que organiza as atividades diárias, o roteiro para fazer um trajeto para o trabalho ou para uma viagem, assim sendo, essas formas de leituras e atividades em geral que nos remetem a forma como o desenho foi construído e ainda com o contexto histórico e as condições da época em que foi criado, considerando as grandes realizações feitas no Renascimento italiano, momento esse de grandes descobertas realizadas pelo homem. Em relação aos quatro eixos seja na dimensão do Trabalho, é possível rever a maneira como calculava-se no em 1490 e como se calcula hoje podendo ir mais além; na Ciência, quanto as medidas de Vitruvius que não deram certo e veio a confirmar-se em Leonardo da Vinci; a Cultura da sociedade deste século que antes tinha uma visão centrada em Deus e agora o homem evolui em estudo do próprio homem. E na sociedade atual temos tantas formas de calcular de medir, tudo isso vem nos remeter as dificuldades tecnológicas dos séculos passados, as quais outros homens passaram ao construir a história para chegar à Tecnologia de hoje, a exemplos de; gráficos, aparelhos extremamente rápidos e precisos, utensílios domésticos, outros usados na área da construção civil, da medicina, dos meios de comunicação, enfim no fazer do cotidiano das pessoas que segundo ( Brasil, 2011, p.2011) A Tecnologia..."Transformação da ciência em força produtiva". A Ciência " conjunto de conhecimentos sistematizados..."( Brasil, 2011, p. 19 e 20 ) e Cultura... " sistema de ideias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrão de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade." ( Brasil, 2011, p.20 ),O Trabalho..." a ação humana transformadora que produz conhecimento" ( Brasil, 2011, p.20). Todos esses fazeres humano só vem a contribuir para a construção do conhecimento e o bem comum da sociedade em geral. condições da época em que foi criado, considerando as grandes realizações feitas no Renascimento italiano, momento esse de grandes descobertas realizadas pelo homem. Em relação aos quatro eixos seja na dimensão do Trabalho, é possível rever a maneira como calculava-se no em 1490 e como se calcula hoje podendo ir mais além; na Ciência, quanto as medidas de Vitruvius que não deram certo e veio a confirmar-se em Leonardo da Vinci; a cultura da sociedade deste século que antes tinha uma visão centrada em Deus e agora o homem evolui em estudo do próprio homem E na sociedade atual temos tantas formas de calcular de medir, tudo isso vem nos remeter as dificuldades tecnológicas dos séculos passados, os quais outros homens passaram ao construir a história passaram para se chegar à tecnologia de hoje, a exemplos de gráficos, aparelhos extremamente rápidos e precisos, utensílios domésticos, outros usados na área da construção civil, da medicina, dos meio de comunicação, enfim no fazer do cotidiano das pessoas.
Márcia Mendes da Fonseca

imagem de Maria ângela Garcia de Almeida

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: UM CONVITE À SAÚDE

Etapa II – Caderno V – Matemática
Colégio Estadual Cyro pereira de Camargo – Ensino Fundamental II, Ensino Médio e EJA
Pacto Para o Fortalecimento do Ensino Médio – 2014/2015
Orientadora de Estudos: Marineide Aparecida Garcia Canavezi

Cursistas: Loredana Constantim Ruffo
Lucinda Galhardo Ruziska
Maria Angela Garcia de Almeida
Rosângela Clemente Galvão Turini
Rosângela Maria Franco
Viomar Pereira

Tema: Alimentação saudável: Um convite à saúde

Justificativa
O tema escolhido para o projeto: Alimentação saudável: um convite à saúde, permite um trabalho interdisciplinar, abordando de forma interdisciplinar a discussão de assuntos relacionados à alimentação saudável, ampliando o conhecimento dos alunos sobre o tema, envolvendo conhecimentos de Arte, História, Biologia, Matemática, Geografia, Sociologia, Educação Física e Português.
A escola é um espaço privilegiado para a promoção as saúde e desempenha papel fundamental na formação de valores, hábitos e estilos de vida dos alunos.
Percebendo em dar destaque nesse assunto na escola, o presente tema, junto com as demais disciplinas em um trabalho interdisciplinar, visa promover dentro do processo educativo, conhecimentos, discussões e reflexões sobre um estilo de vida mais saudável, colaborando para a formação dos alunos, valorizando e trabalhando com hábitos alimentares mais saudáveis.

Objetivo Geral
Desenvolver hábitos alimentares saudáveis através de uma boa alimentação, identificando quais alimentos que não podem faltar no cardápio do nosso dia a dia, usando a matemática para auxiliar os cálculos de quantidades calóricas ingeridas, interpretando dados através de tabelas e gráficos.

Objetivos Específicos
- Compreender que uma alimentação equilibrada é indispensável a sua boa saúde física, mental e social;
- Incentivar os alunos a manter uma alimentação saudável e balanceada;
-Verificar seus próprios hábitos alimentares e familiares;
- Compreender o conceito de porções, usando unidades de medidas;
- Reconhecer a influência cultural nos hábitos alimentares.

Recursos / Estratégias
- Laboratório de informática
- Computadores, Internet
- Tv Multimídia
- Textos informativos
- Vídeos
- Slides
- DVD
- Data Show

Metodologia
Esta proposta de projeto de ensino aprendizagem tem por finalidade expandir o conhecimento do aluno sobre uma alimentação saudável e equilibrada para uma melhor qualidade de vida, trazendo como base o ensino da matemática e interagindo com outras disciplinas, fazendo um exercício em torno da construção de um projeto que possa sustentar em um trabalho coletivo com interação entre os diversos componentes curriculares.
O presente projeto será desenvolvido através de diversos meios e recursos de forma interdisciplinar, envolvendo conhecimentos de Arte, História, Biologia, Matemática, Geografia, Sociologia, Português e Educação Física.
A ação interdisciplinar acontecerá da seguinte forma:

Matemática:
Realizar a medição do IMC (Índice de massa corpórea), medida e peso dos alunos.
Tabelas e gráficos: explorar atividades com tabelas e gráficos da pirâmide alimentar, medida e peso, calorias e porções. Tabulação dos resultados junto com os alunos.
Trabalhar com cálculo de calorias, porções, unidades de medidas necessárias para o organismo.

Arte:
Estudar a pirâmide alimentar
Construções da pirâmide alimentar com recortes, colagem, desenhos, massa de modelar, etc

História:
Pesquisar sobre hábitos alimentares da família de cada um.
Pesquisar a cultura alimentar regional e familiar ao longo da história.

Biologia:
Trabalhar os nutrientes, valor calórico e higiene dos alimentos.
Pesquisar quais as doenças que podem surgir ao ter uma alimentação desequilibrada e desregrada.

Geografia:
Pesquisar sobre os costumes gastronômicos, típicos das diferentes regiões do nosso Estado, verificando as tendências que cada hábito possa desenvolver determinadas doenças.
Pesquisar alimentos com agrotóxicos e orgânicos e o impacto no meio ambiente e para a saúde das pessoas.

Português:
Ler e interpretar textos sobre o tema.
Pesquisar sobre as necessidades alimentares, alimentação equilibrada e necessidades calóricas de crianças, adolescentes, adultos e idosos. (Produção de texto)
Leitura e interpretação de rótulos dos alimentos, identificando a quantidade de sódio, gorduras, açúcar, conservantes, data de validade e etc.
Confecção de panfleto informativo, alertando as pessoas sobre a necessidade de uma boa alimentação para ser distribuído aos alunos e comunidade escolar.

Sociologia:
Trabalhar propagandas sobre a indústria e comércio dos alimentos, a mídia e tecnologia dos alimentos.

Educação Física
Palestra sobre a importância de uma alimentação saudável para uma melhor qualidade de vida, realizada por uma nutricionista, que falará aos alunos sobre como o alimento é importante na nossa vida, como uma boa alimentação pode ajudar a evitar doenças, quais alimentos devemos evitar, quantidades nas refeições, calorias dos alimentos, pirâmide alimentar e lanches em fast food.
Organizar uma roda na sala de aula para realizar um debate sobre a palestra.
Orientar e estimular todos os alunos a expressarem suas ideias e, ao mesmo tempo, ouvirem as ideias dos outros colegas.
Discutir com os alunos quais as consequências e uma má alimentação e da alimentação fast food para a saúde, bem como a influência da mídia no consumo deste tipo de alimentos.
Júri simulado abordando abordando a seguinte questão:
• Alimentos industrializados x alimentos naturais: o mais rápido ou o mais saudável?
• Fast food x alimentação saudável: qual foi a sua escolha?
Após o debate, discutir com os alunos sobre os hábitos alimentares e o que pode ser feito para melhorar as escolhas de alimentos.

Avaliação
A avaliação será diagnóstica, processual e contínua, ou seja, realizada no decorrer de todas as atividades, por meio da participação, atitude, comprometimento e organização dos alunos.

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Prevenir é sempre melhor. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.

FISBERG, M. et al. Hábitos alimentares na adolescencia. In: Atualização Científica em Nutrição: nutrição da criança e do adolescente. Porto Alegre: Atheneu; 2002. p.66-93.

MENESTRINA, Eloi: Educação Física e saúde. E ed.ver.Amp./júri: Editora Unijuí,2000.

TIRAPEGUI, J. Nutrição: fundamentos e aspectos atuais. São Paulo: Atheneu, 2002, p. 90.

:http://www.portaldepaulinia.com.br/images/stories/2011/marco/saude_fastfood.jpg Acesso em: 28/10/2015
http://www.anutricionista.com/alimentacao-na-adolescencia-como-fazer.html. Acesso em: 30/10/2015
http://nutricao.saude.gov.br/guia_objetivo.php.Acesso Acesso em: 30/10/2015
http://www.alimentacaosaudavel.org/ Acesso em: 08/11/2015

http://www.saude.sp.gov.br/ Acesso em: 11/11/2015

http://www.scielo.org/index.php?lang=pt Acesso em: 11/11/2015

imagem de cintya braz cordel

CADERNO 2 - TEMÁTICA III

COLÉGIO ESTADUAL 31 DE MARÇO - PONTA GROSSA - PR
EQUIPE: Diclea Teixeira Godoy, Cintya Cordel, Marcos Monteiro, Luiz Carlos Stremel, RosÂngela Pedroso, Ronaldo da Silva

REFLEXÃO E AÇÃO 3
Escolhemos como tema a utilização do aparelho telefônico celular na atualidade.

A relação entre este tema com as disciplinas são:
BIOLOGIA- Audição humana e os possíveis danos causados pelo uso excessivo de fone de ouvido, descarte das baterias e os impactos ambientais, possíveis danos ao cérebro devido as ondas sonoras.
GEOGRAFIA – globalização, comunicação entre as pessoas.
QUÍMICA – componentes químicos da bateria, reações químicas.
FÍSICA – ondas sonoras (tipos, frequência), influência das ondas sonoras no organismo.
Este tema deverá ser trabalhado de forma investigativa, induzindo o aluno a pesquisar sobre as diferentes formas de comunicação humana, aspectos biológicos, psicológicos e sociais envolvidos. Também os alunos deverão debater questões como a utilização do aparelho celular como fonte de conhecimento e se esta utilização ocasiona a diminuição do contato físico entre as pessoas.
INGLÊS- mudanças no vocabulário para comunicação usando o celular - Maneiras de se comunicar usando o celular. (txt and phoning) Questões sociais como consequência do uso do aparelho celular (globalization or isolation? Information or knowledge?)

REFLEXÃO E AÇÃO 4 (p. 41)

Desenvolver o projeto!!

1- IDENTIFICAÇÃO
Escola: Colégio Estadual 31de Março NRE: Ponta Grossa
Autores: Marcos Monteiro (coordenador), Dicléa Teixeira, Cintya Braz Cordel, Rosangela Santana Pedroso, Luiz Carlos S. Stremel, Ronaldo
Disciplinas: Química, Língua Estrangeira Moderna-Inglês, Geografia, Física e História

2- TEMA: Uso do aparelho celular na atualidade

2.1 Problematização do tema
O presente trabalho pretende investigar o uso do aparelho celular pelos alunos e oferecer informações e conteúdos específicos de cada disciplina relacionados com o tema.

3-JUSTICATIVA
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio considerando que

“a função precípua da educação, de um modo geral, e do Ensino Médio, em particular, vai além da formação profissional e atinge a construção da cidadania, é preciso oferecer aos nossos jovens novas perspectivas culturais para que possam expandir seus horizontes e dotá-los de autonomia intelectual assegurando-lhes o acesso ao conhecimento sem perder de vista que a educação também é, em grande medida, uma chave para o exercício dos demais direitos sociais” (pág. 145)

assim, considerando, também, as propostas do Ministério da Educação Cultura e Desportos para mudanças no currículo do Ensino Médio e as questões do atendimento das demandas das juventude e as mudanças e exigências no mundo do trabalho, propomos este projeto interdisciplinar, voltado para o uso pedagógico do celular e análise e reflexão sobre o uso indiscriminado do referido aparelho.

4. Objetivos:
4.1- Geral:
- Investigar a relação entre informação e conhecimento através do uso do celular pelos alunos

4.2- Específicos: cada disciplina trabalhará com os objetivos específicos relacionados com o tema

5- Conteúdos e metodologias
BIOLOGIA-
►Audição humana e os possíveis danos causados pelo uso excessivo de fone de ouvido, ►descarte das baterias e os impactos ambientais,
► possíveis danos ao cérebro devido as ondas sonoras.

GEOGRAFIA

►Globalização e seus efeitos:
- processo histórico;
- desemprego estrutural;
- transformações no espaço geográfico;
- aculturação e consumismo;
- impactos ambientais.

Metodologia
Metodologia
Em grupos pesquisar sobre a revolução industrial e após construir uma linha do tempo com as principais invenções.
Debater com auxilio de slides produzidos pelo professor as mudanças tecnológicas que ocorreram com as inovações tecnológicas no espaço e na sociedade.
Assistir ao vídeo “História das Coisas” disponível em http://youtube.com/watch?v=xBCoc842FV8 e discutir as ideias apresentadas sobre o consumismo/capitalismo dando ênfase a absolecência programada dos aparelhos celulares e outros eletrônicos.
Produzir vídeos com o uso dos aparelhos celulares mostrando os impactos ambientais decorrentes do consumismo.

QUÍMICA –
►componentes químicos da bateria,
►reações químicas.

FÍSICA –
►ondas sonoras (tipos, frequência), influência das ondas sonoras no organismo.

Metodologia
Atualmente o telefone celular faz parte do nosso dia a dia e é quase impossível nos imaginarmos sem ele. Com os alunos, em pequenos grupos, procurar fazer uma pesquisa com a população do bairro para descobrir qual é a principal função utilizada pelas pessoas ao usar estas facilidades: ler e mandar e-mails, assistir a vídeos, tirar fotos, pesquisar e navegar na internet, telefonar, etc.
De posse dos dados de pesquisa, faze-los organizar esses dados em gráficos e tabelas e, ao apresentá-los à turma, discutir as implicações sociais e econômicas da universalização do uso do celular. Aproveitar o momento também para analisar e discutir os problemas fisiológicos, supostamente associados ao uso excessivo do telefone celular (efeito das radiações relacionadas à telefonia celular), dada a proximidade entre o aparelho e a cabeça do usuário, pois suspeita-se que a radiação possa causar algum tipo de dano aos tecidos, a longo prazo.
Fazer com os dados coletados construção de gráficos e tabelas, utilizando funções básicas de uma planilha eletrônica.

INGLÊS-
►mudanças no vocabulário para comunicação usando o celular –
► Maneiras de se comunicar usando o celular. (txt and phoning)
►Questões sociais como consequência do uso do aparelho celular (globalization or isolation? Information or knowledge?)
Metodologia
Através de charge promover discussão com os alunos sobre o uso da tecnologia, mais especificamente do aparelho celular. Quais as maneiras mais usadas para comunicação via celular (Txt – mensagens ou phoning – fala) O uso do aparelho celular está de fato contribuindo para a globalização? As pessoas não estão se isolando mais em virtude da facilidade de comunicação via celular? Até que ponto esse isolamento é prejudicial ou não para as pessoas? O fácil acesso estará contribuindo para a aquisição do conhecimento ou apenas oferecendo informações que são efêmeras? Explorar o vocabulário usado na língua inglesa e na língua portuguesa, tanto para comunicação como para conhecimento de termos técnicos

HISTÓRIA
►OFICINA. AS TECNOLOGIAS ATUAIS.

Conteúdos:
A tecnologia e a apropriação da natureza pelo homem.
O processo de urbanização/industrialização e suas consequencias para a sustentabilidade: as contradições do progresso
Como a qualidade de vida deve ser compreendida nas suas múltiplas dimensões: trabalho, família, e sociedade.

3 – Metodologia:
O professor orienta as equipes à pesquisarem sobre os conceitos envolvidos com as transformações das sociedade, relacionando à diversidade política e cultural com os períodos da História estudado. Sob a orientação do professor, as equipes pesquisam nos livros de História sobre a teoria dos temas relacionados sobre as características culturais de civilizações com base na luta para a sobrevivência.
A equipe deverá pesquisar sobre um tema sobre o assunto determinado pelo professor à cada equipe.Os assuntos relacionados às equipes intercalam-se proporcionando a todos um resultado final para a compreensão do TEMA GERAL da oficina. As equipes deverão pesquisar sobre o tema apresentado pelo professor à equipe para a realização de um SEMINÁRIO AVALIATIVO.
Apresentação de mini aulas sobre os assuntos pré determinados pelo professor à equipe. A equipe deverá elaborar um relatório para o professor, um resumo para os outros alunos de cada equipe. A equipe apresentará em seminário o assunto pré- determinado para o evento, relacionando com a aula coordenada pelo professor.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS :
ARCHANJO, Léa Resende. Gênero da Educação - Relações de gênero do Colégio Estadual do Paraná (1950/1960). Curitiba: Aos Quatro Ventos, 1998, p. 04.
BOSI, Alfredo. Cultura Brasileira: Temas e situações. p. 149.BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Repensando a pesquisa participante. Ed. 19.
CHAGAS, Valnir. O vestibular e o ensino de 1º e 2º graus. In: Revista do Conselho de Reitorias das Universidades Brasileiras. Vol. 5: Brasília, 1980.
CHAUI, Marilena de Souza. O que é ideologia?. 22ª ed. . São Paulo: Brasiliense. 1986.
GANDIN, Danilo. E o vestibular? Esse crime tem saída? . Revista de Educação AEC. n.º 107/1998
GRAMSCI, Antonio. Scritti Giovanili. 1914-1918. Torino: Einaudi, 1958, p.23. Citado em Schmidt, Mário. Nova História crítica. São Paulo, Nova Geração, 2000.
LOURO, Guacira Lopes. “A História (oral) da educação: algumas reflexões”. In.: Em Aberto, Brasília: INEP/MEC, 1990, p. 23.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1990.
MENDES, Murilo. A História do curso secundário. São Paulo: Gráfica Paulista, 1935
NADAI, Elza. O ensino de História no Brasil: trajetória e perspectiva. Revista Brasileira de História. São Paulo. V. 13, n. 25/26, p. 143-162, set. 92/ ago. 93.
SANTOS DIAS, Margarida. Ensino de História: problemas e perspectivas. In.: DEBATES REGIONAIS III: Fazer História: (des)construção e incerteza.
João Pessoa, Almeida Gráfica e Editora LTDA/NDIHR/ANPUH, 2º semestre de 1996.
SCHMIDT, Maria Auxiliadora. A formação do professor de histórias e o cotidiano na sala de aula. In: BITTENCOURT, Circe (org). O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1997.

imagem de SIMONE APARECIDA PINHEIRO DE ALMEIDA

Atividade /reflexão Pacto - Matemática

COLÉGIO ESTADUAL PADRE ARNALDO JANSEN ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

1. REFLEXÃO E AÇÃO:
GRUPO 1: Paulo, Simone, Célia, Juliane, Edmir, Thiago, Elizabeth, Vanessa R., Marilene, Fernando, Elídia.
Caro Professor, cara Professora,
No texto dessa Unidade fizemos a afirmação de que há um predomínio, nem sempre desejável, do pensamento lógico-dedutivo nas atividades propostas em Matemática. Você, Professor de Matemática, concorda com isso? Ou o dominante é mesmo a mera prescrição de regras e procedimentos sem comprovação? Vamos pensar sobre o assunto? Nos exemplos que usamos no texto, há a indicação de atividades que podem ser pensadas por várias áreas ou componentes curriculares. Propomos que, em grupo, seja analisado um conjunto de atividades realizadas com os estudantes no período de uma semana. O ideal é que sejam analisadas as atividades de todos os componentes curriculares de uma determinada turma de estudantes na tentativa de observar e identificar os tipos de pensamento matemático que possam estar presentes nessas atividades. Sugerimos o uso da seguinte tabela:

Componente curricular Breve descrição da Atividade Tipos de pensamento matemático envolvidos
Filosofia;
Sociologia;
História;
Geografia;
Ed. Física;
Matemática;
Língua Portuguesa

Tratamento da informação gráficos e estatísticas:

Os professores deverão assistir o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=-E61WDtNlwM
Tratar as informações e saber tratar os dados. No gráfico virtual o professor explica sobre a formação do mundo. O que é estatística para que serve? Informações da sociedade (migrações, saúde pública, mortalidade, entre outros). Tirar informações da sociedade pegar os números os dados, quantificar e transformar em informação é possível por meio da estatística como ferramenta para ler o mundo e construir informação sobre esse mundo. Estatística não como um fim em si mesmo, “mas para ler o mundo” (Paulo Freire). Estatística para a cidadania. O vídeo cita o autor de Educação crítica Ole Skovsmose que defende que o ensino da matemática deverá atender aos objetivos das pessoas. Preparar o aluno para a leitura do mundo.
Conteúdo critico, porque estou estudado esse conteúdo, distanciamento crítico, o que a ferramenta me dá?
As disciplinas em seu componente curricular irão abordar a temática “violência contra a mulher”.

- Organizar dados de forma diferente;
- Reconhecer os dados;
- Resumir;
- Raciocínio encima do observado.
- Reflexão sobre os dados;
- Reflexão crítica sobre a violência contra a mulher na sociedade contemporânea.

Tratamento da Informação: a tecnologia no ensino da matemática.

Sociologia;
Filosofia;
História;
Geografia;
Ed. Física;
Matemática;
Língua Portuguesa.

Os professores deverão assistir o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=x5VObyQkrSE

- Perceber a importância da tecnologia para o tratamento da informação;

- Trabalhar a matemática (observando, interpretando) os dados, com recurso da tecnologia.
Com os dados completos dessa tabela, é possível identificar os tipos de pensamento matemático em todas as atividades? Quais serão os tipos de pensamento mais frequentes na sua área?
Nas áreas dos componentes curriculares indicados na tabela identifica-se que o pensamento matemático está presente em todas as áreas do conhecimento. Nas ciências humanas o pensamento mais frequente é a interpretação crítica acerca da interpretação dos dados matemáticos presentes em descritores estatísticos que apresentam diversos assuntos como: desigualdade, violência, gênero, educação, saúde, entre outros.
A partir das explicações e exemplos feitos no texto, pode-se verificar o que foi afirmado em relação a ser o pensamento lógico-dedutivo o mais usado nas atividades de Matemática?
Percebe-se pela discussão que a matemática não pode ser trabalhada numa perspectiva lógico-dedutivo, e sim na perspectiva da aplicação de instrumentos cognitivos constituídos de testes com foco na resolução de problemas.
Como produzir maior equilíbrio em relação aos diversos tipos de pensamento matemático? Como isso pode auxiliar em planejamentos individuais e coletivos que apontem a escolha do que será trabalhado com os jovens?
Os professores das diversas áreas, primeiro deverão compreender que é possível uma análise matemática relacionada a diversos assuntos. Após esse entendimento os mesmos deverão estar preparados para auxiliar os alunos na interpretação e resolução de problemas.
Os componentes curriculares podem ser organizados e trabalhados a partir das áreas do conhecimento considerando aspectos relevantes do contexto sociocultural, político, econômico, histórico e geográfico ao qual o aluno está inserido.

Compartilhem essa tabela e suas reflexões em formato de artigo publicando-as no Portal
EM dialogo, disponível em: http://www.emdialogo.uff.br

imagem de Luiz Antonio de Moura

A MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO

RELATÓRIO DO ENCONTRO PRESENCIAL- REFLEXÃO E AÇÃO
ETAPA 2 - TEMÁTICA Nº: 05 MÊS: OUTUBRO/NOVEMBRO 2015
MUNICÍPIO: CAMPINA GRANDE DO SUL
ESTABELECIMENTO: COLÉGIO ESTADUAL TIMBU VELHO
REFLEXÃO E AÇÃO I- Página 14
Caro Professor, cara Professora, No texto dessa Unidade fizemos a afirmação de que há um predomínio, nem sempre desejável, do pensamento lógico-dedutivo nas atividades propostas em Matemática. Você, Professor de Matemática, concorda com isso? Ou o dominante é mesmo a mera prescrição de regras e procedimentos sem comprovação? Vamos pensar sobre o assunto? Nos exemplos que usamos no texto, há a indicação de atividades que podem ser pensadas por várias áreas ou componentes curriculares. Propomos que, em grupo, seja analisado um conjunto de atividades realizadas com os estudantes no período de uma semana. O ideal é que sejam analisadas as atividades de todos os componentes curriculares de uma determinada turma de estudantes na tentativa de observar e identificar os tipos de pensamento matemático que possam estar presentes nessas atividades. Sugerimos o uso da seguinte tabela:
Componente curricular Breve descrição da Atividade Tipos de pensamento matemático envolvido.
... (acrescentem as linhas que forem necessárias) Com os dados completos dessa tabela, é possível identificar os tipos de pensamento matemático em todas as atividades? Quais serão os tipos de pensamento mais frequentes na sua área? A partir das explicações e exemplos feitos no texto, pode-se verificar o que foi afirmado em relação a ser o pensamento lógico-dedutivo o mais usado nas atividades de Matemática? Como produzir maior equilíbrio em relação aos diversos tipos de pensamento matemático? Como isso pode auxiliar em planejamentos individuais e coletivos que apontem a escolha do que será trabalhado com os jovens? É importante que o produto dessa reflexão possa ser utilizado em comparação com as outras atividades que propomos adiante. Compartilhem essa tabela e suas reflexões em formato de artigo publicando-as no Portal EMdialogo, disponível em: http://www.emdialogo.uff.br
O PENSAMENTO MATEMÁTICO NAS ATIVIDADES CURRICULARES NO ENSINO MÉDIO–REFLEXÕES SOBRE O CADERNO 5, PÁGINA 15, ATIVIDADE 1.
Claudinete Inácio da Silva Pimentel1
Doralice de Oliveira Pimentel2
Flávio Cristiano Lucena dos Santos3
Gleydson Ferreira da Silva4
José Robson dos Santos5
Maria Célia Queiroz de Castro6
Maria Verônica Inácio de Castro Lima7
Marília Gabriela Buarque Ferreira8
Rosângela dos Santos Amâncio9
Wellington Rodrigues de Araujo10
Resumo
Apresentamos neste artigo de reflexão, algumas sugestões de atividades em vários componentes curriculares, que compõem a formação de professores de Ensino Médio, da etapa II - caderno 5 – página 15 – atividade 1, do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, construídos pelos professores cursistas do SISMÉDIO da Escola Estadual Professora Margarez Maria Santos Lacet – SEE/AL, cujos conteúdos estão relacionados com os pensamentos matemáticos (indutivo; lógico dedutivo; geométrico-espacial; não-determinístico).
Sugerirmos uma metodologia dialética em sala de aula (a mobilização para o conhecimento; a construção do conhecimento; a elaboração da síntese do conhecimento) para nortear nossa prática pedagógica.
Argumentamos que o pensamento matemático deve ser explorado nas atividades propostas em sala de aula, pautado no diálogo entre estudantes e educadores, para oportunizarmos aos estudantes a construção de uma postura de estudantes-pesquisadores, quando realizarem uma nova leitura do seu cotidiano.
Palavras-chave: Pensamento matemático. Dialética. Componente curricular.
Introdução
No texto apresentado no caderno 5, da etapa II, há várias indicações para se desenvolver atividades relacionadas aos diversos componentes curriculares. Ao construirmos um conjunto de atividades para serem desenvolvidas com os
estudantes em sala de aula, com a participação coletiva dos professores de cada componente curricular, considerando as especificidades da turma, entre outros aspectos, podemos elencar os tipos de pensamentos matemáticos em cada área/componente e oportunizar um planejamento participativo, objetivando uma formação mais específica e abrangente para os estudantes.
Um fator fundamental para a consolidação dessas atividades é o estabelecimento de um diálogo entre estudantes, professores e coordenadores, pautado no respeito, dignidade e perseverança. A metodologia dialética nos fornece subsídios para o desenvolvimento das atividades curriculares mencionadas anteriormente. O objetivo principal dessa atividade é a tentativa de proporcionar uma formação humana integral para nossos estudantes.
Aporte teórico / Metodologia
O aporte teórico utilizado para o desenvolvimento das atividades curriculares no Ensino Médio é um recorte da teoria dialética do conhecimento, que segundo Vasconcellos (1992), o conhecimento se estabelece basicamente em três momentos, a saber: a síncrese; a análise; a síntese, considerando as especificidades na sala de aula.
De acordo com Vasconcellos (1992), a metodologia dialética pode ser caracterizada por meio de três dimensões do educador no seu fazer pedagógico para nortear seu trabalho em sala de aula. Nesse contexto, observamos a mobilização para o conhecimento; a construção do conhecimento; a elaboração da síntese do conhecimento.
A dimensão da mobilização para o conhecimento é o momento de provocar o interesse do estudante pelo objeto de estudo. Devemos nos esforçar para apresentar o objeto de estudo de forma motivadora, desafiadora, com significado para os estudantes, oportunizando uma significação inicial ou preliminar, na qual o sujeito observa o objeto de estudo como um desafio, elaborando conceitos ou representações mentais iniciais do objeto de estudo.
A dimensão da construção do conhecimento, segundo Vasconcellos (1992), é o momento no qual o educador colabora com o estudante no sentido de construir uma representação mental do objeto de estudo. É o momento de compreensão do objeto de estudo e as suas relações internas e externas, na tentativa de
compreender a sua essência. O estudante deve construir seu saber e/ou conhecimento por meio da elaboração de relações mais abrangentes possíveis.
A dimensão da elaboração da síntese do conhecimento, segundo Vasconcellos (1992), se caracteriza pela ajuda ao estudante a elaborar uma síntese do conhecimento do objeto de estudo. Nesse contexto, o educador interage com o percurso de construção do conhecimento que o estudante está realizando. Para Vasconcellos (1992), o método dialético de conhecimento em sala de aula se concretiza pela construção do conhecimento por meio do desenvolvimento do pensamento abstrato (com relações não aprendidas ou que não foram apropriadas pelo estudante) ao concreto (de pensamento), o que deve ser considerado em um conjunto de aulas ou no período de um curso.
Essa teoria não está em discordância com os cadernos elaborados pelo setor de Educação da Universidade do Paraná (UFPR) para o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, onde em seu caderno 5, etapa II, quando se refere aos jovens estudantes do ensino médio, diz:
[...] Torna-se necessário estabelecer estratégias para que a escola busque espaços de convivência onde todos se sintam instigados a participar da construção de conhecimentos. É fundamental superar a tendência de procurar de quem é a “culpa”, relativa àquela problemática, e desenvolver um novo olhar para a instituição escola e para as relações entre seus diferentes agentes, não esquecendo da inserção de todas as juventudes, com seus saberes, desejos e direitos, na escola. (ETAPA II, CADERNO 5, 2014, pag. 16)
Portanto, o que vemos atualmente em nossas escolas são jovens desestimulados e que perderam a curiosidade para o conhecimento escolar devido a práticas tradicionais e autoritárias que vetam essa característica tão importante para o processo de aprendizagem que é o caráter inquiridor, curioso trazido pelo estudante desde a infância. É preciso que a escola desenvolva por meio de
atividades integradas entre as áreas do conhecimento, estratégias que resgatem o interesse e a vontade de descobrir nos estudantes. Portanto, a matemática é uma importante área para favorecer o resurgimento da curiosidade e da vontade de aprender. É Importante salientar que esse não é o único aspecto responsável pelo insucesso escolar observado em nossas escolas.
A seguir, apresentaremos uma tabela com uma breve descrição das atividades propostas e seus respectivos pensamentos matemáticos.
Segue abaixo em anexo a tabela
Consideremos os seguintes questionamentos acerca dos dados da tabela acima.
Com os dados completos dessa tabela, é possível identificar os tipos de pensamento matemático em todas as atividades? Quais serão os tipos de pensamento mais frequentes na sua área/componente?
Sim, cada atividade proposta está relacionada com o pensamento correspondente. Em Matemática, por exemplo, há diversos conteúdos relacionados a cada pensamento matemático. O pensamento matemático mais frequente é o geométrico-espacial e o indutivo.
A partir das explicações e exemplos feitos no texto, pode-se verificar o que foi afirmado em relação a ser o pensamento lógico dedutivo o mais usado nas atividades de Matemática?
Não podemos generalizar afirmando que o pensamento lógico-dedutivo é o mais utilizado em Matemática, pois, os quatro pensamentos podem ser utilizados, o que acontece é que podem não ser explorados pelos professores.
Como produzir maior equilíbrio em relação aos diversos tipos de pensamento matemático?
É necessário se fazer um plano de trabalho coparticipativo com todos os componentes curriculares a fim de ser estabelecer links entre os diversos conteúdos a serem trabalhados com os estudantes.
Como isso pode auxiliar em planejamentos individuais e coletivos que apontem a escolha do que será trabalhado com os jovens?
É a elaboração do plano de trabalho coparticipativo que norteará quais os temas ou conteúdos que serão fundamentais para se trabalhar com os jovens e quando executá-los.
Considerações Finais
O diálogo é fundamental para a realização de uma proposta de trabalho pedagógico. Refletir sobre as necessidades individuais e coletivas; elencar aspectos favoráveis e/ou desfavoráveis na execução do trabalho pedagógico com os estudantes; entre outros aspectos, é essencial para o aprimoramento do fazer pedagógico de cada professor. Estabelecer um diálogo constante entre os professores dos diversos componentes curriculares no Ensino Médio, de maneira formal ou informal, é a primeira tomada de decisão para se buscar a concretização de um trabalho pedagógico que vise uma formação humana integral de nossos estudantes. A metodologia dialética pode ser uma alternativa para se alcançar essa formação pretendida. E para aprimorar a teoria dialética do conhecimento em sala de aula é fundamental que tenhamos momentos de reflexão coletiva com nossos pares na escola.
Anexo
COMPONENTE CURRICULAR
BREVE DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
TIPOS DE PENSAMENTOS MATEMÁTICOS ENVOLVIDOS
Geografia
Escala: Supondo que a sala de aula possui 10 metros de largura e 10 metros de comprimento, logo a sala tem 100m² de área. Então seriam necessários 100m² de papel para desenhar esta sala de aula. Bom e como resolveremos este problema utilizando seu caderno? A primeira conclusão que temos é que a área da sala deve ser reduzida para caber em um espaço de uma folha de seu caderno: 1. Pegamos a régua e medimos 10 cm no caderno, formando um quadrado que tem 10cm de lado; 2. Este quadrado é nossa sala de aula representada no papel;
Pensamento Indutivo
Pensamento Lógico Dedutivo
Pensamento Geométrico-Espacial
Pensamento Não-Determinístico
3. Ao fazer isso você já estabeleceu uma Escala de redução da sua sala, ou seja: 1cm ___corresponde a 1m 10cm___corresponde a 10m 1m é igual a 100cm Logo minha ESCALA da sala é de 1: 100 TIPOS DE ESCALAS A escala pode ser representada de duas formas a numérica e gráfica: 0 100 200 300 Escala Gráfica /_____/______/______/ cada 1cm no mapa representa 100cm no real Escala Numérica: 1: 100 APROFUNDANDO UM POUCO MAIS Mas o que quer dizer? Quer dizer que a cada 1cm no mapa eu tenho 1m na realidade, por cada um centímetro representar um metro eu tenho uma grande quantidade de detalhes, ou seja, quanto menor o valor numérico da escala, maior será a quantidade de detalhes deste mapa. Ao tempo que, quanto maior o valor numérico da escala, menor serão os detalhes apresentado no mapa.
Fórmulas para cálculo de Escala:
E = escala
D = distância na realidade
d = distância no mapa
E = D/d --------para calcular a Escala.
D = d*E-------para calcular a Distância Real.
d = D/E ------para calcular a distância no mapa.
Unidades de Medidas e Transformações
Km_________m__________cm
000 00
1km = 100.000 cm
1m = 100cm
Sugestão de Atividades:
1 – Qual distância real aproximadamente entre a cidade de São Paulo a Belo Horizonte, em linha reta, utilizando uma escala de 1:25.000.000, se essas distância no mapa mede 2cm. (fonte Sene e Moreira, 1998, p. 431) – Adaptado: Quirino – 2008.
2 – A distância real, em linha reta, entre o marco zero das cidades de Rio de Janeiro e São Paulo e de 362,5 km, que correspondem no mapa em linha
reta a 14,5 cm. Pergunta-se qual a Escala deste mapa? (fonte Sene e Moreira, 1998, p. 431) – Adaptado: Quirino – 2008
3 – A distância real entre a cidade A e a cidade B é 1000 km, sabe-se que a Escala utilizada para confeccionar o mapa é de 1:50.000.000. Então qual é a distância entre a cidade A e B, no mapa?
Matemática
Função Quadrática:
1. Apresentação de um vídeo que objetiva a compreensão do uso de tecnologias envolvendo o conceito de parábola.
2. Divisão da turma em grupos para análise científica de um problema levando em consideração:
a) Compreensão do problema;
b) Planejamento da solução do problema;
c) Execução do planejamento;
d) Análise Crítica dos resultados obtidos.
3. Debate em sala de aula sobre as soluções encontradas.
Pensamento Indutivo
Pensamento Geométrico-Espacial
Sociologia
Mobilidade Social e Estratificação Social
1. Explanação Conceitual e divisão da turma em grupos para pesquisa no laboratório de informática.
2. Socialização dos resultados da pesquisa e orientação dos grupos para apresentação em forma de Seminário.
3. Seminário abordando:
- o que é Mobilidade e Estratificação Social;
- os tipos de Mobilidade e a dinâmica da Estratificação;
- os processos opressores em sociedade.
A atividade tem por objetivo mostrar ao aluno que as divisões de classe são fruto do decorrer da nossa história, mas que pode haver mudanças se a luta existir.
Pensamento Indutivo
Pensamento Lógico Dedutivo
Pensamento Não-Determinístico
Física
Velocidade Média
Iniciar a aula falando sobre:
Ponto Material
É comum na Física não levarmos em conta as dimensões de um corpo. Vejamos o exemplo
Pensamento Indutivo
Pensamento Lógico Dedutivo
Pensamento Não-
um veículo em uma rodovia; se forem comparadas as dimensões do veículo com as da rodovia, poderemos tratar o veículo como algo muito pequeno.
"Ponto Material é um corpo cujas dimensões podem ser desprezadas."
Referencial
Movimento, o tipo de trajetória que ele descreve etc
Quando vamos estudar o comportamento de um corpo, é conveniente estabelecermos alguns critérios. Em Mecânica, se quisermos descrever o seu movimento, é importante adotarmos um referencial. Isto significa que ao adotarmos um ponto como referência, poderemos descrever se o corpo (em relação ao referencial) está ou não em
No exemplo a seguir, teremos três observadores em posições distintas. Veja como cada observador descreverá o tipo de trajetória realizada pelo ponto material. É um belo exemplo da importância do referencial.
Exemplo:
(UFMG) João, Pedro e Marcos observem um ponto P na borda de um disco que gira em um plano horizontal (figura). João se encontra acima do disco, sobre seu eixo, Pedro está no mesmo plano do disco e Marcos entre João e Pedro. Faça um desenho de como seriam as trajetórias do ponto P observadas por João, Marcos e Pedro, respectivamente.
Determinístico
Pensamento Geométrico-Espacial
Solução:
Para termos uma ideia do que o problema nos pede, vamos construir uma figura para cada um dos observadores em separado:
Marcos entre João e Pedro!
Pedro está no mesmo plano do disco!
Movimento e Repouso
Vimos há pouco que para descrever um movimento devemos estabelecer um referencial.
Veja o caso do motociclista abaixo. A medida que a posição da moto se altera, em relação ao marco inicial da rodovia (marco zero), poderemos afirmar que o corpo está em movimento. Quando a distância não se altera, dizemos que o corpo está em repouso.
Em virtude de termos adotado um referencial, podemos representar as duas posições
distintas do motociclista, veja a figura a seguir;
Espaço:
É a grandeza física (s) que determina a posição de um ponto material em uma trajetória.
s0 - É o espaço inicial de um ponto material ou seja a sua posição no instante t0=0 s - espaço final.
Podemos afirmar pelos cálculos que fizemos acima, que o motociclista "andou" 4km em 4 min.
Velocidade Média
Velocidade média é definida pela razão da variação de espaço pelo intervalo de tempo correspondente. l.
Referências
Formação de professores do ensino médio, etapa II - caderno IV: linguagens / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores : Adair Bonini... et al.]. – Curitiba: UFPR/Setor de Educação, 2014. 72p.
Formação de professores do ensino médio, etapa II - caderno V: matemática / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores: Ana Paula Jahn... et al.]. – Curitiba: UFPR/Setor de Educação, 2014. 49p.
KONDER, Leandro. O que é Dialética. 25ª ed. Editora Brasiliense, 1981. Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAABL8YAC/que-dialetica-leandro-konder
VASCONCELLOS, Celso dos S. Metodologia Dialética em Sala de Aula. In: Revista de Educação AEC. Brasília: abril de 1992 (n. 83).
http://geografiapratica.blogspot.com.br/2008/02/aula-01-eniso-mdio-1-ano...
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgWjEAE/plano-aula-velocidade-media
OBSERVAÇÃO: Este trabalho foi elaborado por: Claudinete Inácio da Silva Pimentel, Doralice de Oliveira Pimentel, Flávio Cristiano Lucena dos Santos, Gleydson Ferreira da Silva, José Robson dos Santos, Maria Célia Queiroz de Castro,
Maria Verônica Inácio de Castro Lima, Marília Gabriela Buarque Ferreira, Rosângela dos Santos Amâncio e Wellington Rodrigues de Araújo, visto que foram retirados alguns assuntos e acrescentamos uma tabela em anexo.
REFLEXÃO E AÇÃO II- Página 23
Caro Professor, cara Professora, Nessa unidade discutimos sobre as juventudes no Ensino Médio e do reconhecimento que, em geral, a curiosidade e a criatividade são pouco exploradas no cotidiano da escola para esses grupos. Vamos, então, fazer um exercício em torno da construção de um projeto que possa sustentar um trabalho coletivo dos estudantes e uma interação entre os diversos componentes curriculares? Isso pode ser realizado entre vocês professores e, depois, transposto para um planejamento nas atividades da escola junto com os jovens. Formulem uma ou mais perguntas em uma área de interesse do grupo. Percebam que é necessária uma negociação para a escolha dessas questões. Como foi a de vocês? A partir das escolhas feitas elaborem um projeto. Para tanto, propomos discutir as justificativas (por que o projeto é importante?) e os objetivos ou finalidades (o que se pretende alcançar com o projeto?). Outra discussão fundamental tem a ver com a metodologia ou planejamento de atividades (como o projeto será desenvolvido?). Por fim, quais instrumentos podem ser utilizados para a compreensão sobre o quanto os objetivos foram atingidos e sobre a adequação do planejamento? (Avaliação processual e das aprendizagens). Cada área de conhecimento ou componente curricular consegue se inserir nesse trabalho? Como identificar conhecimentos da área a partir das escolhas feitas por vocês? Como planejar atividades como essa no seu contexto? É preciso modificar a divisão dos tempos e repensar os espaços da escola? Se
ficaram interessados, sugerimos como leitura suplementar a seguinte obra: Trajetórias Criativas - Caderno 7 - Iniciação Científica disponível em: http://goo.gl/H
RESPOSTA: Pensando no futuro profissional dos nossos alunos, o Colégio Timbu, já está na 5ª edição da Feira de Profissões, onde a entrada é gratuita, e é aberta à toda comunidade, onde os alunos têm a oportunidade de conhecer a realidade de diversas profissões. Queremos refletir primeiramente sobre uma matéria, que lemos no site: http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/palavra/jbotelho/ge140202... dizia o seguinte:
Para os jovens que têm alguma ocupação ou profissão, a realidade é menos dura: embora somente 41% tenham sido absorvidos pelo mercado formal de trabalho, 82% do universo estão de alguma forma trabalhando e conseguindo remuneração mensal fixa ou variável. Segundo a pesquisa, para 79% dos 1.806 jovens entrevistados, apenas ter um emprego já é motivo de satisfação. Vejamos a distribuição dos entrevistados de acordo com o vínculo empregatício:
- 37: não têm carteira assinada;
- 15: têm carteira assinada;
- 15: trabalham por conta própria em ocupação temporária;
- 5: estão em outras situações;
- 3: trabalham por conta própria em ocupação regular;
- 2: são universitários e trabalham como autônomos;
- 2: são funcionários públicos;
- 2: trabalham para a própria família, sem remuneração fixa;
- 1: é de estagiários.
Diante disso, pensamos em 2 questões, sobre esta temática:
a) Por que os jovens com mais formação têm mais sucesso?
b) Como está o mercado de trabalho hoje no nosso país?
Assim, pensamos no projeto que já foi desenvolvido no mês de agosto, em nosso colégio ”Feira das Profissões”, onde tem como justificativa o Ensino Médio, onde diversos jovens têm momentos de indecisões quanto ao futuro profissional, visto que não é uma tarefa fácil saber qual carreira seguir, e é por isso que a Feira
tem como objetivo oportunizar os jovens, para tirar suas dúvidas sobre os cursos oferecidos, como são as carreiras e também tem a orientação de profissionais para organizar/ apresentar os projetos de pesquisa.
Para medir os objetivos dessa feira, partimos do pressuposto: Mercado de trabalho, e no final do ano letivo, vemos quais carreiras os alunos de 3º Ano decidiram optar. Vemos também que nem todos querem aprimorar o conhecimento, isto é, após a conclusão do E.M. optam por não iniciar uma graduação, e isto é algo que depende muito dos valores familiares que cada indivíduo traz consigo.
Durante a realização da Feira, vemos que todas as disciplinas foram contempladas, pois houve trabalhos desde Pedagogia até de Agronomia.
Para a realização deste trabalho foi necessário muita organização, empenho e dedicação, visto que a Educação é uma árvore que demora algum tempo para colhermos seus frutos!!!
REFLEXÃO E AÇÃO III- Página 32
Professor, professora, no decorrer desta Unidade propusemos dois exercícios individuais de reflexão a partir da sua especialidade. Chegou o momento de compartilhar suas ideias e anotações com os demais colegas. a) Sobre o Homem Vitruviano propomos que: - Compartilhem as anotações feitas anteriormente sobre o que identificaram no desenho de Leonardo da Vinci. - Explicitem quais articulações percebem nessa obra com as dimensões do trabalho, cultura, ciência, e tecnologia, compatíveis com a época em que ela foi produzida pelo artista.
RESPOSTA: Segundo o site: http://virusdaarte.net/leonardo-da-vinci-o-homem-vitruviano/
E da mesma forma que o corpo humano oferece um círculo que o rodeia, também podemos encontrar um quadrado onde esteja encerrado o nosso corpo. (Leonardo da Vinci). O Homem Vitruviano descreve uma figura masculina desnuda separadamente e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. O pintor italiano Leonardo da Vinci (1452 – 1519) é tido como uma das mais importantes figuras da arte ocidental. Embora tenha sido conhecido principalmente como pintor, era também cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.
Dentre os desenhos deixados por Leonardo, o Homem Vitruviano (ou o Homem de Vitrúvio) tornou-se um ícone cultural. Trata-se de um desenho encontrado em seus diários, feito por volta de 1490, que mostra o traçado e as proporções entre as diversas partes do corpo humano. Durante o Renascimento, muitos artistas, arquitetos e tratadistas puseram-se a interpretar os textos vitruvianos, para fazer novas representações gráficas, mas nenhum deles conseguiu combinar de forma harmoniosa e matemática as proporcionalidades do corpo humano e a solução da quadratura do círculo, conforme propunha Vitruvius. Dentre os desenhos que foram feitos, o de Leonardo da Vinci tornou-se o mais famoso e o mais difundido.
Ao examinar o desenho acima, o leitor notará que temos duas diferentes posturas, formadas pela combinação das posições dos braços e das pernas. Observe que a figura humana com braços e pernas em cruz está contida dentro do quadrado. Enquanto aquela com braços e pernas abertos está contida no círculo. A postura em cruz delimita os lados do quadrado, enquanto a postura com pernas e braços abertos delimita o círculo. A área das duas figuras geométricas é igual. O umbigo da figura humana é o seu real centro de gravidade, que continua imóvel, embora pareça se mover. Examinando o desenho como um todo, pode-se notar que a combinação das posições dos braços e das pernas forma quatro posturas diferentes: braços e pernas em cruz, braços e pernas abertos, braços em cruz e pernas abertas, braços abertos (para o alto) e pernas unidas.
Para percebemos as relações citadas abaixo tivemos como fonte de pesquisa: O site: Vírus Arte & Cia- especializado em Arte e Cultura. Vejamos:
Dimensão da cultura: presente por meio da: Proporção Áurea é usada na arte. É frequente a sua utilização em pinturas renascentistas. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi, como é chamado o número de ouro, pode ser encontrado na proporção dos seres humanos entre outras figuras da natureza.
Dimensão de tecnologia: Mesmo sendo uma época antiga, o pintor fez uso de vários cálculos matemáticos (braços e pernas) sem fazer uso de calculadora, e é aí que percebemos que a Matemática, existe há tempos, isto é, mostra a tecnologia de um certo período.
Dimensão de ciência/ trabalho: A esta concepção de trabalho está associada ao conhecimento de ciência e tecnologia, conhecimentos produzidos, sistematizados e legitimados socialmente ao longo da história, como resultado de um processo empreendido pela humanidade na busca da compreensão e
da transformação dos fenômenos naturais e sociais. (BRASIL, 2013b, p. 23, grifos dos autores).
b) Sobre a exposição idealizada: - Compartilhem e debatam as anotações feitas anteriormente sobre a idealização da exposição. - Registrem os conhecimentos que consideraram mobilizados em cada área de conhecimento e as articulações identificadas com as dimensões do trabalho, cultura, ciência e tecnologia. A partir desses dois exercícios de reflexão e combinando com as reflexões realizadas nas outras duas unidades, seria possível definir alguns critérios para a modificação de determinadas rotinas no trabalho semanal que permitissem novos planejamentos mais integrados?
RESPOSTA: Os conhecimentos que consideramos mobilizar cada área são:
Aula 01 – Tema: ” PROJETO DA VINCI”
Área: História, Artes e Língua Portuguesa
Conteúdo: Desenhos, leitura individual, percepção e obras de artes.
Procedimento:
1º momento
Apresentar algumas invenções de Da Vinci (Fotos), pedir que observem a reprodução que mais chamou a atenção (individualmente).
Em seguida pedir que relacionem o desenho com algo que já viram antes.
Mostrar imagens de um tanque de guerra e um aríete. (Estimular os comentários).
Ouvir as informações que as crianças têm sobre Da Vince. (Conhecimento prévio).
2º momento
Chamar a atenção para os impedimentos que Da Vinci deve ter encontrado na época, mas isso não o impediu de sonhar e criar.
Sugerir: Individualmente, pensem em algo que vocês gostariam de inventar ou desenvolver.
Para casa:
No caderno de desenhou ou folha de ofício: Trazer um protótipo (desenho) da invenção.
Registrar em uma folha de monobloco: O que é? Para que serve? Como funciona? E quais os recursos para sua construção.
AULA 2- SEQUÊNCIA DO PROJETO:
Área: Matemática e História.
Conteúdo: Leitura, interpretação; Invenções no tempo e no espaço; Formas e medidas.
Procedimento:
Apresentar em Power Point, as 10 melhores criações de Leonardo Da Vinci.
1. Homem Vitruviano;
2. Datação geológica;
3. Carro auto propelido;
4. A cidade ideal;
5. Parafuso voador (Projeto do helicóptero).
6. Canhão de três canos;
7. Planador com asas;
8. Ponte giratória;
9. Engrenagens para mergulho submarine;
10. Escrita reversa;
Sortear entre os alunos, para que eles possam trazer em uma semana, a melhor representação da invenção que recebeu. Pode ser representada com desenho crítico, colagem com recursos diversos ou maquete de sucata.
Assim, acreditamos que a modificação de determinadas rotinas no trabalho semanal, permitem novos planejamentos mais integrados, pois hoje, mais do que nunca, vivemos numa época em que comunicar-se é condição de sobrevivência [...]. Há muitas formas de comunicação, [...]linguagens gestuais, visual, gráfica (Desenho ou escrita) e verbal, apresentadas em um contexto de situações-problema com jogos. De acordo com nossa prática, temos observado que, em geral, não é muito comum considerar a comunicação e a compreensão dos conteúdos a serem aprendidos por meio de outros recursos além da leitura, escritos e outras representações, tão enfatizadas nas atividades escolares (Macedo, 2005).
Com a proposta do projeto “Da Vince “ confiamos na riqueza de informações, que podemos apresentar aos alunos e na amplidão de descobertas que serão proporcionadas. Da Vinci pode ser considerado como um gênio desafiante e estimulador, que vinculado a uma proposta lúdica irá incentivar a aprendizagem significativa nas deveras as disciplinas estudadas e no contexto educacional.
Observação: Tivemos como base referencial, o trabalho da professora Cássia Virgens, que realizou este trabalho na UNIDADE I, no ano de 2010, visto que a mesma não deixou postado em qual colégio trabalhou este plano de aula.
REFLEXÃO E AÇÃO IV- PÁGINA 39
Convidamos vocês, professores das áreas, a fazer o exercício de organizar conjuntamente as ideias discutidas no último exemplo, e outras que imaginarem, em subprojetos que acreditem ter viabilidade na sua escola, a partir da pergunta central formulada. Registrem seus subprojetos, as questões motivadoras, os objetivos e as ações pretendidas em uma tabela análoga àquela desenvolvida ao final do primeiro exemplo. Não esqueçam de discutir e registrar os processos adequados de avaliação para os subprojetos elencados.
Resposta:
Componente Curricular
Breve descrição da atividade
Tipos de pensamento envolvidos
Intertextualidades (Mona Lisa)
Área: Português, Artes e História
Conteúdo: Reconhecimento da obra; Leitura e intervenção artística.
Verificar o conhecimento prévio da turma. Trazer informações sobre o diálogo existente na intertextualidade. E suas ocorrências (Textos, pinturas...)
Trabalhando com intertextualidade artística
A partir da figura da Mona Lisa, permitir que a turma faça intervenções individuais, criando uma nova obra com base na imagem original.
Em seguida apresentar algumas intertextualidades semelhantes:
http://m.brasilescola.com/redacao/intertextualidade.htm A intertextualidade está presente também em outras áreas, como na pintura, veja as várias versões da famosa pintura de Leonardo da Vinci, Mona Lisa:
Comunicação e expressão.
Mona Lisa, Leonardo da Vinci. Óleo sobre tela, 1503.
Mona Lisa, de Marcel Duchamp, 1919.
Mona Lisa, Fernando Botero, 1978.
Mona Lisa, propaganda publicitária. Por Marina Cabral Especialista em Língua Portuguesa e Literatura.
Dessa maneira, percebemos que o desenvolvimento da vida social exigiu que os homens ampliassem o uso de formas verbais de comunicação e compreendessem o funcionamento e alcance da linguagem, pois esta instaura uma realidade imaginária, faz ver o que ainda não existe e traz de volta o que desapareceu. http://imgur.com/rDA31lK ((UFMG) João, Pedro e Marcos) http://imgur.com/8YzoGCE (Para termos uma ideia) http://imgur.com/yRRKw2c (Pedro está no mesmo plano do disco!) http://imgur.com/G1qMw2k (Movimento e Repouso) http://imgur.com/GSiqJIf (posições distintas do motociclista, veja a figura a seguir) http://imgur.com/JfEQIfl (sua posição no instante t0=0 s - espaço final.) http://imgur.com/1E8qAov (variação de espaço pelo intervalo de tempo correspondente. l.) fotos da Mona Lisa http://imgur.com/OKdBRs9 http://imgur.com/DHbd8us http://imgur.com/B9TUIhK http://imgur.com/dp5k5kV

imagem de Ligia Gnaspini Mafra de Almeida

Caderno II Ciências Humanas

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio

Participação esplendorosa dos Professores:
Ana Marcia Mello;
Angelita de Souza Santos
Danielle Bettini;
Geovana Maria Pereira;
Liliane Pinheiro Fernandes;
Leiva Mattar
Ligia Gnaspini Mafra de Almeida;
Paulo Fonseca;
Pedro Paulo Teixeira;
Renata Costa Bertoli
Stela Maria Frediani

Iniciando o Caderno 2: Ciências Humanas. O texto lido foi “ A integração entre as Ciências Humanas como Projeto Pedagógico” e foi debatido a composição curricular com potencial para uma ação interdisciplinar destacando:
O critério do encargo da compreensão como um recurso para a efetivação da interdisciplinaridade está pautado, em um primeiro momento, na preparação da aula do professor; um elemento necessário à formação dos saberes necessários à formação integral do aluno, uma necessidade de busca de elementos exteriores na formação do sujeito educador, assim como a compreensão de seu público-alvo.
A compreensão e consideração do aluno da escola pública traz a baila a importância de seu conhecimento prévio, sua capacidade de se relacionar com seu meio, sua habilidade de objetivação de seus ideais, e por fim, seu poder de superar as amarras que lhe prendem limitando seu desenvolvimento socio-cognitivo.
As mudanças necessárias à formação integral do aluno com o pressuposto da interdisciplinaridade transcendem a avaliação (considerações de médias), visando o surgimento de um novo relacionamento que abandone as limitações sociais que discriminam o papel do educador e do aprendiz em termos da busca do conhecimento, elevando o próprio relacionamento entre ambos ao princípio da aprendizagem.
Filosofia:
conteúdo: Epistemologia- A preocupação com o conhecimento;
interdisciplinaridade: Plano Cartesiano
Matemática:
conteúdo: Geometria Analítica
interdisciplinaridade: Filosofia René Descartes;
Língua Portuguesa
conteúdo: Biografia “RENÉ DESCARTES”;
interdisciplinaridade: História- Contextos históricos do sec XVII Iluminismo;
História:
conteúdo: Revoluções Liberais na Inglaterra e França- Absolutismo Monárquico;
interdisciplinaridade; Sociologia- Fundamentação da Sociedade- Teorias dos Clássicos;
Sociologia -
conteúdo: Durkheim, Marx e Weber; fundamentação da Sociologia como ciência. Nesse contexto de transformações buscar compreender as possíveis soluções das relações sociais na sociedade moderna.
Interdisciplinaridade: dialogar com todas as disciplinas acima citadas.

imagem de Ligia Gnaspini Mafra de Almeida

Atividade do Caderno III Ciência da Natureza

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio

Atuação exímia do grupo.

Participação esplendorosa dos Professores:
Ana Marcia Mello;
Angelita de Souza Santos
Danielle Bettini;
Geovana Maria Pereira;
Liliane Pinheiro Fernandes;
Leiva Mattar
Ligia Gnaspini Mafra de Almeida;
Paulo Fonseca;
Pedro Paulo Teixeira;
Renata Costa Bertoli
Stela Maria Frediani

A alimentação como agente sócio-determinante

Resumo

A formação integral dos diferentes jovens brasileiros, além do respeito com a diversidade e abandono do conteudismo escolar, conta com outra postura nas relações interpessoais, bem como é dependente de políticas públicas específicas que venham de encontro com as condições e valorização do ensino público e de qualidade para todos e todas. Este trabalho, portanto, pretende reunir pontos de vista pautados na literatura oferecida que possam contribuir com uma nova realidade para os jovens brasileiros na escola pública.

Introdução

Este texto, fruto de um debate de diferentes disciplinas, visa à ação e reflexão sobre o tema alimentos. Este tema que compreende a produção, industrialização e o consumo de alimentos também implica no comportamento sócio-econômico dos indivíduos. Contudo, este trabalho está centrado na ação do consumo alimentar que caracteriza diferentes grupos sociais.

A alimentação como agente transformador social

A produção de alimentos sempre ocupou posição basilar em qualquer sociedade humana. Algumas sociedades alcançaram pleno desenvolvimento social devido à sua produção, distribuição e consumo alimentar enquanto outras foram dizimadas ou subjugadas por escassez de alimentos.
De acordo com estudiosos e pesquisadores o cultivo da terra deve basear na unidade entre gestão e trabalho, isto é, uma agricultura centrada na estrutura familiar, ou agricultura familiar. Segundo Wanderley (1996, p.2), o caráter familiar deste modelo de agricultura não é um mero detalhe superficial e descritivo, mas o fato de uma estrutura produtiva associar família-produção-trabalho tem consequências fundamentais para a forma como ela age econômica e socialmente.
Com as políticas públicas específicas de estímulo aos agricultores familiares desde 1995 (PRONAF), mais a Lei da Agricultura Familiar de 2006 a produção, industrialização e consumo de alimentos ganham novos rumos. Consequentemente, a alimentação como agente sócio-determinante ganha força social e vigor em sua ação no desenvolvimento sócio-humano.
A Lei Nº 11.326/2006 (BRASIL), portanto, admite que dos alimentos produzidos no Brasil 70% têm sua origem na agricultura familiar, com destaque para a agricultura familiar do Paraná.
Deste modo, o tema alimentos desenvolvido para uma ação e reflexão do grupo contempla os liames que estruturam o processo escolar de ensino como ponto arquimediano da educação pública. Para tanto compreende as condições sócio-econômicas, a estrutura escolar, a valorização dos educadores e o currículo escolar como partes imprescindíveis ao processo de ensino e aprendizagem.
O processo escolar de ensino e aprendizagem a partir das políticas do desinteresse e do descomprometimento social alimentam o desenvolvimento da aprendizagem sem vigor e deficiente para a prática da cidadania, pois condições dadas são hostis à busca do conhecimento e à construção de uma sociedade mais justa.
O tema em foco, portanto, em Filosofia permite, dentre vários, um debate sobre o ser, ou o ser humano. Ontologicamente dividido entre o criacionismo e o evolucionismo; a condição humana distribuída pelo globo terrestre e suas necessidades. Uma proposta interdisciplinar capaz de elaborar um conhecimento organizacional com aporte na compreensão da realidade e do diálogo instrumental (a arte do profissional da educação).
No tocante à Sociologia, a proposta permite discussões em torno dos hábitos alimentares, tradições e culturas político-econômico-sociais que se caracterizam pela oferta de alimentos e se justificam pela massificação industrial.
Para a Língua Inglesa, esta proposta traz possibilidades para a cotidianidade do aprendiz na língua alvo (LA). Isto é, a contextualização da refeição, seus horários, suas variedades, tradições e hábitos, origem de produção, industrialização e consumo, etc. na LA, visando seu conhecimento prévio na LA.
Para as exatas, esta proposta está orientada para o desenvolvimento do raciocínio lógico. Na matemática, por exemplo, propõe-se a contemplação da análise de tabelas e gráficos com o intuito de comparar as quantidades calóricas dos alimentos do cardápio da merenda escolar.
Na área da Física, a proposta permeia os métodos de preparação dos alimentos oferecidos aos aprendizes, suas qualidades e benefícios para uma boa qualidade de vida.
A proposta para a Educação Física traz direcionamentos e esclarecimentos sobre nutrição, gastos calóricos, dietas alimentares associadas às atividades físicas com o objetivo de conscientizar o aprendiz sobre a importância da regularidade dessas atividades a par de seu hábito alimentar.
Na área de História, a aplicação da proposta viabiliza a interação do aprendiz e sua família na coleta de dados e propõe a possibilidade de comparação dos hábitos alimentares em grupos familiares, comunidades e sociedade através dos tempos.
No que concerne à Língua Portuguesa, a pesquisa discente on line de textos relacionados ao tema para compreensão textual, desmistificação da ciência e da teoria, assim como a prática oral e enriquecimento da própria língua.

Reflexões conclusivas

Com respaldo na concepção marxista do homem integral, completo e omnilateral, o homem se afirma como ser essencialmente humano à medida que explicita mais universalmente sua personalidade, à medida que forem mais ricos e variados os domínios nos quais exerce suas faculdades. Nessa mesma esteira, a proposta em tela efetiva a interdisciplinaridade escolar, a elaboração do conhecimento universal, o discernimento dos saberes científicos, novas abordagens para a formação integral da diversidade que compõe o espaço escolar, realimentação curricular, conscientização e reavaliação crítica das condições que contemplam o ensino e aprendizagem escolar.

imagem de Débora Patrícia Miranda

Linguagens

Colégio Rui Barbosa - Formosa do Oeste PR
REFLEXÃO E AÇÃO 1

Foram visualizadas no filme várias figuras de linguagem como aprender a falar (oralidade), escrever, tocar piano e compor, a sonhar, a observar e houve mudança também, na expressão corporal (gestual). Ao ser inserido no meio social e entrar no mundo das linguagens, evolui, pois, começa a desenvolver o seu o cognitivo, saindo daquele estado de pureza que passa a ser influenciado pelo contexto social o que não lhe faz bem, sentindo-se angustiado.

O filme nos mostra a humanização, entendida como socialização, não é uma decorrência biológica da espécie, mas consequência de um longo processo de aprendizado com o grupo social. Processo esse que integra o indivíduo no grupo em que nasceu assimilando o conjunto de hábitos e costumes característicos desse grupo. Participando da vida em sociedade, aprendendo suas normas, valores e costumes, o indivíduo está se socializando, reprimindo suas características instintivas e animais e desenvolvendo as sociais e culturais, fazendo assim, a "passagem da natureza para a cultura," aprendendo a ver com os "óculos sociais," tornando-se, "um animal de costumes."

Kaspar Hauser nunca se transformou nesse animal de costumes; no máximo, poderia ser visto como "domesticado" pela sociedade da época.

imagem de Débora Patrícia Miranda

Ciências da Natureza

Colégio Rui Barbosa - Formosa do Oeste PR
Ensinar ciências é:

Ensinar ciências é além de estimular a imaginação, a curiosidade e a criatividade, fazer com que os estudantes conheçam fatos, conceitos e ideias básicas da ciência são também mostrar ao aluno que o mesmo tem que ser responsável por suas atitudes diante da natureza, sendo um dos protagonistas das grandes tragédias e catástrofes, pois toda ação corresponde uma reação na natureza que interferem na vida de todos seres vivos;

É mostrar sua contribuição para com a natureza sendo responsável pela ação e transformação do mundo.

Ensinar ciências não é:

Permitir que o aluno fique alheio aos conhecimentos científicos e que ele não possa se expressar criticamente.

imagem de Débora Patrícia Miranda

Ciências Humanas

Colegio Rui Barbosa - Formosa do Oeste PR
reflexão e ação 2

Mesmo diante de um mundo banalizado e com tantas problemáticas, nossos jovens ainda identificam muitos pontos positivos nas pessoas como: educação, compreensão, amor, paciência, humildade, honestidade, companheirismo. E por ser um grupo de alunos mais maduros de pensamento na faixa etária de 18 anos se vêem como pessoas boas que prestam ajuda, são companheiras, honestas e trabalhadora e como planos para o futuro a maioria relata querer morar em casa própria ter um trabalho e formar uma família.

imagem de Selma Regina Gomes Pereira

FONTES DE ENERGIA E OS POSSÍVEIS IMPACTOS AMBIENTAIS

Caderno 3 - Artigo
Secretaria de Estado da Educação do Paraná
Colégio Estadual Timbú Velho - E.F.M.- Campina Grande do Sul - PR
Professores: Luiz Antonio de Moura
Elizabeth Dias Sobrinho
Juliana Lourenço de Brito Cordeiro
Geraldo Gomes Correa
Odiclei Ruzenente
Rosimeri da Silva Ceccon
Jocélia Maria Molari
João Pedro Kologe dos Santos
Romildo Stocco Dupinske
Selma Regina Gomes Pereira

FONTES DE ENERGIA E OS POSSÍVEIS IMPACTOS AMBIENTAIS

RESUMO

A cada década o ser humano sofre com as alterações causadas por meio dos impactos ambientais, e por este motivo a sustentabilidade acaba sendo um “problema”, pois é muito difícil conciliar tecnologia X conforto, ou melhor, adequá-las para o uso racional e renovável. O presente trabalho descreve como os impactos ambientais estão interferindo no planeta, visto que o aumento da temperatura média da Terra se deve à emissão em quantidade cada vez maior de CO2 e outros gases que permanecem na atmosfera.

PALAVRA- CHAVE: Impactos Ambientais, emissão e composição de gases poluentes, sustentabilidade.

1. INTRODUÇÃO

O impacto ambiental gerado durante a obtenção de energia vem sendo discutido mundialmente, mediante a conscientização da gravidade da questão.
O Planejamento Integrado de Recursos é uma ferramenta para se atingir as metas que vêm sendo estabelecidas em conferências internacionais que tem como foco central pacificar os impactos ambientais provocados pela busca do desenvolvimento econômico.
As concentrações de gases do efeito estufa estão sendo discutidas desde 1992, por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento. Com a criação do Protocolo de Kyoto foi estabelecido que parte dos países desenvolvidos devem atingir uma redução média de 5% nas emissões dos gases do efeito estufa durante o período de 2008 a 2012. Países em desenvolvimento, apesar de isentos dos compromissos quantificados, devem seguir o princípio de responsabilidade comum, visto que o aquecimento global é responsabilidade de todos os países. A busca da sustentabilidade requer planejamento e inserção de novas fontes de energia, que sejam renováveis e impactem o mínimo possível no meio ambiente.

2. SETOR ENERGÉTICO E SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade é um tema atualmente muito discutido em vários segmentos do meio acadêmico.
Isso ocorre devido à conscientização por meio de pesquisas científicas de que o impacto ambiental promovido pela humanidade para o desenvolvimento das nações pode se tornar o limite desse mesmo desenvolvimento, além de causar danos tanto reversíveis e custosos em longo prazo, como irreversíveis à humanidade e ao mundo.
Inúmeros são os impactos ambientais provocados por ações antropogênicas, entretanto, neste trabalho, serão enfocadas apenas as relações entre o aspecto de obtenção de energia e os impactos ambientais gerados.
Atualmente, o desenvolvimento sustentável é visto como uma necessidade mundial, uma ferramenta para que as gerações futuras tenham condições de sobreviver.
A sustentabilidade abrange várias dimensões: política, social, técnico-econômica e ambiental, sendo que o setor energético está conectado a todas estas dimensões, pois nelas gera impactos benéficos ou maléficos.
Os níveis de suprimento energético e a sua infraestrutura interagem biunivocamente com o desenvolvimento socioeconômico, e consequentemente impactam o meio ambiente e, portanto a sua sustentabilidade” (Udaeta,1997). A possibilidade de desenvolvimento sustentável no setor energético é portanto dinâmica (por ser afetada por questões siringotômicos, recursos e fontes, e meio ambiente), e implica em respostas das dimensões social, econômica, política e ambiental.
Segundo Udaeta (1997), os seguintes aspectos poderiam ser identificados numa política energética baseada no desenvolvimento sustentável:
- Garantia de suprimento, através da diversificação das fontes, novas tecnologias e descentralização da produção de energia;
- Uso, adaptação e desenvolvimento racional de recursos;
- Custo mínimo da energia;
- Valor agregado a partir dos usos, gerados pela e na otimização dos recursos;
- Custos reais na energia, contemplando impactos ambientais e sociais, devido a represamento, extração, produção, transmissão e distribuição, armazenamento, e uso das energias negociadas no mercado, inclusive definindo métodos específicos de internalização (das externalidades).Os impactos ambientais gerados pela obtenção de energia interferem enormemente no desenvolvimento sustentável, e o entendimento deles se faz primordial para a análise de implementação de projetos e planejamentos energéticos.
O Planejamento de Recursos Integrados (PIR) se insere nesse contexto como sendo uma ferramenta poderosa para a mitigação de impactos ambientais. Entretanto, antes de discutir o papel do Planejamento de Recursos Integrados no setor energético em relação, faz-se necessário apresentar algumas formas de obtenção de energia renováveis e não renováveis, focando em seus problemas.
Várias são as fontes para obtenção de energia elétrica, entre elas as hidrelétricas, carvão, petróleo, fissão, biomassa, solar, eólica, geotérmica, fusão, hidrogênio, ondas, térmica das marés, marés, óleos vegetais, álcool, gás natural.

3. OBTENÇÃO DE ENERGIA E OS IMPACTOS AMBIENTAIS

A preocupação com os impactos ambientais vem da crescente conscientização de que a vida na Terra necessita dos recursos naturais para se manter em equilíbrio.
Ao mesmo tempo em que o homem precisa de energia elétrica para seu desenvolvimento, ele precisa encontrar formas para que essa geração não degrade o meio ambiente, que é o grande gerador dos recursos naturais e de importância vital.
Segundo Goldemberg (2003), as agressões antropogênicas ao meio ambiente se tornaram significantes após a Revolução Industrial, e particularmente no século XX, devido ao aumento populacional e ao grande aumento no consumo per capita, principalmente nos países industrializados.
Após a Revolução Industrial, iniciou-se uma exploração desenfreada dos recursos naturais, utilizando- se tecnologias em larga escala para obtenção de energia, sem preocupações ou conhecimento das consequências disso. A preocupação maior era alcançar o crescimento econômico e tecnológico, e aumentar de modo geral oferta e mercado.
Atualmente, o preço deste desenvolvimento é conhecido: os impactos ambientais gerados são alvos de discussões internacionais para que sejam contidos e, se possível, restaurados.
Segundo Goldemberg (2003), os impactos ambientais podem ser:
- Locais - poluição urbana do ar, poluição do ar em ambientes fechados;
- Regionais – chuva ácida;
- Globais – efeito estufa, desmatamento, degradação costeira e marinha.
Relacionamos também a poluição sonora e o impacto sobre a flora e fauna, nota-se então a relação entre os problemas ambientais e socioeconômicos gerados, problemas com saúde, dentre outros.

3.1 TERMELÉTRICAS

As termelétricas convencionais produzem energia a partir da queima em caldeira de carvão, óleo combustível ou gás natural. As usinas nucleares são consideradas termelétricas, porém usam materiais radioativos, que por fissão geram energia elétrica.
Numa termelétrica convencional, o calor, produzido pela queima dos combustíveis em caldeira, aquece a água que circula numa rede de tubos, e produz vapor. Este vapor movimenta as pás de uma turbina, que ligada a um gerador produz energia elétrica. O vapor é resfriado por um condensador e volta a rede de tubos da caldeira, reiniciando o ciclo.
Em geral, as termelétricas são instaladas próximas a leitos de rios ou mar, pois a água é utilizada no processo de condensação do vapor. Isto acarreta na elevação da temperatura da água onde termelétricas são instaladas, pois esta é devolvida mais quente, o que pode comprometer a fauna e a flora da região, além de aumentar também a temperatura média local.
As usinas termelétricas geram energia a partir da queima de combustíveis, e são “vorazes consumidoras de diesel ou carvão, e importantes fontes de gás carbônico e óxidos de nitrogênio e de enxofre, poluentes que acentuam o efeito estufa e acarretam chuvas ácidas” (Favaretto,1999).
A energia consumida pelo homem, globalmente, provém em aproximadamente 80% da queima de combustíveis fósseis, tal como o carvão, petróleo e gás natural (Costa, 2005).
A utilização maciça desses recursos, além de provocar o esgotamento dessas fontes energéticas, é a maior responsável pela emissão de gases tóxicos e poluentes, que alteram o clima mundial, acidificam águas e causam danos à saúde.
A obtenção de eletricidade por meio de combustíveis fósseis é a principal fonte de óxidos de enxofre (SOx,SO2), óxidos de nitrogênio (NOx, NO e NO2), dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), monóxido de carbono (CO) e particulados (entre eles o chumbo Pb) (Goldemberg, 2003).
Segundo Goldemberg (2003), “85% do enxofre lançado na atmosfera provém da queima de combustíveis fósseis, assim como 75% das emissões de CO2, principal responsável pelo efeito estufa”.

3.2 IMPACTOS AMBIENTAIS DAS EMISSÕES DE GASES

O aquecimento global é um dos principais impactos das emissões de gases na atmosfera. Como o dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), ozônio troposférico (O3), e clorofluorcarbonos (CFCs), absorvem a radiação infravermelha criada quando a luz visível do sol bate na terra. Essa absorção e re-irradiação impedem que parte do calor seja devolvida ao espaço, causando o aumento da temperatura na superfície da Terra (Ottinger, 1991).
A emissão de CO2, principal contribuinte ao aquecimento por efeito estufa, começou a aumentar nos anos de 1800 com a conversão de florestas em área para agricultura, mas houve uma aceleração grande a partir de 1950, devido principalmente a combustão de combustível fóssil (Ottinger, 1991).
Em 2001, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicou relatório onde conclusões acusavam que a temperatura média da superfície subiu de 0,4 a 0,8°C a partir de 1860, que o nível dos oceanos subiu de 10 à 20 centímetros no século XX, que a precipitação de chuvas em muitas regiões continuam aumentando, a cobertura de neve e gelo sobre os continentes continua decrescendo, e que está havendo mudanças nos padrões de circulação da atmosfera bem como aumento do número de eventos climáticos extremos (Goldemberg, 2003).

3.3 ACIDIFICAÇÃO DAS ÁGUAS

A acidificação das águas é proveniente da presença de ácidos como o sulfúrico (H2SO4) e o nítrico (HNO3) formados na atmosfera, em função da queima de combustíveis fósseis e os elementos liberados na queima: dióxido de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NOx). Esses podem ser levados pelo vento a distâncias de até mil quilômetros do emissor, e causar chuvas ácidas em locais bem distantes da fonte, sendo considerado então um problema regional.
O dióxido de enxofre e os óxidos de nitrogênio causam danos por meio de dois mecanismos, como por exemplo:
- Precipitação seca: ocasionando danos à vegetação e às construções;
- Precipitação úmida: quando dissolvidos na água das chuvas ou em vapores d’água atmosféricos.
“A luz solar, a fuligem e os resíduos de metais podem acelerar, sob certas circunstâncias, o processo de formação da chuva ácida” (Goldemberg, 2003).
O efeito acumulativo da chuva ácida impacta ambientes, colheitas, e materiais florestais e aquáticos. Por exemplo, lago ácido possui dificuldade para manter a pesca; a acidez pode retardar o crescimento de árvores e causar danos ao solo; reduzem campos rurais, e prejudicam as plantas; o ácido ataca materiais de edifícios expostos (Ottinger, 1991).

3.4 QUANTIFICAÇÃO DE IMPACTO

Indicadores ambientais são uma forma para quantificação das emissões de poluentes. Pode-se analisar através de gráficos as emissões dos gases e materiais poluentes per capita em função da renda de um grupo de indivíduos, ou de um país. Entretanto, há que se notar que ideias simplistas que consideram o aumento da renda para redução ou eliminação da poluição são incorretas, visto que nem todas as emissões diminuem com o aumento da renda, como por exemplo, o dióxido de carbono (Goldemberg, 2003).
As concentrações urbanas de matéria particulada, assim como as concentrações de dióxido de enxofre, podem ser quantificadas em função das toneladas equivalentes de petróleo per capita X renda per capita X microgramas (massa) por metro cúbico de ar emitidos, ou toneladas emitidas / milhão de Btu de carvão.
Emissões de dióxido de carbono per capita podem ser quantificadas por toneladas equivalentes de petróleo per capita X renda per capita X toneladas (massa) de dióxido de carbono emitido.
A quantificação dos impactos gerados pelos gases do efeito estufa está relacionada ao tempo de vida desses gases na atmosfera e suas interações com outros gases e com o vapor d’água. Tal medição é efetuada através do indicador Potencial de Aquecimento Global (GPW), que fornece a contribuição relativa decorrente da emissão na atmosfera de 1kg de determinado gás comparada com a emissão de 1 kg de CO2. O GWP calculado para diferentes horizontes de tempo mostra a influência da vida média do gás na atmosfera (Goldemberg, 2003).
A acidez é medida pela concentração de íons de hidrogênio (H+) em unidades de pH, definido como o logaritmo negativo (na base 10) da concentração de H+, sendo o pH 7 o ponto neutro (pH da água pura) (Goldemberg, 2003).
Em vista dos principais componentes da chuva ácida (H2SO4 e HNO3) formados a partir do dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio, as quantificações das emissões de enxofre e nitrogênio são formas de se analisar a precipitação das chuvas ácidas. Podem ser quantificadas as emissões de enxofre e nitrogênio em telegramas (1012gg) ao ano (massa emitida ao ano), ou o fluxo de precipitação de enxofre em gramas de enxofre por metro quadrado por ano (g de S/m2/ano).

4. PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS (PIR) E IMPACTOS
AMBIENTAIS

Vistos os impactos ambientais gerados pela obtenção de energia dos sistemas supracitados, será discorrido como o Planejamento Integrado de Recursos pode mitigar tais impactos, partindo de seus conceitos básicos.
Várias pesquisas vêm sendo realizadas sobre o Planejamento de Recursos Integrados (PIR) em reformas no setor energético. Elas buscam o desenvolvimento sustentável através de utilização integrada de novos recursos energéticos, que possibilite a diminuição de custos completos e impactos ambientais e sociais minimizados.
O Planejamento Integrado de Recursos é um método eficaz de planejamento em curto e longo prazo, que considera as dimensões: social, política, técnico-econômica e ambiental. É um planejamento baseado em elementos analíticos conhecidos, ou seja, em planejamentos tradicionais, onde são implementados outros elementos.
O PIR inclui análises das características da região, identificando quais os recursos energéticos disponíveis, levantamento de dados de oferta e demanda, levantamento das características e interesses de envolvidos e interessados (En-In), análise de custo completo (ACC) considerando inclusive os custos relacionados a impactos ambientais, econômicos e sociais, analisa possíveis estratégias de Gerenciamento do Lado Demanda para uma utilização otimizada da energia, trabalha o tratamento de incertezas através de simulações de cenários e iterações temporais, atribuindo pesos aos componentes do planejamento para a criação de um plano preferencial.
Segundo D’Sa (2005), o PIR deve ser utilizado como ferramenta para tomada de decisão quanto a investimentos, e indicar as crises mais importantes no setor de energia, sendo elas:
-Acesso precário à energia;
- Recursos financeiros insuficientes para investimentos em setores não lucrativos;
- Ineficiência de sistemas de transmissão e distribuição;
- Proteção ambiental inadequada.
D’Sa (2005) coloca ainda que os benefícios do PIR seriam:
- Deliberar sobre serviços energéticos eficientemente, por exemplo, identificando melhorias nos coeficientes que calculam o capital de investimento através de planos que diminuem o custo da energia por unidade de saída e energias alternativas;
- Analisar futuras solicitações de capacidade eficientemente;
- Contribuir para o bem estar social e ambiental de forma a dar assistência ao desenvolvimento social em todas as dimensões sociais, econômicas e ambientais, implantando custos adicionais para questões de impacto ambiental;
- Escolher adequadamente entre alternativas, identificando através do Gerenciamento do Lado Demanda, os custos efetivos dos melhoramentos e as opções de diversidade de recursos;
- Priorizar programas e políticas, através de regulamentações que influenciem políticas que gerem retorno fiscal e financeiro, tais como diminuição de tributação para uso de determinado recurso energético.
O PIR incorpora, portanto não só os custos financeiros, mas também os custos ambientais de implantação de um projeto, incluindo Gerenciamento do Lado do Meio Ambiente (GLM) e Avaliação de Custos Completos (ACC). O GLM identificaria os impactos ambientais referentes a cada plano preferencial, identificando as condições de implementação e seus resultados em todas as dimensões.
Segundo Baitello (2005), os impactos ambientais devidos à obtenção de recursos energéticos podem ser avaliados com:
- Abordagem mais simples: caracterização e descrição qualitativa dos efeitos ambientais das opções de recursos;
- Abordagem mais complicada: classificação e atribuição de pesos aos impactos individuais das opções;
- Métodos mais completos: quantificação e monetização dos impactos ambientais associados às opções de recursos.
Segundo Carvalho (2005), a partir do conhecimento dos principais instrumentos de avaliação ambiental, constata-se que a identificação e mensuração dos impactos gerados pelas atividades passíveis de avaliação são cruciais para o sucesso na aplicação dos mesmos.

CONCLUSÃO

Cada forma de obtenção de energia, renovável ou não, possui pontos positivos e negativos, entretanto os pesos para cada ponto devem ser atribuídos corretamente para que o planejamento seja válido e realmente possa mitigar os impactos ambientais. Conhecê-los e quantificá-los é essencial para o planejamento.
A inserção de recursos renováveis dentro do planejamento energético é uma forma de tranquilizar os impactos ambientais provocados pela obtenção de energia elétrica e alcançar as metas estabelecidas em consenso comum pelos países que assinaram o protocolo de Kyoto.

REFERÊNCIAS

Baines, Stephen G. A Usina Hidrelétrica De Balbina e o Deslocamento Compulsório Dos Waimiri-Atroari. Série Antropologia, 166. Brasília, 1994. Capturado em julho 2005. Online.
Disponível na Internet: www.unb.br/ics/dan/Serie166empdf.pdf.
Baitello, Ricardo L. Complexidade, Limitação e Abrangência do PIR. Envolvidos e Interessados.
São Paulo, USP, 13 de julho de 2005. Slides de Apresentação de Aula.
Becari, Walter A. Morte da termelétrica, vitória do meio ambiente. Jornal do Engenheiro. Junho.2003. Publicação SEESP. Edição JE 213. Capturado em julho 2005. Online. Disponível na Internet:
http://www.seesp.org.br/imprensa/je213opiniao.htm
Carvalho, C. E.; Reis, L. B. Desenvolvimento de Procedimentos e Métodos para Mensuração incorporação das Externalidades em Projetos de Energia Elétrica: Uma Aplicação às Linhas de Transmissões Aéreas. Tese de Doutorado, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Brasil, 2005.
Centro de Referência para Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito -CRESESB. Tutorial: Energia Solar. Capturado em julho 2005. Online. Disponível na Internet:
http://www.cresesb.cepel.br/tutorial/solar/apstenergiasolar.htm#item-11
Cortez, José H. Não existe Energia Limpa. Jornal Gazeta Mercantil. 24 de abril de 2002. Capturado em julho 2005. Online. Disponível na Internet:
http://www.camaradecultura.org/Nao%20existe%20energia%20limpa.pdf
Costa, Heitor S. Alerta termelétrico em Pernambuco. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente. Pernambuco: 25 de julho de 2005. Capturado em julho 2005. Online. Disponível na Internet: http://www.espacociencia.pe.gov.br/artigos/?artigo=1 D´Sa, Antonette. Integrated resource planning (IRP) and power sector reform in developing countries.
Energy Policy. v. 33, p. 1271-1285, 2005.
ERM Alpha Ltda. EIA-RIMA. Usina de Geração de Energia Carioba II. São Paulo, 2001.

OBSERVAÇÃO: Utilizamos cópias de vários itens para a realização do artigo postado do trabalho escrito por Thais Aya Hassan Inatomi e Miguel Edgar Morales Udaeta, para o Departamento de Engenharia de Construção Civil e Urbana – Escola Politécnica – Universidade de São Paulo, com o tema: ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA DENTRO DO PLANEJAMENTO INTEGRADO DE RECURSOS e adequamos um novo tema, resumo, palavras chaves e retiramos assuntos que não faziam parte do contexto elaborado.

imagem de Cladesnei Estefânia Schneider Thiele

LINGUAGENS-CADERNO IV

COLÉGIO ESTADUAL DARIO VELLOZO
TOLEDO-PARANÁ

Cursistas:

ANDRÉ LUIZ REOLON

DAVI DOS SANTOS FERREIRA

ELIANE SUZETE PEREIRA

EUCLIDES JAIR FREESE

JOSIANE APARECIDA SOARES FERREIRA BENVENUTTI

LUCIANA EMILIA ROHDE ZANCHET

ROSMARI GATTO BORDIGNON

SIMONE CRISTINA DE MATOS

PAULO CATUZZO

Trabalho Realizado:

Verificamos determinadas relações entre a linguagem e a construção da sociedade ao assistir o filme “O Enigma de Kaspar Hauser” , onde a dificuldade dele está relacionado ao cativeiro, em que o seu estado de solidão e total privação de convívio social fizeram com que não tivesse acesso a conhecimentos linguísticos, que é essencial para o crescimento intelectual.Nos padrões sociais da época, Kaspar Hauser, seria considerado um desfavorecido e ridicularizado, pois não conseguia expressar seus sentimentos, além de não interagir socialmente.

Diante desta situação, após a saída do cativeiro, ele consegue aprender a andar, pronunciar palavras com a ajuda de um espelho e aprender música, com a ajuda da repetição de sons, de objetos e traquejo social. Depois lhe foi imposto a acreditar em que Deus criara tudo do nada, mas Kaspar Hauser retrucou aos religiosos que era necessário melhorar a sua prática de leitura e escrita, para poder compreender melhor o mundo.
A reprodução o habilitava nas mudanças sociais, mas ele se sentia cansado de aprender coisas que para ele era difícil, assim isto nos faz crer o quanto a linguagem e a cultura são importantes para o desenvolvimento psicológico do indivíduo, e quando privado destas, as consequências são prejudiciais, pois a linguagem nos oferece inúmeras opções e mudanças em nossas vidas. Assim, o jovem Kasper, que até então não sabia o mínimo dos códigos linguísticos, desenvolve as aptidões necessárias para a vida em sociedade. Ele mesmo após o processo de letramento e de formação, ainda não compreendia alguns temas, pois fora formado tardiamente, num estado depressivo e nostálgico de um estado natural, no qual não havia preocupações, mas sim, contemplação das coisas em sua simplicidade.

Desse modo, fazemos uma ligação entre o relato do filme e o cotidiano escolar, percebendo que se faz necessário fazermos algumas reflexões a cerca do tema abordado, pois os mesmos apontam para o paradigma de uma educação plural e integral do indivíduo.

Conversando com os alunos identificamos que entre as práticas de linguagem presentes em suas vidas estão as redes sociais, a música, a dança, cinema e os jogos eletrônicos. Com base nestas podemos trabalhar a linguagem através de atividades artísticas como cinema, televisão, composição musical, festival de dança, abrindo espaço para os jovens se expressarem através da música, da dança e do teatro. Dessa forma, estaria presente a escrita, a leitura, a expressão corporal na composição das músicas e das peças teatrais, nas coreografias e movimentos da dança. Uma maneira de trabalharmos as linguagens é fazendo uso das tecnologias, que abrem possibilidades de trabalhar várias práticas. Outro fator que devemos ressaltar é a evolução dos jogos eletrônicos que podem ser jogados utilizando movimentos corporais sem mencionar sua evidente contribuição no raciocínio e interpretação elementos essenciais na linguagem. Enfim, a formação docente não pode abdicar da reflexão sobre uma prática pedagógica que pressupõem o saber dialogar e escutar, o respeito pelo saber do educando e o reconhecimento da identidade cultural e emocional do outro. A aceitação da necessidade de mudança nas relações pode ser o passo inicial para se alcançar sucesso nessa empreitada rumo a uma pedagogia mais tolerante, no que diz respeito à abertura de novas possibilidades de participação e humanização dos processos educativos. O contexto de mudança e inovação depende em muito do potencial criador das pessoas que o formam. Tal potencial pode ser explorado, em maior ou menor escala, dependendo dos fatores que venham servir de estímulo ou obstáculos ao seu desenvolvimento. Uma “postura de receptividade, flexibilidade, aceitação, estímulo a novas ideias e respeito às opiniões divergentes” caracteriza uma relação descentralizadora, que tende ao diálogo e à cooperação. Neste sentido, é que, através do diálogo, a relação educador-educando deixa de ser uma doação ou imposição, mas caracteriza-se como uma relação horizontal, que minimiza as fronteiras entre os sujeitos.

É fundamental entender o significado do termo interatividade, que compreende a participação ativa do receptor diante de um processo comunicativo. Nesse sentido, entendemos que os nossos sujeitos estudantes do ensino médio se expressam e/ou interagem com e por meio de variadas tecnologias, umas permitindo uma interação mais recíproca, outras nem tanto.

O telefone, por exemplo, bastante acessível aos nossos jovens, é uma mídia interativa, pois permite o diálogo, a comunicação recíproca entre os falantes.

Podemos citar também o videogame como meio de influência mútua, à medida que há uma reação do mesmo aos comandos do jogador, o mesmo pode, ainda, gerar uma diversidade de “partidas” e permite ao jogador até mesmo reformular as informações e tomar outros rumos. A interação pode tornar-se mais efetiva quando há dois jogadores que irão traçar objetivos diferentes para superar os desafios.

A internet se firma como principal meio de interação e expressão dos nossos jovens, à medida que proporciona possibilidades de linguagem nunca antes imaginadas no contexto da comunicação, permitindo a todos ter acesso a qualquer informação e interagir com qualquer pessoa em tempo real. Contudo, essa ferramenta é mais utilizada pelos jovens como forma de entretenimento do que para os estudos.

É inegável o potencial do uso da linguagem dos conteúdos multimídias no ensino, mas estamos diante de um conflito de gerações; uma de professores acostumados com DVD, videocassete, entre outros, e outra de jovens acostumados com celular e internet banda larga. Assim, nós professores devemos nos atualizar e conhecer a fundo esses novos recursos. Feito isso, acredito que o primeiro passo seria aperfeiçoar as pesquisas na internet com orientações como: encontrar um site conhecido e confiável, comparar as informações do mesmo com outros dados de outras fontes seguras; aprender técnicas de pesquisa que vão direto ao ponto; utilizar portais que permitam a interação como os blogs, fóruns, etc.

O uso de imagens, animações, vídeos são recursos que, comprovadamente, fazem com que os alunos aprendam melhor um conteúdo, bem diferente de quando somente ouvem falar sobre o mesmo, além de despertar a curiosidade dos estudantes que passam a procurar na rede mais informações por conta própria.

Para desenvolvimento de uma proposta pedagógica escolhemos a REVISTA BOA FORMA

Disponível em :http://mdemulher.abril.com.br/fitness/boa-forma/4-dicas-para-voce-malhar-em-dias-quentes

A primeira delas seria a da análise. Tomando como base os conhecimentos das diferentes disciplinas da área de Linguagens e de disciplinas de outras áreas, os estudantes seriam desafiados a analisar a revista em diversas perspectivas, passando tanto pelo conteúdo, como pela identificação dos gêneros textuais predominantes, os efeitos de sentidos procurados, o uso das imagens, o desenho, organização etc. Professores, tomando como referência essa proposta de trabalho interdisciplinar, perguntamos:

Qual seriam, em sua perspectiva, os conhecimentos mais “valiosos” que o seu componente curricular poderia aportar para a análise?

A relação da estética corporal e da saúde do corpo, a importância da prática regular de atividades físicas na prevenção de doenças como stress, depressão, colesterol, hipertensão, diabete, etc. O valioso é a saúde, a beleza do corpo não é o essencial, reflexão do crescimento do sedentarismo no Brasil, como o segundo país que tem mais adolescentes obesos a nível mundial, estamos nos tornando um país de doentes.

Qual é a relação desses conhecimentos com as dimensões trabalho, cultura, ciência e tecnologia discutidas nesta unidade?

O celular, o computador, o videogames, as redes sociais desestimulam a prática do esporte e das atividades físicas, as relações de amizades são tudo online o que não permite o contato corporal.

Na segunda etapa do trabalho, haveria a possibilidade de mobilizar os estudantes para a produção de uma revista (ou artefato similar) para tratar do tema padrão corporal a partir de um ponto de vista diferente daquele defendido e difundido pela revista analisada.

Nesse contexto a pergunta é: Professores, na perspectiva de seu componente curricular, que conhecimentos são necessários para potencializar a “produção” da revista pelos alunos, tanto no que se refere ao conteúdo como a sua forma considerando o público para o qual ela é direcionada?

Benefícios das atividades físicas, o que acontece com nosso corpo quando fazemos atividades físicas regulares, trabalhar o princípio da continuidade, também os benefícios emocionais liberação da endorfina, serotonina, substanciais responsáveis pelas sensações de bem estar e felicidade.

Controle da frequência cardíaca durante a caminhada, aprendizagem de como calcular sua F.C.max, F.C em A.F, como aferir sua F.C.

Uso do frequencímetro, conhecer as opções de compra, os diferentes tipos que existem suas funções, o que é possível adquirir de acordo com a realidade econômica de cada aluno.

Para uma educação de qualidade, o fazer pedagógico está diretamente relacionado à questão do educador compreender que o mesmo é também determinante para desenvolver o processo de aprendizagem dos educandos e por consequências dimensões sociais e da linguagem.

A metáfora da árvore representa a mediação das conexões entre as representações existentes e os conceitos estudados no meio escolar. Percebemos que as folhas representam as habilidades despertadas e desenvolvidas em um trabalho, é o resultado final, que é reflexo das metodologias utilizadas no processo de ensino-aprendizagem. As raízes representam a fundamentação teórica estudada e o tronco os traz diversos conhecimentos e informações acumulados revelados na pesquisa e metodologia utilizada, e as raízes representam o conjunto de atitudes e comportamentos que precisam ser mobilizados para por em prática uma competência.

Para formação integral dos estudantes é preciso desenvolver metodologias que valorizem o trabalho, cultura, ciência e tecnologia, considerando o ambiente diversificado das escolas, onde as práticas variam de acordo com os docentes que as desenvolvem. Contudo, em qualquer prática realizada é necessário um planejamento prévio, para ter uma visão ampla favorecendo a prática do saber em prol do desenvolvimento humano.

Para ser professor neste novo contexto, é necessário ser um educador pesquisador, inovador e ter conhecimentos das Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC, bem como inovar nas metodologias de aprendizagem.

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Ciências da Natureza - Caderno III

COLÉGIO ESTADUAL DARIO VELLOZO
TOLEDO,PARANÁ.

Cursistas:

ANDRÉ LUIZ REOLON

DAVI DOS SANTOS FERREIRA

ELIANE SUZETE PEREIRA

EUCLIDES JAIR FREESE

JOSIANE APARECIDA SOARES FERREIRA BENVENUTTI

LUCIANA EMILIA ROHDE ZANCHET

ROSMARI GATTO BORDIGNON

SIMONE CRISTINA DE MATOS

PAULO CATUZZO

Trabalho Realizado:

A partir de algumas discussões e análise sobre o ensino em nosso colégio,percebemos que os conteúdos e disciplinas de Ciências da Natureza cumprem com o propósito de levar o aluno a conhecer os fenômenos da natureza e estimular novos conhecimentos. No dia a dia das aulas são realizadas momentos de investigação, experiências, debates, pesquisas e visitas técnicas sobre conteúdos como o meio ambiente, sustentabilidade, sexualidade que levam os alunos a reflexões e a ações para aferir conclusões, aprofundar dúvidas e ainda encontrar soluções para problemas. O ensino das Ciências da Natureza estimula o estudante a ser conhecedor dos fenômenos da natureza deste mundo que está inserido, como também auxilia no desenvolvimento de práticas, posturas e hábitos saudáveis.

Os conhecimentos abordados nas questões estão relacionados em como as ciências da natureza podem contribuir para a formação do aluno. Ao compreender os fenômenos, o aluno reflete e tira conclusões. O conhecimento não pode ser somente oferecido ao aluno, mas construído. Esse é o grande sonho de todo e qualquer professor, que o aluno possa chegar a reflexões e apontamentos investigativos, criar uma autonomia, despertar interesse e curiosidade pelos fenômenos que o cercam. Quando o aluno se torna protagonista, quando simula situações e reflete sobre os fenômenos consegue deter o conhecimento de forma significativa e prazerosa. É nosso dever criar esta motivação, instigá-los, provocá-los a sempre ir além.

O estudo da unidade 3 - ciências da natureza deixa bem claro que além de possível, se faz extremamente necessário a interdisciplinaridade entre as várias áreas do conhecimento que a compõem. O estudo da física esta extremamente intrínseco no da matemática, assim como o da química com a da biologia.

A realidade atual em que o aluno esta inserido espera que o ensino de Ciências apresente uma aprendizagem comprometida com as dimensões sociais, políticas e econômicas que permeiam as relações entre ciência, tecnologia e sociedade. Os conteúdos em Ciências da Natureza deve ser orientado para uma reflexão mais crítica acerca dos processos de produção do conhecimento científico-tecnológico e de suas implicações na sociedade e na qualidade de vida de cada cidadão. É preciso preparar os cidadãos para que sejam capazes de participar, dos conhecimentos dessa área, já que em geral, são disposições que mais cedo ou mais tarde, terminam por afetar a vida de todos.

Hoje é preciso entender os conteúdos em Ciências da Natureza no currículo não só individualizado por disciplina e sim incorporando com a vivência dos jovens, uma vez que a ciência não é autônoma e neutra. Logo precisamos suscitar no aluno como professores a capacidade investigadora de seu cotidiano.

O aluno é o princípio fundamental destas ciências, desta forma devemos entendê-los como personagens ativos (investigadores) para que física, química e biologia contextualizem o dia a dia, o viver do estudante.

Por isso se faz importante que os professores planejem juntos e repensem suas ciências coligadas com as demais. O currículo embasa-se no aluno ao invés do cientista. Deve-se ensinar os fenômenos naturais de maneira que a ciência esteja embutida no ambiente social e tecnológica do aluno. No currículo tradicional, as ciências são ensinadas de forma isolada da tecnologia e sociedade, mas como sugere o método CTS (ciência, tecnologia e sociedade) o conteúdo é conectado como cotidiano do aluno, caminhando no encontro do ambiente social tecnológico e natural e o aluno torna-se sujeito do processo de ensino-aprendizagem.

Por fim, é responsabilidade do professor perceber a importância do processo de planejamento e elaboração de registro relativos à atividade experimental proposta e assim buscar a incorporação de tecnologias, estimulando a emissão de hipóteses como atividade central da investigação científica e mostrando a importância da discussão das hipóteses construídas durante a realização da atividade. As atividades práticas contribuem para o interesse e a aprendizagem em ciências, especialmente quando investigativas e problematizadoras.

imagem de Cladesnei Estefânia Schneider Thiele

CIÊNCIAS HUMANAS-CADERNO II

COLÉGIO ESTADUAL DARIO VELLOZO-TOLEDO-PARANÁ.

Cursistas:

ANDRÉ LUIZ REOLON

DAVI DOS SANTOS FERREIRA

ELIANE SUZETE PEREIRA

EUCLIDES JAIR FREESE

JOSIANE APARECIDA SOARES FERREIRA BENVENUTTI

LUCIANA EMILIA ROHDE ZANCHET

ROSMARI GATTO BORDIGNON

SIMONE CRISTINA DE MATOS

PAULO CATUZZO

Trabalho Realizado:

No âmbito pedagógico é imprescindível a interdisciplinaridade. Ela é a conexão de dois ou mais saberes e um canal que facilita o aprendizado do aluno. O aluno contemporâneo necessita dessa estimulação mediante a interdisciplinaridade. Esta conexão entre as áreas do conhecimento aperfeiçoa conhecimento e torna o processo de ensino e aprendizagem mais significativo e contextualizado. Em um trabalho interdisciplinar, o professor se propõe a conhecer superficialmente conteúdos de outras disciplinas e as diferentes possibilidades de relacionar o conhecimento de sua disciplina com outros saberes. O conhecimento se amplia. ë uma forma de contextualizar conceitos de sua disciplina. O "encargo de compreensão" revela essa face do trabalho docente pautado na interdisciplinaridade, de tomar para si a responsabilidade de conhecer em outras disciplinas aquilo que é importante e necessário para um determinado estudo interdisciplinar.

Quando ocorre que um conceito ou conteúdo venha ser abordado por diferentes meios o aprendizado é mais ocorre de maneira positiva e motivante. É um resultado proveitoso tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia em uma aula comum. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de, relacionar diferentes saberes facilitando a análise e a organização das ideias e as experiências adquiridas no dia a dia.

Em alusão ao filme “De volta para o Futuro” um filme de Robert Zemeckis com Michael J. Fox, Christopher Lloyd no 4º bimestre os alunos farão uma atividade envolvendo varias conceitos e conteúdos de varias áreas e disciplinas por meio de produção teatral, cinema e produção textual. Os alunos vão escrever cartas com as quais arranjarão roteiro e filmarão curtas metragens com os quais poderão retratar os seus valores atuais, seus planos para o futuro e como eles se imaginam daqui a 10 anos. Como experimento uma aluna do Ensino Médio fez uma carta intitulada “Uma carta ao meu futuro” em que nos apresente seus sonhos, projetos de vida e o valor que dá a família e a escola. Esta atividade faz com o professor conheça o aluno em seu projeto de vida e pode auxiliar na condução dos conteúdos da disciplina. Ao propor esta atividade, pensamos que o professor está cumprindo com sua função que é fazer o aluno pensar, superar desafios, compreender o mundo e torná-lo melhor a cada dia.

UMA CARTA PARA O MEU FUTURO

Gostaria de escrever uma carta ao meu futuro onde posso dizer para mim o que sou, o que quero ser. Quero ver e descobrir o quanto eu mudei, comparar o que eu vou pensar com o que penso agora, saber quantos planos consegui concretizar, analisar o que valeu ou não a pena, o que eu deixei pra trás e o que até hoje não consegui tirar do papel.

ESCREVA SOBRE O SEU MAIOR DESEJO NO MOMENTO.

Ter como me sustentar, ajudar meus pais, fazer uma faculdade, ter um emprego

SE TIVESSE QUE ESCOLHER UM SONHO PARA REALIZAR HOJE, QUAL SERIA?

Queria ser magra

CONTE COMO ANDAM SEUS ESTUDOS E CARREIRA. VOCÊ TEM FEITO ALGUM CURSO? ESTÁ FELIZ NO SEU EMPREGO OU QUER MUDAR? SE COMEÇOU ALGUM PROJETO PARALELO ATUALMENTE, EM QUE PÉ ELE ESTÁ?

Estudo no segundo ano, faço academia, inglês, não trabalho, fiz curso de música.

COMO ESTÁ SEU RELACIONAMENTO COM A FAMÍLIA?

Moro com meus pais e meu irmão e me relaciono bem com eles.

FALE SOBRE SEUS SENTIMENTOS MAIS CONSTANTES. NA MAIOR PARTE DO TEMPO VOCÊ SE SENTE BEM? ESTÁ CARREGANDO ALGUM PESO NAS COSTAS DO QUAL GOSTARIA DE SE LIVRAR? O QUE VOCÊ NÃO ESTÁ GOSTANDO NA SUA VIDA NESSE MOMENTO? E O QUE ESTÁ TE MOTIVANDO A ACORDAR TODOS OS DIAS?

Sinto que o mundo muito confuso com tanta noticia triste e poucas alegrias. Gosto de ter a vida que levo, gosto de estudar dos professores, tenho muitos amigos.

Acho que sou ansiosa e quero ver o tempo passar depressa, chegar o fim de semana e por isso acho que como demais me irrito fácil .

COLOQUE ALGUNS DETALHES SOBRE ACONTECIMENTOS RECENTES QUE TE FARÃO SORRIR AO LER, PODE SER UMA OU DUAS PEQUENAS COISAS BOAS, PARA GARANTIR QUE LER A CARTA TE DEIXARÁ FELIZ.

Sou uma pessoa brincalhona e gosto muito de sorrir, me dou bem com as pessoas e me disseram que sou simpática e tenho bom gosto para muitas coisas.

EM QUAIS PROJETOS PESSOAIS VOCÊ ESTÁ TRABALHANDO?

Estou tentando emagrecer, mas de modo a ganhar músculos, virei vegetariana, deixei o cabelo crescer.

Estou compondo músicas novas, fazendo aulas de violão e pesquiso sobre muito sobre saúde, corpo humano pois pretendo ser uma médica neurocientista.

POR FIM, ESCREVA O MAIS IMPORTANTE: COMO VOCÊ SE IMAGINA DAQUI A UM ANO E COMO QUER QUE CADA COISA QUE FAZ HOJE EVOLUA ATÉ LÁ.

Vou concluir uma faculdade de medicina, ser uma compositora reconhecida, escrever um livro de poesias e outro sobre o cérebro humano, fazer um intercâmbio no exterior, viajar para a Europa e com meu namorado vamos construir uma casa e ter só um filho.

Vou construir um hospital para atender crianças que nascem com doenças congênitas. Quero ajudar financeiramente meus pais e meu irmão se acaso eles precisarem.

COMO IMAGINA O BRASIL E O MUNDO

A corrupção diminuirá. A saúde e a educação melhorará com mais hospitais, com escolas melhores e professores com salários maiores. O próximo presidente arrumará o Brasil e não haverá mais guerras, seremos campeão de futebol, a maioridade será reduzida, a cura da Aids será encontrada. A tecnologia estará em tudo e facilitará muito a vida das pessoas.

EXERCÍCIO OU ATIVIDADE PARA CONHECER OS ALUNOS.

1- Atividade de cumprimentos com música.

Coloca-se a música é preciso saber viver, andando todos pela sala no ritmo da música o professor solicita-se que cumprimentem-se com diferentes partes do corpo, exemplos: com os ombros, com os cotovelos, com a mão direita, com o pé esquerdo, ao parar a música o colega que você está cumprimentando os dois deverão conversar sobre o que você espera que aconteça na sua vida daqui 3 anos e o que você acredita que deve fazer para que isso se realize.

2- Atividade de socialização 1,2,3, cumprimenta e passa a vez.

Formação 2 círculos, o círculo de fora desloca-se para a direita, no número 1 mãos nas coxas, número 2 bate uma palma e o número 3 mão com mão e o cumprimento mão direita e desloca-se para a direta somente quem está fora, a cada 3 pessoas é parado e faremos a pergunta sorteada pelo professor, as perguntas devem ser discutidas com os alunos antes de começar e podem ser acrescentadas.

1-Quando e onde você nasceu?

2- Com que você vive?

3- Como gostariam de viver?

4- Qual é o valor da família e dos amigos para você?

5- Como vocês lêem o mundo?

6- O que você pensa para seu futuro profissional?

7- A escola contribui para seu crescimento pessoal?

8- O que vocês esperam dos estudos escolares?

PROPOSTA DE AÇÃO PEDAGÓGICA SOBRE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Os índices alarmantes de obesidade na sociedade moderna surgiram em virtude do ritmo acelerado da sociedade pós-moderna que produz uma grande quantidade de infinidade de alimentos rápidos, de fácil preparo e com longa data de conservação. Como consequência, observamos em todas as faixas etárias o aumento alarmante do índice de obesidade, problemas dentários, gástricos, cardíacos, distúrbios de pressão arterial, diabetes, entre muitos outros associados a má alimentação.

A indústria alimentar que até então incitava ao grande consumo desenfreado e irresponsável, que incentivam as pessoas a comerem mais do que necessitam e associação destes alimentos industrializados a atrativos infantis à vida saudável. Hoje elas se vê diante de cumprir regras e normas de esclarecimentos a população bem como buscar meios e ingredientes cada vez menos agressivo à saúde.

Em virtude desta situação, fez-se necessário uma preocupação maior em promover uma reeducação alimentar, valorizando alimentos caseiros, com redução de uso de agroquímicos, com menor teor de gorduras e açúcares.

Nesse contexto, a escola tem papel fundamental de não apenas levar a informação, mas tratar do tema em todas as suas instâncias, suas implicações individuais e coletivas para desenvolver em seus alunos a consciência da necessidade da alimentação saudável, da utilização adequada dos alimentos para poderem desfrutar da vida com qualidade e saúde.

Apresentamos assim uma proposta de trabalho interdisciplinar, pois entendemos que somente desta maneira podemos abordar todos os aspectos relevantes para promover a mudança do hábito alimentar entre os alunos. Cada área que compõe o currículo escolar abordará aspectos diferentes da temática conforme descrito a seguir:

Biologia

Trabalho com rótulos e embalagens: em grupos, os alunos farão a análise nutricional presente nos rótulos e embalagens de diversos tipos de alimentos de uso comum no dia-a-dia. O objetivo é observar e discutir o valor nutricional de cada tipo de alimento, comparando com a funcionalidade, ou seja, com a importância biológica de cada substância trabalhada nas aulas de bioquímica celular.

Química

Através de experimentos realizados em laboratório, apresentar a quantidade de determinadas substâncias presentes no alimento, bem como seus efeitos no organismo.

Física:

Utilizando também a leitura de rótulos de embalagens a disciplina enfocará as relações e transformações de energia e suas unidades de medidas.

Língua Portuguesa

Através de documentários, a disciplina promoverá a discussão e produção de textos, na qual serão abordados:

- os anúncios e propagandas dos produtos alimentícios e a importância da mídia na formação dos nossos hábitos alimentares;

História, Geografia, Sociologia e Filosofia

Através de pesquisas, entrevistas e documentários, serão abordados os seguintes temas:

- aspectos sociais e culturais relacionados às formas de produção e aproveitamento de alimentos;

- a produção de alimento e os impactos ambientais, sociais e na saúde humana.

- hábitos alimentares de diferentes povos e regiões e sua relação com as características dos indivíduos;

- Os alunos poderão desenvolver entrevistas com pessoas idosas sobre como eram os hábitos alimentares no passado, como os alimentos eram preparados e quais eram as principais carências nutricionais que apresentavam.

- Pesquisa sobre as políticas públicas que estão sendo desenvolvidas para combater o problema nutricional da população.

Matemática

Temática: Desperdício e formas de aproveitar a melhor os alimentos.

Através de pesquisas de dados, fazer um levantamento de quanto de alimento é desperdiçado desde a sua produção, transporte até o preparo e consumo.

Educação Física

Através de documentários, vídeos, animações e da leitura de textos, abordar a relação entre a alimentação saudável e a qualidade de vida.

a-Como de ver ser a ingestão de água durante a atividade física?

b-Quais alimentos devemos consumir antes da atividade da atividade física?

c-Os isotônicos são realmente eficazes para repor energias?

Arte

Os alunos poderão criar ou reproduzir paródia ou teatro que utilizem o aproveitamento máximo ou reaproveitamento de alimentos para uma dieta equilibrada e saudável.

Pode também embalagens com publicidade dos produtos com alimentação saudável.

RESULTADO ESPERADO

Espera-se que a abordagem contribua para a formação de hábitos alimentares mais saudáveis entre nossos jovens. Que possam, através de todos os aspectos discutidos, entender a necessidade de uma reeducação alimentar e mais, que possam compreender que têm responsabilidade de participar ativamente das políticas públicas relacionadas à produção, à fiscalização e publicidade dos produtos destinados à alimentação da população.

Que a alimentação saudável também esteja interligada a hábitos saudáveis como a prática regula de atividades físicas.

4-Criar uma ação curricular na área de ciências humanas baseado na formulação de um problema a ser investigado.

A ação desenvolvida será após ser levantados os índices de obesidade dos alunos fazer um planejamento alimentar e de atividades físicas periódicas para desenvolver hábitos saudáveis tanto de alimentação como da prática de atividade física.

imagem de Cladesnei Estefânia Schneider Thiele

Organização do Trabalho Pedagógico no Ensino Médio - Caderno I

COLÉGIO DARIO VELLOZO-TOLEDO-PARANÁ.

Cursistas:

ANDRÉ LUIZ REOLON

DAVI DOS SANTOS FERREIRA

ELIANE SUZETE PEREIRA

EUCLIDES JAIR FREESE

JOSIANE APARECIDA SOARES FERREIRA BENVENUTTI

LUCIANA EMILIA ROHDE ZANCHET

ROSMARI GATTO BORDIGNON

SIMONE CRISTINA DE MATOS

PAULO CATUZZO

Trabalho Realizado:

A nossa escola acolhe muita diversidade e pluralidade seja por meio de suas ações, determinações da mantenedora ou ainda pela necessidade aparente de seus envolvidos professores e aluno.Em alguns momentos surgem situações que não estamos acostumados e preparados para resolver. A educação supõe que cada dia e situação seja um aprendizado que exige um encaminhamento diferenciado. Diante disto, a discussão (professores, estudantes, comunidade) acontece frequentemente e deve ser constante. Mesmo assim, faltam momentos para essa discussão e profissionais qualificados que ampliassem nosso conhecimento, para compartilhar experiências e passar orientações, a fim de que identifiquem as potencialidades dos alunos, professores e demais envolvidos. O esclarecimento amplo de como trabalhar a diversidade e da pluralidade geram condições para que os indivíduos possam somar-se como atores e autores de ações.

Para contemplar a pluralidade e diversidade no Projeto Político Pedagógico a escola acredita-se em um planejamento com práticas pedagógicas organizadas e integradoras, na flexibilização curricular, em momentos de valorização da cultura, na formação continuada a fim de que todos os envolvidos possam conhecer, compreender e valorizar-se mutuamente.

Quando se conhece o aluno e os envolvidos, quando o valoriza e o trata de modo a integrá-lo, proporciona que em especial o aluno se empondere do espaço e do momento educativo. O aluno pode sim e deve contribuir muito com os desafios da escola. Ao se empoderar daquilo que também é seu, vai favorecer a construção da capacidade pessoal e social e pos­sibilitar a transformação pessoal. Ouvimos os alunos, e os mesmos acham indispensável sua participação em debates, a participação nas decisões, a escolha da represen­tatividade, a comunicação entre os membros da comunidade escolar, o exercício do trabalho coletivo, a valorização da cultura e a autonomia do grupo para decidir e opinar.

Ouvimos alunos e professores e de maneira distintas refletiram sobre a estrutura do ensino médio frente a diversidade e pluralidade, bem como a organização do trabalho pedagógico e participação de todos no processo educacional. Os alunos acreditam que a diversidade e a pluralidade por serem temas atuais devem ser trabalhadas nas aulas. Alguns parecem distantes de sua realidade, como eles mesmos disseram não veem sentido nem pro agora e nem para o futuro. O professor que contextualiza mais sua disciplina e outros segmentos da realidade consegue cativar mais, eles entendem que há muitas disciplinas e muito conteúdo, também que há diferenças na forma de aprender e que não há tempo para atender todas as duvidas e necessidades em sala. Eles acham que a escola oportuniza a participação dos alunos no Grêmio mas poucos são os que se envolvem porque não tem tempo. Já os professores consideram que na escola há valorização e atendimento para a diversidade e a pluralidade desde o acolhimento, aceitação e flexibilização curricular, mas que ainda existem situações pontuais. Para alguns deles, a diversidade e a pluralidade são sempre abordadas nas formações continuadas em que os educadores planejam que contemplem a todos. A comunidade escolar é composta por alunos de diferentes grupos sociais, políticos, econômicos, étnicos, religiosos e a escola vem buscando atender as especificidades dos educandos adequando às necessidades desta clientela. A escola oportuniza também a participação de todos nas decisões e opiniões, mas a participação familiar não é efetiva por parte de todos os pais.

Dentre os problemas levantados pela equipe de formação do Pacto pelo Ensino Médio na escola está a valorização do professor e do aluno por parte dos governantes, a dificuldade de aprendizagem, o bullying, a falta de motivação dos nossos alunos, os problemas de relacionamentos entre eles e a flexibilização curricular. E já foram encaminhadas as seguintes ações, encaminhamentos destes problemas aos pais conjuntamente com a escola por meio de reuniões, encontros, solicitações para as instâncias superiores, formação continuada, ofertas de projetos e eventos, aulas de reforço, também foram oportunizadas momentos para debates de ideias para definições de acordos e atitudes únicas como encontro com pais.

Dentre os impactos negativos que impedem a solução dos problemas, está a burocracia das instâncias superiores, a falta de recurso, a falta de formação dos professores, disponibilidade dos pais, ausência nos momentos escolares e o conflito de opiniões,ideias e atitudes no ambiente escolar.

Mais problemas levantados como indisciplina, dificuldade de aprendizagem, não realização de tarefas e trabalhos, alunos desmotivados para o estudo. Para os quais foram encaminhadas conversas com os alunos, realização do mapa de sala, convocação de pais.

No ambiente escolar são apontadas dificuldades diversas que se distinguem ou de queixa ou de problema. A queixa é um desabafo do que acontece em sala mais não se identifica o que está gerando esta situação que é o problema. Queixa é uma reclamação pessoal e subjetiva. Problema é um fato observado e que necessita de uma solução objetiva.

Dentre as queixas e problemas de ensino e aprendizagem que foram tratadas no conselho, estão as dificuldades de aprendizagem e os encaminhamentos dos alunos com necessidades especiais, metodologias de ensino, avaliação, problemas de aprendizagem.

Vale ressaltar que todas as sugestões foram registradas para serem colocadas em prática posteriormente, dentre as sugestões de maior destaque estão o domínio de turma e de conteúdo, diversificar as avaliações, adaptar os conteúdos às necessidades e dificuldades dos alunos, maior intervenção junto a coordenação para solicitar ajuda dos pais, tendo em vista que boa parte dos problemas são de indisciplina por parte dos alunos, atitude esta que não tem sua origem apenas na sala de aula e sim vem de um contexto familiar desestruturado.

O conselho de classe participativo é o principio básico da gestão democrática em que a escola e representantes têm oportunidade de se manifestarem. Na maioria das vezes consegue trazer soluções para determinados problemas enfrentados por quem só convive diariamente, que assim,apresentam caminhos, formas, maneiras e características diferentes de se relacionar e de aprendizagem. Por meio do Conselho de Classe as queixas precisam ser deixadas de lado, e o foco seja a resolução, caminho para resolução dos problemas e ideias para melhorar o ensino aprendizagem. Desta forma ele precisa ser regido na prática com objetividade e efetividade.

imagem de josiane wolf veiga dos santos

Refleção e Ação 5

TEMA: APRENDIZAGEM MATEMÁTICA E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
TEMA ESPECÍFICO: Mobilizar conceitos matemáticos importantes envolvendo hábitos alimentares saudáveis.
OBJETIVO GERAL: Trabalhar conceitos matemáticos relacionando com a importância da alimentação saudável.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Espera-se que os alunos sejam capazes de conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva;
Ampliar e construir noções de medida, pelo estudo de diferentes grandezas, a partir de sua utilização no contexto social.
JUSTIFICATIVA: A escolha deste tema permite a utilização de conceitos matemáticos no contexto social e que serve de utilização cotidiana. Além, de relacionar com um tema importante para a saúde das pessoas.
METODOLOGIA:
● Inicialmente os alunos serão informados dos objetivos do projeto;
●Por conseguinte, os alunos realizarão um trabalho de calcular seu IMC. Assim, sem uso da calculadora, cada aluno deve calcular seu Índice de Massa Corporal dada pela fórmula: ÍNDICE DE MASSA CORPORAL = PESO (EM KG) / ALTURA (EM M2);
●Em outro momento realizar o levantamento dos resultados obtidos com os IMC dos alunos, dividindo entre dois grupos, como por exemplo: meninas e meninos. Realizar um gráfico com os resultados;
●Realizar pesquisa entre os alunos coletando informações sobre os hábitos alimentares que cada um possui e realizar um gráfico comparando o valor de IMC com os hábitos alimentares coletivos;
●Consequentemente realizar um cartaz da pirâmide alimentar da sala, após a análise dos hábitos de cada um;
●Proporcionar aula expositiva sobre a importância de hábitos alimentares saudáveis, quais são os alimentos mais adequados e classificá-los. Bem como, a importância da utilização dos conceitos matemáticos na vida dos indivíduos.
●Por fim, propor um piquenique na escola com alimentos saudáveis;
AVALIAÇÃO:
Produção de um texto argumentativo sobre o tema estudado.

imagem de ELSON SILVA DOS SANTOS

Água

TEMA: ÁGUA

Atualmente, o processo de ensino-aprendizagem não consiste mais em estudar apenas

para reproduzir algo, mas em encaminhar soluções, ainda que teóricas, para os desafios

que são colocados pela realidade, desenvolvendo assim a tomada de consciência crítica.

Para que se possa haver aprendizagem, há a necessidade do exercício didático da

relação sujeito-objeto de estudo, concretizando a teoria do conhecimento. O

conhecimento é uma construção histórica, o qual se deve ter o domínio dos conteúdos e

atualizá-los conforme a realidade dos tempos presentes. A problematização implica em

uma nova maneira de estudar e de preparar aos alunos o que será trabalhado.

Afim de trabalhar de forma interdisciplinar como a proposta da atividade IV, construímos

atividades que abordem o tema ÁGUA, com o propósito de conscientização dos alunos,

no que se refere ao questionamento da realidade, do cotidiano, do empírico e do

conteúdo escolar.

A “indústria da seca”, é constantemente relacionados à região semiárida do país.  Além

dos usos múltiplos da água, seja na agricultura, indústria, comércio, uso residencial e na

Biodiversidade, há a divisão de uso e os conflitos inerentes aos interesses individuais de

uso. E ainda, não devemos isolar além do fator climático as questões políticas e a

infraestrutura.

O manejo racional e a conservação dos recursos hídricos, aplicadas através de

metodologias interdisciplinares, pode desencadear uma série de ações práticas na

comunidade e entorno como mutirões de coleta de lixo e recuperação de nascentes, além

da inclusão de temas relacionados à água, de modo interdisciplinar no curricular

obrigatório, de modo que os estudantes possam relacionar os assuntos vistos na escola

com a sua vida cotidiana.

Neste trabalho interdisciplinar pode-se levantar questionamentos com os alunos sobre os

problemas que têm sido discutidos na mídia (televisão, internet, jornais) em relação ao

uso da água em nosso planeta.

A interdisciplinaridade ou integração dos conteúdos é muito importante, pois podem

oferecer entre outros dados, informações sobre a qualidade da água, sua disponibilidade

e as construções das sociedades humanas ao longo do tempo, do ponto de vista de uso

da água.

A importância da água na História da Humanidade

No Paleolítico, os grupos humanos eram coletores e caçadores, por isso, nômades.

Assim, quando esgotava os recursos de uma região o grupo migrava para outra região

visando sua subsistência. No Neolítico, essa realidade modifica-se, o homem torna-se

sedentário, uma vez que, os mesmos iniciam a prática da agricultura e a criação de

animais. Para realizar tais práticas, os agrupamentos humanos buscam se estabelecer às

margens dos rios, e é ali que surgem as grandes civilizações da antiguidade. Vejamos

alguns exemplos:

 Egito: às margens do rio Nilo;

 Povos da Mesopotâmia: às margens dos rios Tigre e Eufrates;

 China Antiga: às margens do rio Amarelo;

 Índia Antiga: às margens do rio Ganges.

Alguns povos, por sua vez, estabeleceram-se em regiões menos férteis, ou seja, regiões

ausentes de grandes rios. No entanto, buscaram fixar-se de frente para o mar. Novamente

a água foi determinante para o desenvolvimento destas civilizações. Se a prática da

agricultura não era suficiente para prover seu sustento, tais povos aproveitaram-se de sua

localização geográfica para se lançar-se à navegação, tendo no comércio sua principal

atividade de subsistência. Novamente, vejamos alguns exemplos:

 Fenícia: às margens do Mediterrâneo;

 Grécia Antiga: às margens do Mediterrâneo e do mar Egeu.

A água é um recurso natural fundamental na sobrevivência do ser humano e

indispensável também como recurso para produção, desenvolvimento econômico e

qualidade de vida. Embora 70% da superfície terrestre seja coberta pela água, somente

1% de toda o recurso natural existente está disponível para o consumo humano. E,

mesmo assim, esse percentual ínfimo está sujeito a desigualdade na distribuição e

seriamente ameaçado de escassez.

A estimativa das Nações Unidas é que até 2015, pelo menos 11% da população mundial,

o equivalente a 783 milhões de pessoas, continuarão carentes de água potável. De

acordo com os dados, 1,1 bilhão de pessoas continuam sem redes de esgoto, e cerca de

4 mil crianças morrem diariamente por doenças diarreias associadas à falta de qualidade

da água.

Cientificamente foi comprovado que nosso organismo é composto de 60% de liquido e,

75% da composição muscular (especificamente). Por isso da necessidade da presença de

todos os nutrientes para o perfeito funcionamento de todas as reações orgânicas,

independente da faixa etária, sexo e biotipo físico.

Em atividades normais do dia a dia perdemos até 2300 ml de líquido, sendo que em

atividade físicas esse número pode chegar em média a 3300 ml.

Perigos da desidratação

_ Intensidade da atividade

_ Duração dos exercícios

_ O clima

_ Vestimenta

A partir desses a perda excessiva de água faz com que o ritmo cardíaco aumente por

conta da diminuição do volume sanguíneo. A perda de 10% de água corpórea pode levar

a distúrbios graves, tonturas, dificuldades de concentração, espasmos musculares e

problemas renais. Acima de 20% pode ser fatal.

Hidratação correta

Até 1 hora de atividade, água pura já supri as perdas, atividades com duração superior a

1 hora, prefira isotônico e bebidas esportivas ricas em calorias, vitaminas e sais minerais,

essenciais para repor eletrólitos perdidos.

É indicado tomar 400 a 600 ml de líquidos 2 horas antes da atividade física, e durante

esta, 100 ml a cada 20 minutos, evitando excesso.

No pós treino a hidratação é igualmente importante, para estabilizar a liquides do sangue.

Para agilizar esse processo (reidratação), prefira bebidas geladas e se necessário até

com açúcar. O ideal para o consumo diário é de 2,5 litros. Para atletas profissionais (alto

rendimento) é recomendado ingerir 1,5 litros para cada kg perdido durante a atividade.

Evite refrigerantes, sucos ácidos (limão e laranja) ou bebidas alcoólicas. Para repor

reservas de glicogênio prefira suplementos com hidratos de carbono e sódio.

Essas são informações essenciais para prática saudável de exercícios físicos e melhoria

do desempenho.

Diante disso, é mais do que fundamental reduzir o consumo de água. A ideia não é deixar

de usar a água, mas sim ter consciência de que é importante poupá-la. Para tanto, é

preciso adotar soluções para um consumo consciente, como o reuso de água,

fundamental para minimizar a utilização deste recurso e ainda economizar na conta de

água. A captação de água das chuvas, por exemplo, pode também trazer forte impacto

positivo, econômico, ambiental e até auxiliar na prevenção de enchentes.

Todos podem e devem ajudar a cuidar da água. Observe o seu uso diário de água e

pense em como você poderia mudar os seus hábitos de forma a economizá-la. Veja

algumas mudanças de atitude que você pode adotar para contribuir com o consumo

consciente de água:

-       Não tome banhos demorados. Cinco minutos costumam ser o tempo suficiente para

termos uma boa higienização;

-       Desligue o chuveiro na hora de se ensaboar e de passar o xampu e o condicionador,

religando-o somente na hora do enxágue. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente,

um minuto de chuveiro ligado gasta cerca de 15 litros de água. Agora imagine o tanto de

água que você vai gastar se tomar banhos de 20 minutos, e ainda com o chuveiro ligado!

Seriam mais ou menos 300 litros de água potável sendo jogados fora pelo ralo!

-       Evite brincadeiras com água. Troque-as por outras. Elas podem ser tão divertidas

quanto às com água;

-       Desligue a torneira ao escovar os dentes;

-       Evite usar copos descartáveis, mesmo os recicláveis. Tanto a produção quanto a

reciclagem deste material demanda o consumo de muitos litros de água. Prefira ter

sempre em mãos uma caneca (daquelas de plástico mesmo) ou uma garrafinha de água

(isto ainda te incentivará a beber mais água).

A seguir, segue um esboço:

Num primeiro momento é feito um levantamento de dados referentes à quantidade de

água doce existente na terra: onde está localizada? Qual a porcentagem localizada no

nosso país, na nossa região? São levantadas algumas questões para discussão tais

como, todos os rios, riachos e fontes fornecem água propícia para o consumo humano?

Quais os rios mais poluídos do Brasil, do nosso estado? Quais as causas da poluição?

Essa é uma atividade que propicia ao aluno analisar a relevância do tema proposto além

de oportunizar-lhe a construção de tabelas e gráficos.

É colocada então a seguinte questão: Como evitar a perda de água tratada? Segundo a

Sabesp, Companhia de Saneamento Básico de São Paulo, uma torneira gotejando

desperdiça 46 litros de água num período de 24 horas, a mesma quantidade que um ser

humano necessita para suprir suas necessidades diárias, considerando dados da

Organização Mundial de Saúde. Com abertura de 1mm, o aparentemente fiozinho de

água, que escorre da torneira, será responsável pela perda de 2068 litros em 24 horas.

Se a abertura da torneira for de 2mm, a perda será 4915 litros diários.

Quanto tempo você leva para tomar banho? Você fecha a torneira enquanto escova os

dentes?

Para lavar a louça é aproveitada a capacidade máxima da máquina? Você utiliza a

mangueira para lavar o carro ou a moto? O jardim de sua casa é regado todos os dias?

Há problemas de vazamento na sua casa?

       Uma nova questão é colocada ao aluno: Você sabe qual é o consumo de água em

sua residência? Para responder a essa questão é necessário consultar o demonstrativo

de consumo de água. Nesse momento é importante analisar com o aluno como se faz a

leitura e o que significa cada= item que consta do demonstrativo. A leitura do consumo de

água, em cada residência, é feita mensalmente, e é calculada subtraindo-se do número

de metros cúbicos obtidos na leitura do mês atual, o número de metros cúbicos obtido na

leitura do mês anterior.

      Tendo como referência os demonstrativos de consumo mensal de água de várias

residências, construiu-se a tabela 1, com valores médios a pagar, em função do consumo,

com base em valores fornecidos pela Sanepar.

Consumo (m3)     Valor a pagar em reais

0  10,31

1=mil litros 10.31 + 2,18 = 12,49

2=dois mil litros 10,31 + 2,18.2 = 14,67

3 10,31 + 2,18.3 = 16,85

4 10,31 + 2,18. 4 = 19,03

5  10,31 + 2,18.5 = 21.21

6 10,31 + 2,18.6 = 23.39

7 10,31 + 2,18.7 = 25,57

8 10,31 + 2,18 .8= 27,75

9 10,31 + 2,18.9 = 29,93

10 10,31 + 2,18.10 = 32,11

11 32,11 + (2,18 + 0,02) . 1 =

12 32,11 + (2,18 + 0,04) . 2 =

13 32,11 + (2,18 + 0,06) . 3 =

14 32,11 + (2,18 + 0,08) . 4 =

15 32,11 + (2,18 + 0,10) . 5 =

 

TEATRO-LENDA IARA

Por ser uma lenda cultuada pelos indígenas brasileiros, transmitidos oralmente de

geração em geração, e sendo Iara o sagrado da água, mãe e deusa das águas, doce ou

salgada, podendo morar no mar, nos rios, nos lagos ou lagoas e nas cachoeiras.

Metodologia:

- Contar a lenda folclórica da Iara (mãe das águas), compreendendo o sentido da história

contada.

- Entender a importância de preservar os rios e oceanos, para uma melhor qualidade de

vida dos seres vivos.

- Transferir para o papel o que compreendeu da história, exercitando a imaginação para

fazer adaptações de um roteiro para dramatização, relacionando a história da lenda da

Iara com a preservação dos rios e oceanos, onde haverá mocinhos e pessoas que serão

afetadas pela poluição. Deverá conter a produção de cenários, figurinos e música.

Objetivo:

-Incentivar o educando a entender a sabedoria popular e regional;

-Resgatar e transmitir a cultura popular de sua comunidade e de outros grupos

reconhecendo as semelhanças e diferenças entre conhecimentos construídos por

diferentes povos e culturas;

-Conscientizar o aluno a importância de preservar rios e oceanos, para uma melhor

qualidade de vida;

-Desenvolver a linguagem oral e escrita;

-Estimular o ritmo, a criatividade e prazer pelas cantigas de roda.

Avaliação:

Será contínua no aprendizado dos educandos, através da participação em sala,

desempenho nas atividades e trabalhos.

imagem de ELSON SILVA DOS SANTOS

Mobilidade Urbana

TEMA: MOBILIDADE URBANA

JUSTIFICATIVA:

A mobilidade urbana é um problema atual e crescente, devido à falta de políticas públicas

sociais que levem em conta as reais necessidades da população que utiliza os meios de

transporte para seu deslocamento. A escola, como meio provedor de conhecimento científico

historicamente sistematizado, visa a emancipação humana e a transformação social dos

diferentes sujeitos, tendo como responsabilidade abordar os desafios educacionais

contemporâneos.

Enfim, o presente trabalho pretende elucidar as questões sociais presentes no meio em que o

aluno está inserido.

CONTEÚDOS:

 POLUIÇÃO

 PERCURSO (DURAÇÃO DO TEMPO-DESLOCAMENTO)

 URBANIZAÇÃO

 QUALIDADE DE VIDA

 QUALIDADE DE SERVIÇOS

 IGUALDADE E CONDIÇÕES E ACESSO

 CAPITALISMO

 ESPAÇO GEOGRÁFICO

 DIREITOS GARANTIDOS PELA LEGISLAÇÃO

 INFRAESTRUTURA

 ÉTICA E CIDADANIA

 LEI DO DEFICIENTE FÍSICO, ESTATUTO DO IDOSO

 ASSÉDIO E ABUSO SEXUAL

 CULTURA (MUDANÇA DA CULTURA EQUIVOCADA)

OBJETIVO:

Trazer o aluno para sua realidade, a fim de que possa analisar o meio em que está inserido

como sujeito sólido, participativo, reflexivo e crítico, com o propósito de tornar-se agente

modificador da sociedade.

ENCAMINHAMENTOS:

 Palestras

 Debates embasados em textos científicos

 Seminários

 Pesquisas teóricas e de campo

 Uso de mídias sobre o tema

 Aulas expositivas

CRITÉRIOS E MECANISMOS DE AVALIAÇÃO

 Participação das atividades propostas

 Se o aluno saiu do senso comum para o conhecimento crítico

 Compreensão e assimilação dos conteúdos

 Autonomia para opinar

imagem de Laura Lopes de Paiva

Diálogos interdisciplinares na escola- um olhar sobre dados da r

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Marco Antonio Pimenta
Maringá – PR
Professores participantes:
Adelirian Martins Lara Lopes – Biologia
Alessandra Guidolin Campos – Pedagoga
Ana Lúcia Lopes – Sociologia
Elizabete dos Santos Meirelles de Oliveira – Português e Inglês
Francielle Siqueira – Química
Jocel José de Sousa – Geografia
Márcia de Oliveira – Pedagoga
Tatiane Martins Evangelista – Filosofia
Orientador de estudos:
Laura Lopes de Paiva – Português
Formadores Regionais do NRE de Maringá
Alexandre Shuji Suguimoto
Altair Bonini
Supervisores do Regionais do NRE de Maringá:
Marcelo Leandro Garcia
Valkíria Trindade de Almeida Santos
Coordenador Adjunto – UEM
Alessandro Santos da Rocha - UEM
Coordenadora Geral - UEM
Silvia Pereira Gonzaga de Moraes

Diálogos interdisciplinares na escola- um olhar sobre dados da realidade

Matemática, tão importante quanto perturbadora. Atire a primeira pedra aquele professor que quando jovem não perdeu algumas horas de sono com esta velha senhora. O que há de tão errado com ela que até hoje carrega tantos problemas, de difíceis soluções? Por que não é compreendida? Será tão má?
Nós, enquanto educadores, precisamos ter sempre em mente que a matemática assim como todas as disciplinas possui papel importante na construção/formação integral dos nossos alunos, vai além da sala de aula e dos muros da escola, está relacionado à vida do indivíduo, possibilitando meios para uma compreensão de mundo. Somente quando conseguirmos abrir os olhos dos nossos alunos para esse mundo a ser compreendido é que estaremos iniciando um processo de desconstrução de uma ideia cultural de que a matemática é inacessível, desinteressante e inútil. Mas, para que haja uma ação efetiva, é necessário problematizar e garantir que estes conhecimentos possibilitem sua integração à prática cotidiana do aluno. Deste modo, mais do que ministrar conteúdos, cabe ao professor a tarefa de estimular a reflexão, em lugar de apenas propor exercícios que verifique se os alunos conhecem ou não as técnicas para resolvê-los, visando apenas algo acumulo de conteúdo.
O que observamos atualmente é que os conteúdos trabalhados em sala de aula não condizem com as reais necessidades dos alunos, sendo esses muitas vezes fora do contexto vivenciados por eles. O pensamento matemático por muitas vezes fica limitado apenas às questões numéricas, tais como, a memorização de regras e fórmulas, contudo, se faz necessário promover momentos de reflexão quanto à essa questão, de forma a permitir uma mudança de pensamento por parte dos educadores no momento em que fosse realizada a seleção das atividades propostas ao educando durante o processo de ensino aprendizagem.
Nessa perspectiva, o processo educativo exige mudanças na forma de trabalhar as atividades, criando oportunidades de estímulo ao pensamento crítico. Assim como acorreu em algumas atividades realizadas pela equipe do Pacto. O objetivo é perceber a Matemática e de suas possíveis relações com outras áreas de conhecimentos, visando, assim, uma metodologia acessível e dinâmica, para, com isso, possibilitar aos alunos uma fácil absorção dos conteúdos. Embora, dentro da realidade escolar em que estamos inseridos, esse tipo de proposta enfrenta grande dificuldades, uma vez que o modo em que está organizado o dia a dia de trabalho dos professores das diferentes componentes curriculares cria enormes obstáculos à elaboração desses projetos interdisciplinares, uma vez que falta tempo e oportunidade aos professores de reunirem-se para pensar os projetos e atividades que envolvam mais de um componente curricular. Falta tempo para a aplicação das atividades, pois existe uma série de conteúdos que precisam ser também trabalhados, e toda atividade interdisciplinar ocupa tempo extra, vivenciamos isto nas ultimas atividades aqui realizadas, a organização atual das escolas não nos permite esse modelo de atividade frequentemente. Outro obstáculo é a falta de aperfeiçoamento dos educadores em geral ao trabalhar com o que é novo, é preciso haver capacitações reais, não apenas teóricas, pois não podemos nos esquecer de que as Universidades nos cursos de licenciatura não prepararam os professores para agirem assim em sala de aula, ou seja, precisam reaprender, para isso é precisa nos preparar de fato.
Vale ressaltar que um dos problemas que dificultam a aprendizagem é a falta de clareza sobre qual aluno devemos formar no ensino médio, deixando nas mãos do professor uma decisão difícil, pois são poucas aulas para “dar conta” de aplicar seu conteúdo e também preparar um aluno de forma humana integral. Porém quando falamos de matemática, o que mais se observa como cobrança são os números, resultados nas provas externas, vestibulares e ENEM, provas, aliás, que não levam em conta as diferentes realidades do nosso país no momento em que generaliza a avaliação. Mas uma entre tantas contradições que acaba para o professor resolver em sala de aula.
Essa prática não é culpa exclusiva dos professores. Desta forma, o educador fica numa posição difícil entre mediar o currículo de tal forma que o aluno tenha oportunidade de ingressar no Ensino Superior e ao mesmo tempo seja capaz de tomar decisões políticas, sociais e ambientais. É preciso que escola e as instituições responsáveis pela administração e pedagógico, revejam seus papeis e busquem meios que levem o aluno a desenvolver um espírito crítico, capacidade de argumentação e criatividade favorecendo a formulação de questionamentos, os quais possam levá-los a encontrar respostas para tais. Para tanto, é preciso que a escola disponha de recursos pedagógicos que permitam aulas mais atrativas, de maneira que levem os alunos, de maneira espontânea e solidária, ao entendimento do seu papel como cidadão crítico e consciente de seus direitos e deveres na sociedade que vive em constante processo de evolução.
Em relação à construção de um projeto, como solicitado no caderno, nosso grupo encontrou um grande obstáculo, não temos representantes na área propriamente da matemática, contamos com a participação de uma professora que leciona química e física e de outra que leciona biologia, ambas, neste momento, atuando em outras escolas, que contribuíram significativamente com o projeto, pois, não tivemos o apoio dos docentes da área nesta escola. Outrossim, em momentos de conversa com os demais professores, não participantes do pacto, mas sempre a par dos acontecimentos e ações do nosso grupo, os mesmos não demostraram interesse em colaborar com as atividades propostas pelo pacto, então pensamos em ações voltada para a questão cidadã, como exemplo o trânsito. O projeto foi pensado visando a realidade da escola, proximidade com avenidas muito movimentadas da cidade, e como consequência um frequente número de acidentes de trânsito. O projeto de intervenção que propomos é a estimativa do numero de infrações de transito no entorno da escola, bem como, do consumo de bebidas alcoólicas entre os motoristas infratores.
Neste trabalho poderemos envolver praticamente todas as disciplinas do ensino médio. A matemática ficaria com a criação e elaboração de dados para a confecção de tabelas e gráficos, a geografia poderia estudar as regiões produtoras de bebidas alcoólicas e mapeá-las, a química poderia estudar os produtos químicos contidos nas bebidas, a física, como o álcool afeta os reflexos de cada um, a biologia os problemas de saúde causados pelas bebidas alcoólicas, sociologia as consequências do álcool para a sociedade, dentre outras possibilidades. Esse trabalho poderá ser realizado através da divisão da classe em grupos, elaboração de um questionário de pesquisa previamente elaborado pelos professores e alunos e aplicado juntos aos mesmos. Outra ideia é a utilização de aplicativos de celulares buscando os melhores caminhos para chegar a escola em horários de pico. Para isso, poderia ser realizada uma pesquisa na internet, revistas e jornais sobre esse tema. Elaboração de tabelas, gráficos e cartazes explicativos e exposição dos mesmos na escola para conhecimento de todos. Convidar um especialista para trabalhar através de uma palestra com os alunos, como fechamento da atividade proposta.
O projeto realizado com os alunos do primeiro ano do ensino médio, iniciar-se-ia com o levantamento de informações sobre os acidentes ocorridos nos últimos 10 anos nos bairros próximos a escola. Os dados a serem pesquisados serão:
• Gravidade do acidente e horário em que eles ocorreram;
• Idade dos motoristas envolvidos;
• Vitimas fatais; e,
• Principais causas dos acidentes.

Não podemos esquecer, a grande capacidade criativa, e as ricas relações com o entorno, com os diferentes interlocutores e com a própria vida. Como atividade final, produzirem um mural com gráficos apresentando resultado o resultado dos dados pesquisados e também com ações proposta para evitar ações como as pesquisadas e relatadas nas estatísticas dos alunos.

imagem de Laura Lopes de Paiva

Revista Pimental

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Marco Antonio Pimenta
Maringá – PR
Professores participantes:
Adelirian Martins Lara Lopes – Biologia
Alessandra Guidolin Campos – Pedagoga
Ana Lúcia Lopes – Sociologia
Elizabete dos Santos Meirelles de Oliveira – Português e Inglês
Francielle Siqueira – Química
Jocel José de Sousa – Geografia
Márcia de Oliveira – Pedagoga
Tatiane Martins Evangelista – Filosofia
Orientador de estudos:
Laura Lopes de Paiva – Português
Formadores Regionais do NRE de Maringá
Alexandre Shuji Suguimoto
Altair Bonini
Supervisores do Regionais do NRE de Maringá:
Marcelo Leandro Garcia
Valkíria Trindade de Almeida Santos
Coordenador Adjunto – UEM
Alessandro Santos da Rocha - UEM
Coordenadora Geral - UEM

Relatório da revista virtual – Língua Portuguesa e Filosofia
As professoras das duas disciplinas Laura Lopes de Paiva e Tatiane Martins Evangelista selecionaram o segundo ano do Ensino Médio para esta atividade devido ao perfil que possui. Adotaram o tema alimentação sugerido na REFLEXÃO E AÇÃO. Fizeram um roteiro de conteúdo interdisciplinar para uma pesquisa bibliográfica, com a utilização de livros didáticos ou em outros materiais – jornais, revistas, conteúdos disponibilizados na internet e outras mídias; saídas a campo (piquenique) na praça da Catedral Nossa Senhora da Glória no dia do Estudante 11/08/2015; realização de entrevistas, observação dos hábitos alimentares dos colegas, dos familiares e das comunidades locais, entre outros.
Conteúdo: transtornos alimentares: bulimia e anorexia.  Diferenciar dois transtornos alimentares: bulimia e anorexia;  Valorizar hábitos que são condição de uma vida saudável, como por exemplo, dieta balanceada e prática de exercícios físicos. Conteúdo: GENÉTICA DO METABOLISMO  Conhecer as bases genéticas da hereditariedade, suas causas e consequências, possíveis alterações e o modo como se refletem na espécie humana, principalmente em relação ao metabolismo.  Sistema digestivo e alimentação.  Estudo sobre os nutrientes necessários para a saúde  As causas da deficiência de vitaminas no organismo humano.
Conteúdo: Composição química de alimentos.  O aluno deverá conhecer a umidade, proteínas, enzimas, lipídios, carboidratos, vitaminas, minerais dos alimentos.  Deverá aprender a composição química e nutricional dos alimentos, sob os aspectos de classificação, funções, propriedades e determinações químicas.
Conteúdo - Método experimental.  Compreender o processo de manipulação genética para obtenção de um alimento transgênico ou geneticamente modificado.
 Analisar as vantagens e desvantagens do uso dos transgênicos em nosso cotidiano.  As ideologias presentes nas práticas científicas em relação aos meios de produção. Conteúdo: Efeitos da Globalização na alimentação.  O aluno deverá compreender a influência da globalização no hábito alimentar e na saúde da população brasileira.  Compreender sobre a cultura alimentar no Brasil.  Através de dados do senso sobre a produção de alimentos por regiões.  Identificar a importância dos alimentos característicos de cada região.
Conteúdos: Aprendendo a calcular calorias e índices glicêmicos dos alimentos.
 Desenvolver hábitos de alimentação saudável;
 Aprender a fazer algumas receitas culinárias utilizando frutas e hortaliças;
 Pesquisar na web, utilizando os laptops, receitas alternativas com frutas e hortaliças;
 Calcular porcentagem nutricional dos alimentos; índice glicêmico
 Utilizar dados estatísticos do senso sobre produção e fome no Brasil.
Conteúdo: A obesidade é culpa do fast food ou do freguês?  Explorar e escrever textos instrucionais (estatísticas e temas relacionados ao consumo de fast food e alimentos industrializados).  Interpretação de textos abordando temas relacionados à fome no Brasil ou consumo de alimentos.  Debater com os alunos sobre a sedução publicitária e o consumo inconsequente Conteúdo: Alimentação saudável.  Refletir sobre o hábito alimentar;  Contribuir para uma mudança de hábito alimentar;
 Conhecer a importância de uma alimentação saudável;
Conteúdo: Sedentarismo X prática de atividade física.  Apresentar dados sobre o sedentarismo no Brasil.  Ressaltar a importância da atividade física para a saúde.  Apresentar algumas atividades físicas que podem ser praticadas fora da escola.
Conteúdo: Alimentos básicos no período de treino.
 Compreender a importância da alimentação saudável e as recomendações nutricionais para diferentes tipos de exercícios físicos.
 Conhecimentos básicos de alimentação e nutrição, função dos alimentos e suas necessidades,
 Importância de alimentos adequados no período de treino, competição e recuperação do atleta bem como na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. Conteúdo: Alimentação, cultura e sociedade.  Avaliar a evolução histórica do ato de comer e seus reflexos sociais.  Conhecer os alimentos consumidos nas diferentes etnias, regiões e países.  Compreender a importância da agricultura para produção de alimentos
Conteúdo: Alimentação como ato nutricional e ato social.  Avaliar a evolução histórica do ato de comer e seus reflexos sociais.  O alimento constitui uma categoria histórica, pois os padrões de permanência e mudança dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica social.  Alimentar-se é um ato nutricional, comer é um ato social, pois constitui atitudes, ligadas a usos, costumes, protocolos, condutas e situações. A revista está disponível no site: http://issuu.com/williamlimadesouza/docs/revista_pimental
http://professoralaura.blogspot.com.br/
https://www.facebook.com/groups/595940930440423/1055749727792872/?notif_...

imagem de Laura Lopes de Paiva

Água reutilizada na educação ambiental

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
Colégio Estadual Marco Antonio Pimenta
Maringá – PR
Professores participantes:
Adelirian Martins Lara Lopes – Biologia
Alessandra Guidolin Campos – Pedagoga
Ana Lúcia Lopes – Sociologia
Elizabete dos Santos Meirelles de Oliveira – Português e Inglês
Francielle Siqueira – Química
Jocel José de Sousa – Geografia
Márcia de Oliveira – Pedagoga
Tatiane Martins Evangelista – Filosofia
Orientador de estudos:
Laura Lopes de Paiva – Português
Formadores Regionais do NRE de Maringá
Alexandre Shuji Suguimoto
Altair Bonini
Supervisores do Regionais do NRE de Maringá:
Marcelo Leandro Garcia
Valkíria Trindade de Almeida Santos
Coordenador Adjunto – UEM
Alessandro Santos da Rocha - UEM
Coordenadora Geral - UEM
Silvia Pereira Gonzaga de Moraes
Plano de trabalho docente – Unidade de ensino
Tema: Água reutilizada na educação ambiental
Introdução
A água extraída diretamente a partir de rios, lagos, outras vezes captada a partir de lençóis subterrâneos (aquíferos), é utilizada em múltiplas atividades humanas. Contudo, o seu consumo aumentou extraordinariamente a partir do séc. XX quer devido ao rápido crescimento da população mundial, quer devido ao progresso tecnológico ocorrido a partir de então. Com isto o homem passou a consumir atualmente 45 vezes mais água do que há 300 anos, isto deve-se porque a água doce do planeta é utilizada, com grande desperdício, no consumo doméstico, agricultura, atividades industriais.
A Educação Básica sempre apresentou em seu currículo escolar estudos interdisciplinares sobre a importância da água para a revitalização do planeta no intuito de formar conscientização nos educandos e toda comunidade escolar desde as séries iniciais até o Ensino Médio.
Instigar os alunos a perceberem que a falta de agua no mundo, é um grande problema, bem como a desigualdade social, que gera fome, e problemas de saúde em muitos países. Na contra mão dessa questão, surge outra, também, importante, que são as diversas questões ambientais e sociais que envolvem a água, pois ela corresponde a um imenso recurso natural do qual as sociedades humanas necessitam para sobreviver.

Justificativa
A maior parte da água é gasta na agricultura (70%), seguida da indústria (20%) e no consumo doméstico (10%). No entanto, nas últimas décadas, o consumo de água nas zonas urbanas tem aumentado sendo o dever de cada cidadão poupar água.
O setor industrial é igualmente responsável pelos elevados consumos de água, que na última década o seu consumo aumentou também a nível mundial. No entanto, também a este nível a poupança de água é possível. A reciclagem de materiais, por exemplo, contribui para a redução dos gastos de água e ainda energia. Tanto na produção de alimentos (animais e vegetais) como nos produtos de origem industrial são gastas grandes quantidades de água. Para citar alguns exemplos, por cada tonelada de trigo gastam-se 490 000 litros de água, de milho 690 000 litros, de carne 49 200 000 litros, de aço 150 000 litros, assim, podemos concluir que nem todas as atividades apresentam o mesmo consumo de água, sendo existem variáveis de consumo dentro de uma mesma atividade.
De todo potencial de água que existe no planeta, quase um quinto (22%) é utilizado pela indústria. Por isso, este setor tem papel fundamental na conservação do recurso natural. Práticas como reuso, aproveitamento de água da chuva, limpeza a seco e uso consciente na produção têm sido adotadas para gerar economia na conta e, principalmente, reduzir o impacto da indústria na manutenção deste recurso. Observemos, alguns exemplos de grandes empresas que estão poupando o precioso líquido durante a fabricação de seus produtos:
• Ambev - A fabricante de bebidas Ambev informou ter reduzido o consumo de água de sua produção em 36%, por meio da reutilização da matéria-prima nos últimos dez anos. Ao final do segundo semestre de 2002, a companhia tinha um índice de consumo médio de 536 litros de água para cada 100 litros de produção. Em 2012, a quantidade usada era de 340 litros para produzir obter o mesmo resultado.
• Bacardi - Informou ter melhorado sua eficiência de água em 11% durante o ano de 2012 em relação a 2011, com medidas de conservação de água, equipamentos eficientes e reciclagem do recurso. Foram poupados 1,6 milhões de litros em 2012.
• Braskem - Uma das maiores empresas petroquímicas do mundo, a Braskem sentiu a necessidade de buscar soluções sustentáveis nas suas operações industriais, já que utiliza cerca de 450 milhões de litros de água mensalmente - um número elevado para uma região da Grande São Paulo, que fornece em média 140 mil litros de água por habitante/ano, menos de 10% do que a ONU considera ideal. Para isso, recorreu ao projeto Aquapolo Ambiental, a maior iniciativa de água de reuso para fins industriais do Brasil.
• Coca-Cola - A multinacional alcançou seu menor nível de uso de água em 2012. A empresa passou a usar 1 litro e 400 ml para produzir um litro de cada um de seus produtos, são 30 ml a menos - um copo de cafezinho leva 50 ml, observando cada unidade. Mas ao todo a redução caiu de 9,4 milhões de metros cúbicos para 8,2 milhões, de 2011 em relação ao ano passado.
• Google - A empresa adota datacenter (centro de processamento de dados, onde ficam os servidores) na Finlândia, que usa metade do que habitual com energia, água e outros recursos necessários para refrigerar os computadores.
• Nestlé - A maior empresa mundial de nutrição, com operações industriais em 83 países, anunciou que desde 1988, até o fim de 2012, o uso de água na multinacional caiu 81%. Isso equivale a 25,8 milhões de m3, capaz de abastecer, por um ano, uma comunidade de 350 mil habitantes. Na emissão de carbono, a redução foi de 63%. A marca também tem realizado um projeto para reutilizar suas garrafas de água mineral, mas esta ação está em desenvolvimento e deve ser restrita às escolas.

Objetivo geral
Sensibilizar e formar conscientização nos educadores, educandos e membros da comunidade escolar sobre a importância do uso racional de água.

Objetivos específicos
Divulgar informações do uso racional e sustentável da água no espaço escolar.
Criar e aplicar medidas simples e práticas para combater o desperdício de água na comunidade escolar e familiar.
Desenvolver hábitos de sustentabilidade com relação aos recursos naturais no município e estado.
Promover apresentações culturais periódicas sobre o consumo consciente da água.
Gerar agentes multiplicadores para a economia racional da água na escola e em suas casas.
Formar a conscientização dos membros da comunidade escolar sobre a importância da água para diversas atividades, o princípio de conservação da água, a redução do consumo e os impactos ambientais.

Metodologia
Palestras de sensibilização, reuniões, vídeos, panfletos, slides, visita à estação de tratamento de água do município, pesquisa e coleta de dados. Produção de leitura e escrita.

Ações
Língua Portuguesa
Esta atividade foi desenvolvida com os alunos do 3º ano do Ensino Médio, iniciou-se o trabalho dialogando com os alunos sobre seus hábitos. A turma foi dividida em equipes.
Elaborar uma entrevista em forma de questionário com múltipla escolha, a qual foi aplicada aos alunos do 9º ano do Ensino fundamental, no intuito de identificar seus hábitos, tais como: número de banhos ao dia; quais tipos de atividades mais consomem agua em suas casas; qual a frequência com que lavam as calçadas, etc.
Confeccionar panfletos e afixar adesivos instrucionais sobre o uso racional da água na comunidade escolar e no bairro.
Criar paródias, peças teatrais, coreografias, poemas, desafios, slogans, charge, painéis, história em quadrinhos e apresentarem na comunidade escolar em dias alternados, conforme prévia escala.
Estudo de diversos gêneros textuais: notícias, artigos científicos, reportagens. Confeccionar jornal mural
Produção de textos diversificados: poesia, narração, resposta argumentativa, instrucional, artigo de opinião. Expor no jornal mural
Matemática
A partir da coleta desses dados, os alunos calcularam o percentual, transformando em tabelas e gráficos os resultados da entrevista. Analisar gráficos e tabelas do consumo de água nos últimos dois anos.
Biologia
Após a análise dos dados coletados, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre a necessidade da água e seus diferentes usos, com o objetivo de perceber o quanto se consume e discutir com a turma esses resultados e as consequências para a saúde e qualidade de vida de todos. Analisar os impactos ambientais devido ao uso irracional dos recursos naturais e desenvolver hábitos de sustentabilidade com relação aos recursos naturais.
Química
Os alunos realizarem análise química da água potável do colégio, identificando a presença de substâncias tóxicas através de exames bacteriológicos até a emissão de resultados com características saudáveis a serem preservadas a fim de garantir sua qualidade e seu consumo.
Geografia
Os alunos pesquisaram sobre múltiplos usos da água, identificando as regiões mais servidas. Discutiu-se dentre outras questões, o desenvolvimento tecnológico aplicado ao uso nos diferentes países, bem como a importância no setor agrícola para a economia e geração de emprego. Identificar as regiões com maior consumo de água no Brasil, Paraná, Maringá e o bairro da escola.
Sociologia
Pesquisaram, também, alguns países que possuem costumes semelhantes aos nossos em relação ao uso da água. Em várias partes do mundo, o acesso à água é diferenciado, mas por motivos diferentes: enquanto em alguns países existe uma abundância desse recurso, em outros a escassez leva milhões de pessoas a sobreviverem em condições sub-humanas. Destacar os impactos socioeconômicos devido ao uso irracional da água.
HISTÓRIA
Apresentação de documentários sobre o contexto histórico da riqueza nacional da água.
FILOSOFIA
Estudos sobre a ética relacionada ao consumo racional da água. Criar “olheiros” na turma, para atuarem no combate ao desperdício para formar conscientização da importância de não desperdiçar água a partir da escola. Criar o hábito nos educadores e educandos para ficarem atentos a tudo que se refere à água utilizando-a de forma segura e eficiente no dia- a- dia.
Artes
Apresentação de teatro, jogral e musical para formar conscientização da importância de não desperdiçar água a partir da escola.

Avaliação
Contínua e diagnóstica como atividade avaliativa – 2,0

Conclusão
Dessa forma, é possível concluir que o fato de a água possuir um ciclo de renovação através do processo de evaporação dos mares, rios e lagos, garante sua renovação, entretanto, este recurso vital à nossa sobrevivência está se esgotando. O principal problema está associado à relação entre o tempo necessário para essa renovação e o ritmo de exploração dos recursos hídricos. Para se ter ideia, em 60% das cidades europeias com mais de 100.000 pessoas, a água subterrânea está sendo usada em um ritmo mais rápido do que pode ser reabastecida.
Essa atividade como pode-se perceber, deve ser trabalhada de forma multidisciplinar, envolvendo inúmeras disciplinas, como por exemplo, na Matemática com o uso da porcentagem, na Geografia a produção de tabelas e gráficos e localização de alguns países, em Português a leitura, interpretação e discussão de questões, na Sociologia a questão possibilita o acesso ao recurso e a desigualdade social, enfim, todas as disciplinas curriculares da Educação Básica.

Referências
AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (Brasil) (ANA). HidroWeb: sistemas de informações hidrológicas. Disponível em: . Acesso em: 05 de setembro 2015.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente, saúde. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF
BRASIL. (2013c). Secretaria de Educação Básica. Formação de professores do Ensino Médio, Etapa 2 - Caderno III: Ciências da natureza/ Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica [autores: Daniela Lopes Scarpa, Flavio Antonio Maximiano, Hildney Alves de Oliveira, Lana Claudia de Souza Fonseca, Sérgio Camargo, Silmara Alessi Guebur Roehrig Curitiba: UFPR/Setor de Educação, 2014.
http://www.ecodesenvolvimento.org/dicas-e-guias/guias/2013/julho/pratica.... acesso em 05/09/2015

imagem de Isabela Alves de Souza

ATIVIDADE III

A comunidade educativa reconhece, hoje, que um ensino mecanicista conduz a uma aprendizagem insuficiente e limitativa, ao desinteresse e ao consequente insucesso dos alunos. O que se propõe, presentemente, não é renunciar à aquisição de conhecimentos por parte dos alunos, mas antes é estimular o desenvolvimento de um conjunto de atitudes e capacidades tais como saber aprender, pesquisar, selecionar informação, concluir e comunicar. Num mundo em evolução cada vez mais rápida, é preciso que os alunos investiguem, questionem, construam conhecimentos, utilizem novos meios tecnológicos disponíveis e, sobretudo, ganhem autonomia ao longo da aprendizagem adquirindo, assim, a capacidade de resposta às situações novas que irão encontrar no futuro. Esquecidos eram também os conhecimentos adquiridos pelos alunos fora da escola, conhecimentos esses que, juntamente com as suas concepções e atitudes face às ciências, influenciam fortemente a aprendizagem. Precisamos defender que o fator com maior influência na aprendizagem é o conhecimento que os alunos já possuem, e ao recomendar que se esclareça primeiro o que os alunos sabem e se ensine de acordo com esse conhecimento. Uma das razões que justificam a inclusão das Ciências da Natureza no currículo do ensino básico é a necessidade de os alunos adquirirem um conjunto de conhecimentos e competências essenciais para se iniciarem no estudo das ciências. Este é o papel da disciplina de Ciências da Natureza visto na perspectiva da própria ciência. O papel desta disciplina no currículo justifica-se também na perspectiva do indivíduo pelo seu importante contributo para o desenvolvimento de capacidades na criança. Justifica-se, ainda, na perspectiva da sociedade ao permitir à criança adquirir uma compreensão científica dos fenómenos e acontecimentos que compõem o mundo físico e social de que faz parte.

Atividade nº 1 – Esgana Gato

Esta atividade apresenta resultados de uma experiência supostamente realizada por um aluno que pretendia analisar o comportamento do peixe em questão. Nela é possível discutir as características peculiares destes peixes e seu comportamento a partir de gráficos fornecidos pela própria experiência. Diversos aspetos podem ser elencados, porém a atividade avalia principalmente a lógica de funcionamento da natureza do ponto de vista da ciência, isso fica evidenciado pelo método empregado na obtenção dos resultados, onde com eles os alunos puderam chegar às suas conclusões através de dados “práticos” e não por suposições. Acredita-se que este tipo de encaminhamento propicia um desenvolvimento mais pleno do educando, uma vez que possibilita a articulação e dedução de fatos a partir de conceitos e resultados experimentais, promovendo uma simbiose entre teoria e prática de forma a aproximar o aluno do conhecimento científico.

Atividade nº 2 Metabolismo das plantas: Como ocorre o transporte de água no corpo das plantas.

De uma forma geral, as atividades promoveram de forma prática uma investigação acerca do mecanismo de funcionamento das plantas através do experimento e da observação. Nesta atividade o aluno teve a oportunidade de aprender diversos conceitos tais como; fotossíntese, morfologia da planta, reações químico-físicas ocorridas em todos os processos observados, buscando explicações e definições para as constatações.

È evidente que a atividade desenvolve a autonomia do aluno, haja vista que os alunos ao observarem os experimentos, formularam questionamentos e hipóteses entre si (em seus grupos) e muitas vezes recorreram a explicações que excediam a linguagem escrita e a fala, pois o desenho era mais fácil e mais adequado naquele momento.

Ao término da leitura conclui que o ensino da ciência passa por todos esses conceitos listados, estimulando a intelectualidade, a demonstração do processo tecnológico cumulativo de toda humanidade, instigando a curiosidade, a criatividade, os fenômenos e interesses, fazendo com que os alunos tomem conhecimento dos conceitos, vivenciando na investigação científica. Para termos na ciência um ensino eficiente é necessário promover uma discussão analisando seus resultados, discutindo seu significado demonstrando propostas alternativas, levando em conta fatores que promovam a investigação e o interesse do mesmo no cotidiano. É preciso aplicar a prática às teorias, criando situações em que haja experimentos/experiências adversas de trabalho, permitir e promover a possibilidade do pensamento cientifico, atrelado aos conhecimentos. Infelizmente, nossas escolas públicas, não tem acompanhado esta evolução tecnológica, mas precisamos nos adequar para motivar os alunos, pois muitos deles tem este acesso e agem diferentemente à captação destes conhecimento. Um bom planejamento considerando todos esses aspectos vem tornar estimulante e motivadora o trabalho com a disciplina.

Segue a sequência de atividades de ensino desenvolvida de forma interdisciplinar a partir do tema: Alimentos Transgênicos.

Português, trazer um artigo sobre o assunto escolhido, fazer uma interpretação, após pode ser pedido em cima desse texto uma resenha crítica, que o aluno reescreva o artigo, e que ele faça uma entrevista com pessoas especializadas no assunto, entre outros.
Biologia: pode fazer uma pesquisa de cunho científico, mostrando os efeitos colaterais dos OGM (organismos geneticamente modificados ou transgênicos), a resistência às pragas por esses alimentos e seus impactos na natureza; desenvolver o conceito, o valor comercial e a eficácia na produtividade em detrimento às nossas necessidades.
Inglês: pesquisar e trazer um artigo em inglês e por meio dele trabalhar: a leitura, tradução, compreensão e interpretação, onde enfoque a transgenia em outros países.
Filosofia: abordar a questão bioética relacionado aos limites da ciência no que se refere à manipulação da natureza. Se de fato, a ciência tem o direito e o poder de alterar a condição antológica do ser vivo.
geografia:Pesquisar quais os países que desenvolvem culturas de alimentos transgênicos; quais as principais variedades transgênicas da macro agricultura.

Para finalizar, fazer um feedback usando as mídias disponíveis na escola para a apresentação dos trabalhos a toda comunidade escolar.

ÁGUA NO AMBIENTE ESCOLAR

JUSTIFICATIVA
Tem–se observado, com freqüência, o descuido e desperdício com relação ao uso de água, no ambiente escolar. Dessa forma, suscitou-se a idéia da realização de atividades pedagógicas que possam mobilizar e envolver os estudantes e funcionários, na perspectiva de corrigir os referidos hábitos.

OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos educandos, situações que possam sensibilizá-los em relação ao mau uso da água no ambiente escolar e os possíveis danos para o meio ambiente, proporcionando, assim, a realização de atividade, voltadas para a solução do problema apresentado.

OBJETIVOS ESPECIFICOS

• Sensibilizar, previamente, a clientela escolar, acerca do projeto a ser vivenciado;
• Realizar leitura de textos que tratem da importância da preservação da água;
• Promover discussões com os alunos sobre o tema em estudo;
• Executar ações que possam evitar o desperdício da água, no ambiente escolar;
• Dimensionar a quantidade de água desperdiçada em situações de gotejamento;
• Produzir textos tabelas, gráficos, cartazes e panfletos sobre a importância da água para a vida no planeta;

METODOLOGIA

Envolver a comunidade escolar acerca do projeto a ser vivenciado, como forma de divulgação da finalidade nele proposta.

AÇÕES
• Selecionar materiais didáticos que serão utilizados;

• Registrar através de fotografia ou filmagem o problema detectado;
• Realizar debates para reflexão do problema detectado;
• Socializar os registros feitos no ambiente escolar.

RECURSOS
Câmera fotográfica ou filmadora, projetor de imagens, folha sulfite, cartolina, papel dupla face, pinceis, canetas, cola, sucatas, microfone, caixa de som, fita adesiva e outros.

AVALIAÇÃO
Será feita através da realização e análise adequada das atividades propostas, bem como dos sinais de mudança, em relação aos hábitos anteriores, além de exposição dos trabalhos realizados durante a vivência do projeto e apresentações culturais.

Reflexão em Ação Caderno III – Ciências da Natureza

a) Principais Conhecimentos como, compreender o preconceito racial, social e cultural, o comportamento dos alunos, (alguns deles agressivos, adaptação em sala de aula e suas preferências). No caso dos peixes, esgana-gato também sofrem adaptações, através das cores que afetam os organismos e preferências de acasalamento.

Podemos inferir uma relação de comportamento entre ambos e associar ao cotidiano escolar.

No ambiente escolar, analisamos o comportamento dos alunos, e percebemos a expectativa por novidades, coisas diferentes que os agradam de forma bastante, atraente. O corpo docente, deve estar atento quanto ao comportamento dos alunos no que diz respeito a raça, religião, sexo, classe social, entre outras, e observar os colegas para que haja discriminação, bem como, não interferir nas preferências dos mesmos. Também questões relacionadas ao comportamento do esgana-gato, exigem do aluno uma série de habilidades, ligadas a capacidade de investigar, compreender, analisar, raciocinar e interpretar,

uma vez que o conhecimento se apresenta de forma interativa e não compartimentada. Para que os estudantes adquiram essas habilidades, é necessário traçar estratégias, para que se tornem independentes, dando asas a sua imaginação e tornando-os produtores de seus conhecimentos e competências.

b) Os conhecimentos que tal questão tem por objetivo avaliar são a capacidade de leitura de gráficos e de comparação dos dados, interpretação de tais dados, com base na narrativa de padrões de acasalamento do esgana-gato, seu comportamento social e de padrões físico- químicos que orientam a agressividade e o cortejo do macho da espécie. Permite uma avaliação interdisciplinar relacionando e interligando conteúdos e disciplinas, permitindo avaliar o aluno de força contextualizada. Ao pretendermos a construção de um conhecimento, o processo é tão importante quanto o produto, assim a investigação para a resolução de problemas proporciona a participação do estudante na produção do conhecimento por meio da interação do pensar, sentir e fazer, criar, conflitos cognitivos importantes que leva à construção de novos significados e contribui para a alfabetização científica necessária para que os estudantes possam atuar conscientemente nas tomadas frente às questões científicas e tecnológicas de seu tempo.

c) O ensino de ciências acompanha todo o processo. O professor desempenha o papel de guia e de orientador das atividades investigativas. È ele que propõe e discute questões, contribui para o planejamento da investigação dos alunos, orienta o levantamento de evidências, fornece e subsidia com explicações teóricas, possibilita a discussão e a argumentação entre os estudantes, introduz conceitos e promove a sistematização do conhecimento. O professor oportuniza de forma significativa, a vivência de experiências pelas estudantes, permitindo-lhes, assim, a construção de novos conhecimentos acerca do que está sendo aprendido e assim contribuindo para uma consolidação e sistematização do conhecimento. Faz-se importante para esclarecer o mundo à volta do aluno, de forma que ele vá compreendendo e desenvolvendo habilidades desta ciência podendo a partir desses conhecimentos intervir e modificar sua realidade de forma consciente e espontânea.

A ciência tanto quanto as outras disciplinas estão numa constante evolução. Dependendo de cada momento histórico, político e cultural podemos perceber a forma pela qual o estudo das ciências se efetiva. Devem apresentar uma aprendizagem comprometida com as dimensões sociais, políticos e econômicas que permeiam as ciências, tecnologia e sociedade. No modelo tradicional, transmita informações atualizadas, na maior parte dos estudos, conhecimento perpassado, entre outros construíam novos conceitos. No modelo tecnicista, procurava produzir indivíduos competentes para o mercado de trabalho. Na escola nova onde o professor fazia o papel de intermediador, o aluno escolher o queria aprender.

No modelo construtivista o conhecimento escolar deixa de ser entendido como um produto e passa a ser encarado como um processo realizado pelo individual ou coletivamente. Uma construção contínua de conhecimentos historicamente acumuladas. Na atualidade os docentes não querem mais estudantes que saibam apenas apertar botões, e sim que questione o que aconteceu com o apertar deste botão, assim o estímulo de compreensão de ciência se torna um desafio que irá contextualizar os conhecimentos e dar sentido ao trabalho do professor. É preciso preparar os cidadãos para que sejam capazes de participar, das decisões que se tornam nesse campo, já que em geral, são disposições que mais cedo ou mais ou mais tarde, terminam por afetar a vida de todos. Essa participação deverá ter como base4 o conhecimento científico adquirido na escola e análise pertinente das informações recebidas sobre avanços das ciências e suas tecnologias. Portanto, os conteúdos trabalhados, devem conduzir os alunos à investigação, experimentação e reflexão. A experimentação durante as aulas, não apenas por despertar o interesse pela ciência nos alunos, e sim para incentivá-los a pensar de forma científica.

imagem de CLEIDE FERREIRA DA SILVA

transgênicos

PLANO DE AULA INTERDISCIPLINAR

TEMA: Transgênicos
DISCIPLINAS: Biologia, Física, Química
SÉRIE: 2º ano Ensino Médio
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES:
Biologia: Mecanismos Biológicos; Biodiversidade; Genética.
Física: Movimento; Força; energia
Química: Análise de solo; compnentes químicos, substâncias.
CONTEÚDOS BÁSICOS:
Biologia: Mecanismos Biológicos; Biodiversidade; Genética.
Física: Movimento; Força; energia
Química: Análise de solo; compnentes químicos, substâncias.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS:
Biologia: Mecanismos Biológicos; Biodiversidade; Genética.
Física: Movimento; Força; energia
Química: Análise de solo; compnentes químicos, substâncias.
PROBLEMATIZAÇÃO
Sabe-se da urgência em se discutir a alimentação no modelo de agricultura atual, baseado na produção do agronegócio, onde a produção transgênica tem grande referência.
A preocupação em utilizar novas e diferentes formas de produção agrícola tem se feito cada vez mais presente tanto no cenário nacional quanto internacional, sem muitas preocupações éticas quanto à sua utilização e nem mesmo ao acesso à informação aos consumidores.
Diante dessa realidade é fundamental trazer para a escola essa discussão. Refletindo sobre de que forma os alimentos transgênicos são produzidos e qual impacto dessa produção na atual conjectura da sociedade brasileira.
ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO
1. Apresentação do tema;
2. Será disponibilizado aos estudantes duas espigas de milho sendo uma transgênica e outra não, para percepção das mesmas explicações diferenças;
3. Convite a um palestrante da Secretaria de Agricultura para apresentar as diferenças entre tecnologias na agricultura e a técnica de plantio de convencionais e transgêncios
4. Serão debatidos os conceitos e a influência dos transgênicos na sociedade, inclusive na educação do campo.
5. Finalmente, será realizada uma saída a campo em terrenos produtivos de milho convencional e milho transgênico.
6. Os professores de cada disciplina ainda levarão para sala de aula explicações sobre cada conteúdos.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Reconhecer as diversas formas de produzir alimentos: transgênico e convencional;
Compreender como a produção transgênica é mais economicamente viável para a produção agrícola, por isso seu plantio é tão fascinante ao agronegócio.
Conhecer as vantagens e desvantagens de cada forma de agricultura.
Discutir aa ética da utilização de transgênicos e a a não vinculação de propagandas referente ao tema.
AVALIAÇÃO
A avaliação deve ser contínua e qualitativa, observando o envolvimento e a participação dos alunos nas atividades propostas. Observando se o aluno:
• Compreendeu as diferenças entre transgênicos e convencionais;
Compreende as situações que envolvem os processos agrícolas transgêncios e convencionais;
• Debateu ativamente colocando suas ideias;
• Participou de todas as etapas do processo, contribuindo para o alcance do objetivo.

RECURSOS DIDÁTICOS
Projetor Multimídia;
Livros didáticos e diversos sobre o tema;
Produtos agrícolas
Laboratório de Física;
Laboratório de informática;
Quadro de Giz;
Cartazes.
Visitas à campo
palestras.
PROFESSORES: Alda Inês M. Przysiezny; Aldori Rodrigues de Mattos; CleideFerreira da Silva; Evaldo Dorocinski; Gilcinei Linhares; Gilmara K. C. Rossa; Rosiane A. Kenddzierski; Samuel José Bucco; Silmara F. Gonçalves;Tarcísio Surmas.
LOCAL: Colégio Est. Dr. Chafic Cury– Rio Azul/PR.
REFERÊNCIAS
Brasil. Secretaria de Educação Básica. Formação de professores do ensino médio, Etapa II - Caderno III : Ciências da Natureza / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores : Daniela Lopes Scarpa... et al.]. – Curitiba : UFPR/Setor de Educação, 2014.
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ENSINO MÉDIO
, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Educação Básica. Curitiba: SEED/DEB – PR, 2008

imagem de Maria José da Silva Zeschau

Atividade do caderno V

COLÉGIO ESTADUAL VICENTE LEPORACE
BOA ESPERANÇA – PR
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
Orientadora de estudos: Maria José da Silva Zeschau

Cursistas:
Camila Contipelli Costa
Célia Maria Pinho
Cláudia Vanessa Oliveira Nunes
Cleonice Alves
Dila do Lago Costa
Irani Pereira de Ataide
Leonilda Rech de Araújo
Mara Cristina Garófalo
Maria Aparecida da Silva Abreu
Maria José da Silva Zeschau
Paulina Pagotto da Silva
Solimar Aparecida Valezi Gonçalves

ETAPA II ANO: 2015 MÓDULO: V

REFLEXÃO E AÇÃO

Atividade: Estudo e análise da ação e reflexão V, etapa II do Caderno V- Matemática.

A FUNÇÂO DA ESCOLA NO COMBATE AO USO INDEVIDO DE DROGAS NO ÂMBITO ESCOLAR

IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO

Nome da Instituição: Colégio Estadual Vicente Leporace- Ensino Fundamental, Médio e Normal.
Título do Projeto: A Função da Escola no Combate ao Uso Indevido de Drogas no Âmbito Escolar.
Público Alvo: Alunos do 2º ano do Ensino Médio.
Disciplinas envolvidas: Biologia, Filosofia, Sociologia, Língua Portuguesa e Matemática.
RESUMO

A adolescência é um período de conscientização em que o jovem passa por muitos conflitos na tentativa da descoberta de si mesmo e de transformações físicas e psicológicas, que o obriga a responder às exigências tanto sociais quanto biológicas, além dos conflitos de dependência e independência, quando está a procura de uma identidade pessoal, para que possa sentir-se aceito e equilibrado socialmente. Os problemas relacionados ao consumo de drogas, leva a escola a questionar e refletir sobre determinados contextos e situações que podem influenciar o jovem adolescente ao consumo de drogas. São questões que precisam ser analisadas por todos os profissionais da educação da instituição escolar, para que possam desenvolver um trabalho de educação preventiva, visando possibilitar ao adolescente momento de reflexão sobre sua vida, suas expectativas e seus sentimentos. Também se faz necessário envolver os pais ou responsáveis por crianças e adolescentes nas atividades que estão sendo desenvolvidas na escola, orientando-os quanto à manutenção de diálogo com seus filhos e com a escola para que o trabalho possa surtir bons frutos.

INTRODUÇÃO

Este projeto tem como objetivo rever o papel da escola frente ao uso de drogas e também de averiguar o nível de conscientização dos alunos em relação às mesmas. Através deste projeto buscamos exercer a função social da escola, contando com a colaboração dos alunos, professores e demais funcionários na busca de sugestões e estratégias de conscientização na tentativa de intervir e promover mudanças dessa situação que tanto tem contribuído para o declínio de nossa sociedade.
Pretendemos constatar o nível de conhecimento dos alunos do 2º ano do Ensino Médio de nossa escola a respeito das drogas de maneira geral e de seus efeitos no organismo humano, através de questionários aplicados aos alunos referente ao tema “A função da escola no combate ao uso indevido de drogas no âmbito escolar”, conscientizando-os sobre o uso das drogas e suas consequências reais na vida de cada indivíduo usuário, que poderá afetar a vida individual, familiar e social.
O trabalho também terá como finalidade levar os alunos a conhecerem a situação de pessoas que foram ou estão envolvidas com as drogas e a partir da sensibilização, obter a conscientização e consequentemente orientá-los quanto ao perigo que elas possam trazer para as pessoas que fazem uso das mesmas.
Através do desenvolvimento do Projeto acredita-se num ambiente mais favorável de combate ao uso de drogas na escola e na comunidade, tendo como parceiros todos os professores da escola e demais funcionários, comprometidos em fazer com que o projeto tenha sucesso, exercendo assim, a função de multiplicadores dessa ideia, para que o mesmo não fique só no papel, mas que possa fazer parte da rotina da escola.

A LUTA PELA PREVENÇÃO AO USO ABUSIVO DE DROGAS

O uso abusivo de drogas entre os jovens, principalmente do álcool, aumenta o nível de exposição a riscos, como velocidade elevada ao conduzir veículos, maior risco de contaminação pelo HIV. Por isso é necessário que sejam orientados quanto aos perigos e sobre a necessidade de um comportamento preventivo e aprender a resistir às pressões nessa fase. Cabe à escola, família e sociedade em geral, ajudá-los a estabelecer a comunicação para que possam expressar seus sentimentos, dúvidas, inseguranças, angústias e medos, e saber enfrentar e resolver os problemas e dificuldades, adotando hábitos saudáveis e atitudes com limites e responsabilidade.
A escola tem papel fundamental na orientação dos jovens quanto às consequências que as drogas psicotrópicas poderão trazer para a vida dos seres humanos. O prazer que elas proporcionam e o poder mágico, faz com que o usuário tenha a ilusão de solução para todos os seus problemas, conseguindo até momentaneamente, aliviar sofrimentos e tensões, mas, quando o efeito das mesmas acabam, o indivíduo volta para sua realidade. Assim, o adolescente não percebe, na maioria das vezes, que está se envolvendo em uma espécie de ritual de uso de drogas, sente como necessidade de se envolver, e acaba se comprometendo com o grupo, e quando menos percebe, tem dificuldade de dizer não para os seus amigos, mesmo contrariando alguns dos seus princípios e valores.
A luta da escola, da família e da sociedade no combate às drogas deve ser contínua e produtiva, envolvendo todos os segmentos da comunidade: o comércio, as cooperativas, as escolas, as igrejas, profissionais da saúde, etc. Com o envolvimento e o compromisso de todos os seguimentos na questão é possível amenizar o problema na prevenção do uso indevido de drogas lícitas e ilícitas, que atingem uma grande parcela da nossa juventude.
A experimentação pode fazer parte do processo, é nesse momento que a escola e a família entra com informações e principalmente com apoio, procurando desenvolver com os adolescentes formas de diálogo, exercícios de vida, que permitam a reflexão sobre seus sentimentos, valores e sobre a própria vida.
A escola e a família precisam unir suas forças para descobrir e compreender as causas e o momento que levaram os jovens a certos tipos de comportamento, procurando resgatar e reforçar os valores, articulando ações que envolvam o conhecimento científico, educação afetiva, oferecimento de alternativas, educação para a saúde e modificação das condições do sistema de ensino e valorização da vida e para a expansão de atividades que favoreçam a melhoria da qualidade de vida dos jovens, usando palestras informativas, vídeos educativos, discussões sobre as responsabilidades no caso de uma gravidez não desejada e as conseqüências quanto ao uso indevido de drogas.
A relação entre a escola e a comunidade tem sido um fator relevante, pois nas necessidades que ocorreram, houve de fato o interesse em solucionar os problemas e lutarem unidos em torno de um mesmo ideal.
A escola deve promover situações de interação onde a participação dos alunos é de extrema importância, como por exemplo, nas apresentações em datas festivas, festivais, gincanas, olimpíadas e concursos de leitura e poesias, proporcionando reflexão sobre os conhecimentos referentes às drogas e como fazer a prevenção do uso indevido das mesmas;

ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO

O projeto foi efetivado através de atividades que envolveram diretamente os alunos do 2º ano do Ensino Médio com o apoio de toda a comunidade escolar e demais componentes da comunidade em geral. A opção por essa forma de trabalho foi devido às informações obtidas entre os alunos e também para o alcance de pontos positivos, tanto para a escola quanto para a comunidade.
Atividades propostas:
1) Questionários de sondagem e pesquisa bibliográfica;
2) Realização de palestras;
3)Apresentação de seminários aos alunos, professores e demais funcionários da escola;
4) Exposição de trabalhos (cartazes, painéis, murais);
5) Exibição de documentários;
6) Depoimento de pessoas que já se envolveram com drogas, mas que conseguiram superar o problema;
7) Textos e outros.

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

O projeto foi desenvolvido em diferentes etapas. Iniciando com pesquisas bibliográficas para colher informações sobre as drogas, como: tipos, denominações mais comuns e efeitos. Foi feito visita à bibliotecas públicas, a acervos particulares, laboratório de informática e centro de saúde . Os resultados dessa pesquisa foram expostos no pátio da escola em forma de cartazes, painéis, vídeos e seminários.
Na segunda etapa foi aplicado um questionário de sondagem a respeito das drogas, buscando detectar os conhecimentos prévios que os alunos tinham sobre o assunto. Em seguida foi feita a análise dos resultados da pesquisa.
Dando sequência ao trabalho, os alunos e a comunidade escolar assistiram a uma palestra sobre o assunto por um médico do Centro de Saúde local, mais depoimento de um ex-usuário de drogas, com debates e questionamentos.
Finalizando as atividades foi aplicado um novo questionário, para verificação se houve aprendizagem e também mudança de pensamentos a respeito da problemática causada pelo uso de drogas.

RESULTADOS

Principais resultados obtidos nos questionários respondidos pelos alunos que fizeram parte do projeto:
• Alunos que já tinham ouvido falar sobre algum tipo de droga. 100%
• Alunos que já tinham algum conhecimento sobre as conseqüências das drogas para o organismo humano. 68%
• Alunos que afirmaram não ter conhecimento e nunca ter experimentado algum tipo de droga. 35%
• Alunos que tem algum colega ou parente envolvido com drogas. 88%
• Alunos que nunca conseguiram um diálogo com os pais ou responsáveis sobre drogas. 85%

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao finalizar o projeto, constatou-se que apesar da complexidade do problema, é possível investir na mudança de pensamentos dos jovens, através de ações, diálogo, proteção e prevenção, conhecendo a realidade de cada aluno que possa estar envolvido com drogas. O fator genético e a formação familiar devem ser considerados fatores de influência tanto para favorecer o uso de drogas, como para servir de proteção.
Os pais ou responsáveis devem acompanhar as atividades dos filhos, estabelecendo regras de conduta claras, envolvendo afetivamente na vida dos filhos. Poderão ser trabalhadas ações preventivas contextualizadas institucionalmente, inclusive com a produção de material didático a partir da realidade local.
Através do projeto desenvolvido observamos que as drogas consistem em um assunto muito importante para nossos jovens. Eles, em sua maioria, sabem da existência de muitos tipos de drogas, no entanto, desconhecem os malefícios que elas trazem. Constatou-se também, considerável ausência de diálogo entre os jovens e suas famílias em relação ao tema drogas, fator que pode aumentar ainda mais a responsabilidade das escolas na orientação e formação dos seus professores para que possam trabalhar em suas disciplinas de forma interdisciplinar a problemática em questão.

REFERÊNCIAS

CARRASCO, Walcir. Vida de droga.Editora Ática, 2001.

Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas- Brasília, 2008.

EUGENE, Paul. Drogas: prevenção, escola. Editora Paulo, 2000.

KALINE, Eduardo. Viver sem drogas. Editora Ática, 2001.

Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente
Transmissíveis e Aids. (1997). Manual do Multiplicador: adolescente. Brasília:Ministério da Saúde.

MOURÃO, Antonio. Drogas, esse barato sai caro. Editora Rosa dos Tempos, 2001.

PAULINO, Wilson. Drogas. Editora Ática, 2001

PIRES, Cristina do Valle G. et al. O dia-a-dia do professor- Adoslescência-afetividade, sexualidade e drogas. Editora FAPI, 1ª ed. MG, 2002.

Prevenção ao uso de DROGAS. 2ª Ed. Out/2009.CAPE. DENARC, PARANÁ.

TIBA, Içami. Anjos Caídos. Como prevenir e eliminar as drogas na vida do adolescente. São Paulo: Gente, 1999, 1ª Ed., Coleção Integração Social.

UEMA. Roteiro para elaboração de relatório de pesquisa. UEMA/PPGE. São Luís. 1999.

ANEXOS

QUESTIONÁRIOS:

Primeiro Questionário de sondagem:

1.Você já ouviu falar em drogas?
2.Quais tipos de drogas você conhece?
3.Você sabe quais as conseqüências das drogas para o organismo humano? Cite algumas.
4.Você já se envolveu com algum tipo de droga? Qual (is)?
5.Você tem algum parente ou colega que esteja envolvido ou já se envolveu com drogas ?
6.O que você diria a um jovem usuário de drogas?
7.Você já conversou com seus pais ou responsáveis sobre esse assunto?
Segundo Questionário de sondagem aplicado aos alunos:
1.Finalizando as atividades de pesquisa, descreva sobre as conseqüências das drogas para o organismo do ser humano.
2.O que você diria a um jovem usuário de drogas?
3.Você aproveitou as atividades do nosso projeto e conversou com seus pais ou responsáveis sobre esse material que foi exposto aqui na escola?
4.Gostaria que a escola desse continuidade a esse tipo de trabalho?

imagem de Maria José da Silva Zeschau

Estudo e análise - Ação e Reflexão I, etapa II do Caderno V- Mat

COLÉGIO ESTADUAL VICENTE LEPORACE
BOA ESPERANÇA – PR
PACTO PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
Orientadora de estudos: Maria José da Silva Zeschau

Cursistas:
Camila Contipelli Costa
Célia Maria Pinho
Cláudia Vanessa Oliveira Nunes
Cleonice Alves
Dila do Lago Costa
Irani Pereira de Ataide
Leonilda Rech de Araújo
Mara Cristina Garófalo
Maria Aparecida da Silva Abreu
Maria José da Silva Zeschau
Paulina Pagotto da Silva
Solimar Aparecida Valezi Gonçalves

ETAPA II ANO: 2015 MÓDULO: V

REFLEXÃO E AÇÃO

Atividade: Estudo e análise da ação e reflexão I, etapa II do Caderno V- Matemática.

Componente curricular: Resolução de problemas
Breve descrição da Atividade: A resolução de problemas é uma importante contribuição para o processo de ensino e aprendizagem da Matemática, criando no aluno a capacidade de desenvolver o pensamento matemático, não se restringindo a exercícios rotineiros desinteressantes que valorizam o aprendizado por reprodução ou imitação.
Tipos de pensamento matemático envolvidos: Reconhecimento social.
Quatro diferentes tipos de raciocínios ou intuições:
- o pensamento indutivo (ou raciocínios plausíveis, presentes no ato de criação matemática, na formulação intuitiva de novas conjecturas a serem validadas posteriormente); - o raciocínio lógico-dedutivo (próprio da Álgebra e Geometria, por exemplo, e de tudo que diz respeito a provas de propriedades em todos os campos da Matemática);
- a visão geométrico-espacial (necessária para o aprendizado significativo da geometria e de suas aplicações);
- o pensamento não-determinístico (característico da estatística e da probabilidade, campos que estudam eventos que envolvem aleatoriedade).
Na aprendizagem da matemática, os problemas são fundamentais, pois permitem ao aluno colocar-se diante de questionamentos e pensar por si próprio, possibilitando o exercício do raciocínio lógico e não apenas o uso padronizado de regras.
No entanto, a abordagem de conceitos, ideias e métodos sob a perspectiva de resolução de problemas ainda é bastante desconhecida da grande maioria e, quando é incorporada à prática escolar, aparece como um item isolado, desenvolvido paralelamente como aplicação da aprendizagem, a partir de listagem de problemas cuja resolução depende basicamente da escolha de técnicas ou formas de resolução memorizadas pelos alunos (PCN, 1998).
O ensino e a aprendizagem da Matemática sem a resolução de problemas é um dos fatores do insucesso escolar. Com frequência encontramos pessoas que manifestam aversão à disciplina e os motivos referem-se à dificuldade para realizar desde as atividades mais simples do cotidiano e até associadas a atividades profissionais.
Nas escolas encontramos alunos desinteressados e desmotivados em relação à Matemática, apresentando dificuldades em conceitos básicos, falta de hábitos de leitura e investigação sem contar com os inadequados métodos de ensino. Um ensino sem a resolução de problemas não possibilita o desenvolvimento de atitudes e capacidades intelectuais, pontos fundamentais para despertar a curiosidade dos alunos e torná-los capazes de lidar com novas situações.
A capacidade de resolver problemas é requerida nos mais diversos espaços de vivência das pessoas. Por ser considerada uma habilidade fundamental, os programas que realizam avaliações para conhecer o nível de conhecimento matemático da população, organizam seus testes contemplando a resolução de problemas como prioritária na avaliação.
É importante salientar que contextualização e interdisciplinaridade são, muitas vezes, reduzidas ao uso de situações-problema ou exemplos simples em atividades de Matemática que envolvem conceitos de outros diversos conhecimentos de diferentes áreas para a compreensão curriculares/disciplinas, sem estabelecer relações mais consistentes entre eles. Assim, não podemos chamar de contexto um problema sobre movimento retilíneo uniforme ou velocidade média, cujo único objetivo é que o estudante escreva e resolva uma equação. Contexto não é mero pretexto. No âmbito do que estamos propondo aqui, é preciso que se reconheça a diferença entre exemplos simples e contextos que requerem a negociação conjunta de diversos pontos de vista, intrinsecamente pertinentes a mais de um componente ou área. Ou seja, verdadeiros contextos, no sentido de abordagens didático-pedagógicas com potencial de favorecer aprendizagens significativas, precisam envolver necessariamente diversos conhecimentos de diferentes áreas para a compreensão mais abrangente de uma situação-problema relevante.
No caso do pensamento indutivo, podemos conceber atividades que possibilitam aos estudantes construir determinadas hipóteses, por exemplo, em relação a alguns algoritmos elementares: por que o resto de uma divisão não pode ser maior que o divisor? E como esse fato pode ser relacionado à representação decimal dos números racionais? Outra situação na qual utilizamos o pensamento indutivo é quando generalizamos a partir de alguns casos particulares Na figura anterior se pode visualizar, indutivamente, que a área “do quadrado da hipotenusa” equivale à soma das “áreas dos quadrados dos catetos” de um triângulo retângulo. Por outro lado, se atribuirmos valores genéricos às medidas dos catetos e da hipotenusa do mesmo triângulo e utilizarmos, como conhecimentos prévios já deduzidos, a expressão do trinômio do quadrado perfeito e as fórmulas para a obtenção das áreas do quadrado e dos triângulos, pode-se empregar o raciocínio lógico-dedutivo em uma demonstração algébrica do Teorema de Pitágoras.
Para o raciocínio lógico-dedutivo é necessário observar a utilização de determinadas regras, que podem ser simplesmente tomadas como verdadeiras ou provadas anteriormente e, a partir dessas regras, construir novas. Assim, usamos raciocínio lógico-dedutivo na dedução da relação fundamental da trigonometria (sen²x + cos²x=1) a partir do Teorema de Pitágoras e das definições das funções seno e cosseno no círculo trigonométrico, por exemplo.
Da mesma forma, o fazemos quando provamos a validade da propriedade (b) a partir da propriedade (a), enunciadas a seguir: (a) Duas retas são paralelas se, e somente se, os ângulos correspondentes determinados por elas com uma reta transversal têm medidas iguais. (b) Uma reta que corta dois lados de um triângulo é paralela ao terceiro lado do mesmo triângulo se, e somente se, determina um triângulo semelhante ao primeiro.
A primeira propriedade é usualmente estudada no Ensino Fundamental II, enquanto que a segunda é muito útil no Ensino Médio. Sabemos que a Geometria Analítica é um campo da Matemática que estabelece importantes relações entre os registros gráficos e algébricos de funções, o que permite, inclusive, a utilização de programas computacionais gráficos. Assim, dois registros distintos dados - um gráfico e uma equação - representam a mesma função se as coordenadas cartesianas de todos os pontos do gráfico satisfazem a equação e, viceversa, se todas as soluções da equação forem coordenadas de pontos do gráfico dado. Consequentemente, a propriedade (b) comentada anteriormente é que nos permite comprovar, por meio de raciocínio lógicodedutivo, que qualquer equação do tipo y = ax + b representa uma reta no plano cartesiano.
No caso da visão geométrico-espacial, as estruturas que permitem o uso de tal pensamento advêm da interação com os objetos e com os movimentos no espaço físico. Podemos caracterizá-lo a partir da construção de representações mentais que possibilitam, por exemplo, reconhecer características de figuras geométricas (É um paralelepípedo? É um cubo?), interpretar relações entre objetos no espaço e estimar áreas e volumes sem medição direta; antecipar resultados de transformações de figuras planas e objetos espaciais (o que acontece quando giramos um triângulo em torno de um dos seus lados?); produzir e interpretar representações planas de objetos espaciais, plantas baixas de construções, mapas de diversos tipos, ou maquetes. Observa-se que o desenvolvimento divisão geométrico-espacial, em muitas situações, pode propiciar raciocínios indutivos e vice versa.
Já no caso do pensamento não-determinístico, entramos no campo da incerteza e da variabilidade, duas noções que, para muitos, parecem não ter relação com a Matemática. Entretanto, são inúmeras as situações nas quais interagimos fazendo uso desse tipo de raciocínio: a definição de critérios e condições que influenciam determinados fenômenos sociais (como movimentos migratórios, intenção de voto) ou ambientais (probabilidade de chuva ou de tempestade ou valores de variação da umidade relativa do ar); a escolha de trajetos no bairro, em uma cidade ou oferecidos por sistemas de localização (GPS) levando em consideração o tempo de trajeto, o tráfego, dentre outros.
Muitas das escolhas de conteúdos feitas por nós professores parecem indicar uma abordagem mais concentrada em um determinado tipo de pensamento matemático, a saber, o raciocínio lógico-dedutivo. Ainda assim, é muito característico das abordagens mais tradicionais, confundir o pensamento lógico-dedutivo com a simples memorização de regras e fórmulas. Tal equívoco frequente induz a deturpações sobre a concepção da própria natureza da Matemática. Procedimentos e regras podem ter sua validade efetivamente comprovada apenas por meio de raciocínios lógico-dedutivos. Decorar não pode ser sinônimo de raciocinar. Executar procedimentos padrão sem compreensão, em exercícios repetitivos, não promove o desenvolvimento de raciocínio nem a aprendizagem significativa dessa ciência.
A memorização de certos procedimentos, por meio da repetição de técnicas ou regras de uso muito frequentes pode até ter utilidade na continuidade dos estudos nessa área. O indesejável é a simples prescrição de regras, sem prévia discussão e validação pelos estudantes, pois não contribui para a formação integral almejada. É importante proporcionar experiências escolares que promovam o desenvolvimento desses quatro tipos de raciocínios ou intuições, fazendo escolhas mais adequadas às necessidades de compreensão e usos dos conhecimentos matemáticos em contextos enriquecedores.
Para tanto, torna-se fundamental um equilíbrio no uso das ferramentas que a Matemática oferece, no sentido de construir experiências que promovam o desenvolvimento dos diferentes, todavia articulados, modos de raciocinar da Matemática, possibilitando aos estudantes mobilizá-los em todas as áreas de conhecimento.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Secretaria de Educação Básica.Formação de professores do ensino médio, Etapa II - Caderno V: Matemática / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores: Ana Paula Jahn... et al.]. – Curitiba: UFPR/Setor de Educação, 2014.

imagem de marilene do carmo rocha

PROJETO INTERDISCIPLINAR - DO LIXO AO LUXO

ESCOLA ESTADUAL LUIZ DE CAMÕES DE TUMIRITINGA.
Projeto do LIXO ao LUXO
FORMADORA REGIONAL: Girlene Lopes de Oliveira Lourenço
Orientadora de estudos : Marilene do Carmo Rocha
Alunos Cursistas:
ALEXSANDER RODRIGUES DA SILVA
GILVANETE FILGUEIRAS DA SILVA SOUZA
ARMANDO VIEIRA MIRANDA
MARIA DA PENHA BORGES
CELIANA SOARES DA SILVA
MARILZA VIERA GONÇALVES
NAEDIO DE PAULA SOUZA
LILIANE MACHADO SOARES
NIVEA FERNADES DA SILVA RODRIGUES
DENISIA LORENÇO DA SILVA
VERONICA FILGUEIRAS DA SILVA
MARIA LEIDIANA DE SOUZA SILVA
LUCIANA ALVES DE SOUZA
DÊNIS DE ALMEIDA
TANIZETE FILGUEIRAS DA SILVA
Nome da Instituição/Empresa: Escola Estadual Luiz de Camões , Ensino Fundamental e Ensino Médio
Objetivo(s) de Desenvolvimento do projeto: Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente.
RESUMO
O presente projeto mostra a importância e a necessidade de conscientizar a comunidade escolar, os pais e a sociedade sobre o problema da produção e destino do lixo produzido, que não é tão simples e superficial como demonstra ser, com isso pretende-se ensinar que nem tudo que se diz lixo é lixo, mas que ele pode ser reaproveitado de várias maneiras, como a compostagem, a reciclagem e o reaproveitamento; visto que o objetivo do projeto foi o de transformar o lixo em luxo através de confecção de brinquedos, roupas, jogos e confecção de bolsas, ajudando assim a manter um ambiente sadio e sustentável.
INTRODUÇÃO
O projeto foi de forma geral muito bom, porque todos os envolvidos tiveram comprometimento para o sucesso do mesmo e a equipe responsável foi de uma agilidade e compromisso muito grande o que facilitou o trabalho de todos. Tanto é que obtivemos êxito no final de cada etapa, observando o interesse dos alunos tanto no ambiente escolar como em casa através de relato dos pais.
1. JUSTIFICATIVA
Precisamos superar as barreiras do desconhecido através do reaproveitamento. O presente projeto justifica-se dado a necessidade de discutir com as crianças a realidade social em que vivem, bem como a forma de amenizar essa situação , com vista a desenvolver a capacidade de perceber o mundo que os rodeia e modifica-lo através do reaproveitamento do lixo. A escola não muda a sociedade, mas pode partilhar de projetos com segmentos sociais assumindo os princípios democráticos articulando-se não apenas como espaço de reprodução, mas também como espaço de transformação.
2. OBJETIVO GERAL
Reforçar cada vez mais entre os alunos e a comunidade a consciência de preservação ao meio ambiente estimulando o exercício da cidadania, mostrada aos alunos e aos pais a importância do reaproveitamento para o meio ambiente.
3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Perceber que os cuidados com o meio ambiente são necessários e devem ser contínuo;
• Conhecer e aprender de modo integrado e sistêmico, as noções básicas relacionadas ao lixo;
• Observar e analisar fatos e situações do ponto de vista ambiental, de modo crítico reconhecendo a necessidade e as oportunidades de atuar de modo criativo e pro positivo para garantir um meio ambiente saudável e boa qualidade de vida;
• Identificar-se como parte integrante da natureza percebendo os processos pessoais como elementos fundamentais para uma atuação criativa, responsável e respeitosa em relação ao meio ambiente.
4. METODOLOGIA
Pesquisas de textos para elaboração das atividades propostas, buscando a participação ativa da família dentro e fora da sala de aula, onde foram confeccionados jogos e brinquedos artesanais com as crianças a partir de lixo reciclável, verificando o que mais se adaptava à realidade de nossas crianças, diversificando a metodologia sempre que necessário para que as aulas fossem sempre de acordo com as expectativas das crianças.
5. MONITORAMENTO DOS RESULTADOS
Observação direta dos alunos, modificações na metodologia da proposta, acréscimo de atividades como confecção de jogos não planejados, composição de uma música com o tema do LIXO ao LUXO.
6. VOLUNTÁRIOS
Dez voluntários, eles ajudaram na montagem do projeto,organização do evento e nas confecções dos brinquedos.
7. CRONOGRAMA
O cronograma se desenvolveu num período de 4 meses ,sendo que foram realizados passeios e visitas ao aterro sanitário, passeio á área de preservação, palestras sobre o tema, confecção de trabalhos artesanais,e para encerramento desfile com roupas feitas de material reciclável.
8. RESULTADOS ALCANÇADOS
Alcançamos um grande objetivo com esse projeto, pois pudemos observar a reação das crianças ao falarem sobre o tema com interesse onde serviram como indícios para averiguar o aprendizado dos alunos.
9. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Aprendemos a valorizar o lixo, bem como evitar o seu acúmulo, e a diminuí-lo tanto em casa como na escola. E sabendo a reaproveitar o lixo estamos contribuindo e muito para a redução do aquecimento global.
REFERÊNCIAS
Livro temas transversais “meio ambientes".
Revistas Nova Escola.
Livro de Educação Artística no cotidiano escolar.
Internet e vídeos: lixo é luxo e reciclagem do programa TV escola.
Esmilinguido-lixo e desperdício e outros.

imagem de ANGELA DA SILVA

Do lixo ao luxo

Parabéns ao projeto interdisciplinar, na conjuntura atual devemos lutar pela conscientização do cuidado ao meio ambiente, começando pelo reforço e estímulo ao exercício da cidadania, de acordo com o projeto descrito acima, houve interdisciplinaridade, reaproveitamento, reciclagem ou seja, foi atingido o objetivo.

imagem de Laura Lopes de Paiva

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imagem de Adelirian Martins Lara Lopes

Agua e educação ambiental

Parabéns Pessoal,
nosso texto, no portal do emdialogo é muito bacana...
trabalho concluido ...parabéns a todos...

imagem de Márcia Mendes da Fonseca

EtapaII-Temática4- Linguagens- Colégio Consolata- Cascavel-PR

Enviado por: Márcia Mendes da Fonseca
Reflexão e Ação

No filme Kaspar Hauser, é retratada a história de um menino que não teve nenhum contato verbal ou social por volta dos 16 anos. Após ser levado à comunidade alemã, tornou-se algo curioso e começaram a estudá-lo, mas a comunicação não existia, ou seja, não conseguia se expressar, conceituar, raciocinar e diferenciar sonho de realidade. Contudo, durante a convivência na comunidade, observou-se o seu desenvolvimento na linguagem e também sua socialização. Segundo Vygotsky “Na ausência do outro, o homem não se constrói homem”, assim sendo, a criança não consegue sozinha solucionar certas questões, porque suas funções mentais não estão consolidadas. De acordo com Vygotsky, os signos são instrumentos, ou seja, o mundo está repleto de coisas que tem sua simbologia e são inseridos de fora para dentro e estes vem carregados de significados, que são: o pensamento verbal, a língua escrita e a língua falada, sendo assim, esses elementos estão em todos os grupos sociais. A partir do momento que Kaspar vai aprendendo a falar com a ajuda da sociedade local, porém não consegue compreender o mundo, nesta interação social somente há a compreensão do que é visível. Vygotsky afirma que para ser humano, é preciso que ele passe da condição biológica para o ser cultural, o qual tenha acesso aos bens culturais, materiais e espirituais, todos esses fatores são essenciais para a existência humana, entretanto para Kaspar essa associação de mundo não existia, porque o signo linguístico que é a associação o qual fazemos em nosso cérebro de um significante e um significado. Esse conceito é afirmado pelo linguista Saussure” a língua é um tesouro depositado pela prática da fala em todos os indivíduos pertencentes a mesma comunidade, sistema gramatical que existe virtualmente em cada cérebro”. E ainda “ O significante é a imagem acústica, e o significado é o conceito que damos ao significante, assim o signo é a união do significado mais um significante”.
Como Kaspar não teve esse contato com a língua, a sociedade, a cultura e a religião, só repetia uma única frase ensinada em seu cativeiro: “ Quero ser cavaleiro, igual ao meu pai”. Na convivência com a sociedade local o adolescente começou a ser objeto de estranhamento, porque não sabia responder as perguntas que o faziam, foi levado para a casa do Capitão da Cavalaria endereçada na carta que levava, o capitão ao analisá-lo observou que tinha marcas pelo pulsos e tornozelos e também cicatriz de vacina, que na época indicava que poderia ser um nobre. Por conta do cárcere, ele foi destituído de contato humano e educacional. Nessa perspectiva “ A sociedade não é possível a não ser pela língua; e, pela língua, também o indivíduo. O despertar da consciência na criança coincide sempre com a aprendizagem da linguagem, que a introduz, pouco a pouco com indivíduo na sociedade”.( BENVENISTE, 1976,p. 27) Nesta cidade alemã houve um momento em que Kaspar foi apresentado ao circo, pois este apresentava crianças com algum tipo de anomalia, viam ele como um adolescente imaturo, comparável a uma criança inexperiente e selvagem. Então o professor Daumer, leva-o para ensiná-lo ritos de convivência social como linguagem, música, costumes e estudar. Kaspar aprende muitas coisas nos dois primeiros anos, ele tem audição e visão bastante aguçadas, viabilizando o aprendizado. Após alguns anos, adquire a capacidade de comunicar-se e mostra interesse pela música aprendendo a tocar piano, no entanto, em certos momentos como o da torre em que o professor Daumer afirma que ele entenderá como é possível construir uma torre tão alta, e Kaspar responde que só um homem muito alto poderia ter construído, ou seja, aqui neste exemplo mostrado claramente que há falta de noção sobre distância, tamanho e proporcionalidade. Outra situação exemplo é a concepção de Kaspar a respeito da religião, tentam fazê-lo entender a percepção de Deus, porém ele não consegue associar o material ( no exemplo; a maçã que é usada para ensiná-lo) e abstrair seres animados de inanimados. A outra foi a pergunta que fez a governanta sobre qual era a função da mulher, se era só fazer tricô e cozinhar? Em outro momento o professor conta uma história para ver se ele consegue imaginar, no início da história ficou interessado e consegue entender, no entanto quando é falado em deserto já não consegue imaginar. Segundo o conceito de Vygostsky “ a imaginação depende da experiência, e a experiência da criança forma-se e cresce gradativamente, diferenciando-se por sua originalidade em comparação à do adulto". Neste exemplo a experiência que ele adquiriu até este momento não foi suficiente para o amadurecimento da imaginação. Ao ser questionado das diversas maneiras Kaspar fica angustiado, pois reconhece suas limitações e questiona o mundo, e o seu lugar neste. Por não ser aceito pela sociedade, tiram a vida de Kasper, sofre um atentado de morte com um tiro, no leito diz ter uma visão de uma procissão, em cima uma montanha, estava a morte. Logo após ele sofre um segundo atentado e morre, porém antes ele conta a história do deserto do Saara que era guiado por um cego. Depois de sua morte seu corpo foi objeto estudo. Na história há uma possível alusão aos padrões impostos da época, ou seja, a manipulação da sociedade sobre as pessoas, sem questionar-se e apenas aceitar. Diante da história retratada pelo adolescente Kaspar Hauser, podemos refletir a questão da linguagem como algo primordial ao ser humano e os fatores que englobam a aquisição desta. Cabe citar Bakhtin ao afirma que o sujeito forma seu senso de coletividade a partir da consciência de mediação discursiva, ou seja, através de outras vozes, experiências, realidades, pessoas... Assim sendo o uso das linguagens em práticas sociais, só vem para possibilitar e ampliação dos saberes em relação formação da identidade do ser humano,assim sendo, do educando, da interação que é feita com a sociedade e com a realidade de cada um. É sabido que a sociedade já traz padrões, estereótipos, pois o que é imposto nem sempre deve agradar a todos; os jogos de poder; nem toda sociedade é capaz de adquirir. Mas nos é imposto. Cabe ao educador alertar, trabalhar para a desconstrução dessas ideologias de padrão, fazendo valer a importância e valorização do que é de origem e cultura local. O conhecimento sobre a diversidade das linguagens que valoriza umas e desvaloriza outras; na sociedade vigente percebe-se que há uma variabilidade cultural na música por exemplo ; que surgem com força de denuncia como Hip Hop, entre outros. Letra que questiona, os padrões sociais, a política, ética e estética, justamente o que a sociedade faz é julgar uma cultura melhor que a outra, esses e outros podem ser pesquisados, analisados no ambiente escolar, com o intuito do educando posicionar-se em relação a si e ao outro. E entra aqui nesse o conhecimento sobre a naturalização/desnaturalização das linguagens nas práticas sociais as quais envolvem as relações de poder, a língua padrão a supervalorização e o menosprezo ao que não se amoldam aos padrões sociais da língua. Nesse momento o conhecimento como autoria e posicionamento do aluno deve interferir pela própria ação a ser tomada como o ser único, ou seja, como protagonista no sentido de agir, entender o outro, não se deixar influenciar cegamente por aparência, mas principalmente construir o pensamento crítico a partir do mundo que o rodeia.
E por fim o conhecimento do mundo globalizado, transcultural e digital e as práticas de linguagem, tão presentes no mundo atual, onde não há fronteiras, pois tudo isso influência de modo direto ou indireto na vida das pessoas, porque ao globalizar um vestuário, alimento entre outros, impacta na cultura do outro, já não há restrição, todos os dias somos invadidos por milhares de informações que vem e vão com a mesma rapidez, influenciando assim no modo de agir e pensar do ser humano. O trabalho do educador é levar o educando a interessar-se, apropriar-se criticamente e participar do social e da profissão a ser desenvolvida como ser crítico, atuante, que é capaz de desconstruir imagens e posicionar-se como ser humano emancipatório, sendo capaz de ser protagonista do seu próprio fazer, ser, ter... no mundo.

imagem de ANGELA DA SILVA

Linguagens

É fato que o ser humano não se constrói sozinho, o entorno, o meio social interfere na sua formação. Importante discutir, refletir as concepções de linguagem em Bakhtin e Vygotsky, como foi descrito no texto acima, a análise do filme também contribui para tais reflexões.

imagem de Edson Jorge Bocalon

Artigo

POLUIÇÃO DA ÁGUA

Edson Jorge Bocalon
Eliane T. S. Martins
Jucinéia Mariani
Marinêz dos S. Kolonetz
Nerli L. Frigo Coelho
Sidney Coelho

A poluição da água esta crescendo em um ritmo muito assustador, a cada dia que se passa o número de compostos lançados nas águas, aumenta drasticamente. Segundo o dicionário Houaiss (2009, p. 738), poluição é o “ato de poluir”, como também o mesmo dicionário Houaiss (2009, p. 34), água é o “liquido sem cor, odor sabor, essencial à vida”.
Entende-se que a sociedade atual passa por um grande desenvolvimento urbano, o qual tem produzido um elevado ciclo de contaminação das águas, através dos dejetos urbanos, esgoto domestico industrial e pluvial. Percebe-se que há uma despreocupação em relação com os diferentes tipos de poluentes, causando grave contaminação no sistema hídrico.
Com o aumento no desenvolvimento das cidades a população não esta cuidando o esgoto urbano, os quais contêm, desde detritos orgânicos, restos de alimentos, sabão e detergente, ou seja, as pessoas mandam diariamente uma grande quantidade destes produtos para os esgotos, contaminando a água superficial, as nascentes e os lençóis freáticos, bem como os outros elementos da natureza.
Observa-se que através da poluição da água, os locais de abastecimento tem uma grande probabilidade de sofrer graves reduções, principalmente na quantidade e na qualidade da mesma, como também exigir maior adição de produtos químicos utilizados para o tratamento. Entretanto, mesmo que exista atualmente uma quantidade suficiente de água potável, esta pode ficar comprometida se não forem tomadas as medidas para frear o ciclo de contaminação.
A questão da disponibilidade de água potável e de qualidade é muito séria, já que a mesma é fundamental para todos os organismos vivos, a água é um elemento essencial para a vida. A água, é considerada o solvente universal, é de extrema importância para a vida de todas as espécies, sendo motivo de preocupação no que se refere à manutenção da vida no planeta a curto, médio e ao longo prazo.
Entendemos que apesar de todos os aspectos benéficos que são proporcionados pela água, mas o homem esta modificando drasticamente a cada dia a qualidade deste recurso natural. Com o lançamento de produtos químicos, lixo e de esgoto doméstico, os quais são os principais responsáveis pela poluição das nascentes e fluentes.
E como todos estes poluentes lançados nas nascentes, as águas acabam sendo poluídas, ou seja, no momento quem que um individuo, for tomar água o mesmo recebe essas substâncias sem o devido tratamento, portanto a qualidade da água não é a mesma, pois, entende-se que ocorreu a alteração na sua composição química, este processo é de fato prejudicial para sua qualidade. Subentendendo que os lenções freáticos também já estão poluídos. Compreende-se que ocorre a infiltração dessa água contaminada para o mesmo.
Observa-se que as águas que são poluídas são basicamente formadas por dois tipos de resíduos que são os orgânicos, estes são formados pela cadeia de carbono, a qual esta ligada a moléculas de oxigênio, hidrogênio e nitrogênio. Como também os inorgânicos, os quais têm sua composição diferente. Pode-se dizer que os resíduos orgânicos são normalmente de origem animal ou vegetal.
Segundo estudos da ONU, o elevamento de falta de água potável no planeta é para aumentar drasticamente nos próximos anos.

Os últimos levantamentos da ONU a esse respeito são bastante eloqüentes. De acordo com ela, os 14 maiores rios europeus têm nascentes com "bom status ambiental", mas no resto de seu percurso, estão bastante degradados. Na Ásia, todos os rios que cruzam cidades estão altamente poluídos. Se o ritmo de crescimento da poluição continuar acompanhando o da população, a Terra poderá perder 18 mil quilômetros quadrados de águas doces até 2050 - quase nove vezes o volume total usado a cada ano em irrigação no mundo. Ainda segundo a ONU, os pobres são, como é de se imaginar, os mais afetados pela poluição. Metade da população de países em desenvolvimento está exposta a mananciais poluídos. O quadro é particularmente grave na Ásia, onde os rios têm três vezes mais bactérias originárias de esgotos do que a média mundial. Além disso, os corpos d'água asiáticos apresentam taxas de enxofre até 20 vezes superiores às de países ricos.

Com este estudo a ONU, pode-se entender que teremos uma grande perda de água doce no planeta, pois, se entende que nos centro urbanos as pessoas, mas também há um grande desperdício de água na zona rural por meio das irrigações. No entanto a ONU faz uma previsão que até 2050, a terra perderá muita água doce, visto que grandes partes dos mananciais estão poluídos. E com isso a população que irá sofre muito com isso, pode-se observar que o nível de enxofre na água esta cada 20 vezes maior, principalmente nos países pobres, e são este países pobres que irão sofrer mais com a falta de água.
Esta questão da poluição da água não é de hoje que se vem falando, mas sim de um longo tempo, pois o norueguês Henrik Ibsen fez um comentário referente ao tema poluição da água no planeta.

Em 1882, o dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (1828-1906) escreveu Um inimigo do Povo, narrativa das desventuras do médico de um balneário turístico que percebe que as águas da cidade foram contaminadas por curtumes da região. Ele descobre que a poluição estava espalhando o tifo e outras doenças e resolve denunciar o problema. Entretanto, enfrenta uma resistência violenta por parte das autoridades e do conjunto da sociedade, que temem os prejuízos que poderiam ter em decorrência dessa má propaganda. Não são de hoje, portanto, a poluição de rios e oceanos e o conflito entre interesses econômicos e proteção ambiental. Mas foi apenas em meados do século XX que as conseqüências das atividades poluentes começaram a ficar evidentes.

Com isso podemos perceber que o homem já vem de longa data se preocupando com a questão e a qualidade da água, a qual é utilizada para o bem comum de toda a população, como também pode-se afirmar que no texto da Resolução de Conama 20, afirmou-se que há “a necessidade de se criar instrumentos para avaliar a evolução da qualidade das águas, em relação aos níveis estabelecidos no enquadramento, de forma a facilitar a fixação e controle de metas visando atingir gradativamente os objetivos permanentes”.
Mas, pode-se compreender que na época em que foi publicada a Resolução de Conama 20, todos os modelos computacionais que se referiam as questões ambientais apresentavam limitações em vários aspectos, os quais vão dos conhecimentos físicos, químicos e biológicos, os mesmos ocorrem na natureza e em suas soluções matemáticas, como também para as capacidades tecnológicas, obtendo também grandes dificuldades de manuseio de todos os sistemas dos computadores que simulavam todos os cenários.
Como todos estes estudos, pesquisas todas as limitações foram encontradas foram superadas, e os modelos estão cada vez mais precisos, como também bem atualizados, para fazer um melhor trabalho, sendo que o conhecimento das variáveis ambientais a ser inserido na simulação, pode-se dizer que o maior desafio para o aperfeiçoamento, é para a demanda dados pretéritos na grande maioria das vezes, as quais demostram medidas insuficientes ou até mesmo inexistentes, com exceção para locais de maior importância econômica como ambiental.
Pois, entende-se que melhorando estes processos demonstrativos, irá melhorar todos os recursos hídricos e suas qualidades. Para tanto os mesmos estão sendo incorporados no meio social para que as pessoas valorizem a função e a qualidade da água em seu todo, fazendo com que usuário tenha plena consciência do controle de poluição através de instrumentos econômicos.
Bem sabemos que a água é um patrimônio da humanidade e que precisamos ter um controle de gastos da mesma, pois, é necessária econômica e ter um uso consciente, para que toda a humanidade tenha esta com abundância e qualidade.
Observa-se que, se a população estiver em consonância com a Política Nacional dos Recursos hídricos, poderá obter melhores resultados, para que a qualidade da água seja cada vez mais preservada e tenhamos de acordo nos as nossas necessidades de uso. Pois, se preservarmos o meio ambiente, também estará preservando a água.
Aprendendo adotar medidas educativas para o despejo dos esgotos, estaremos preservando o meio ambiente, para o mesmo não ficar poluído, assim como os mananciais. Estes esgotos que se lança no meio ambiente pode afetar a saúde de todos os que usufruí de seus benefícios. Entendemos que não só o ser humano, mas todos os seres vivos que beberem desta água contaminada afetará a saúde e muitas vezes vendo a obter óbito.
Está se fazendo um planejamento para que os recursos hídricos sejam preservados, ou seja, se fizermos um bom planejamento dos recursos hídricos, todos os que recebem este patrimônio hídrico e ambiental não se deve abusar do mesmo, sendo assim estes devem ser preservados em ações conjuntas, e não em uma visão e ação individual. Fazendo o cuidado necessário ao meio ambiente e seus recursos, estamos cuidado de um bem precioso que será uma herança para todas as futuras gerações, para todos os tempos e fazendo com que os mesmos tenham plena consciência dos seus atos em relação à natureza e dos seus recursos.

REFERÊNCIAS

HOUAISS, Antônio (1915 – 1999) e VILLAT, Mauro de Salles (1939 -), 2009;

Como cuidar da nossa água. Coleção entenda e aprenda. BEI. São Paulo – SP, 2003.Disponível em www.ambientebrasil.com , acesso em 10 de setembro 2015;

Poluição das águas. Disponível em http://portal.rebia.org.br/cidadania-ativa/2090-poluicao-das-aguas, acesso em 12 de setembro de 2015;

CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente (1986) Resolução nº 20 -
Estabelece a classificação das águas, doces, salobras e salinas do Território Nacional.

Lei Federal nº 9.433 (1997) Dispõe sobre a Política Nacional dos Recursos Hídricos

imagem de Edna de Queiroz Mota

PROJETO CELULAR

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA ELISA TEIXEIRA DE CARVALHO
PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
PROJETO CELULAR: Entraves e possibilidades, em sala de aula

FORMADORA REGIONAL: Suely Cristina
ORIENTADORA DE ESTUDOS: Edna de Queiroz Mota
PROFESSORES CURSISTAS:
- Akira Aparecida Pereira Correa;
- Alinne Dourado;
- Ana Paula Fonseca dos Santos;
- Angela Maria Almeida de Souza;
- Antonio Claudio Agapito Coelho;
- Cristiany Aparecida Bechellene da Cruz
- Dárcio Fernandes da Silva;
- Delci Pereira Soares;
- Fabrício Mota dos Santos;
- Hellen de Freitas Ferreira
- Iury Jorge Barbosa;
- Jacqueline Lopes de Souza;
- Joyce Nely Pereira de Brito
- Juliane Batista da Silva;
- Wanderley de Almeida Melgaço Junior;
- Wandra de Cassia Vargas de Souza.

ESTE PROJETO SERÁ DESENVOLVIDO COM OS ALUNOS DO 3º ANO A
JUSTIFICATIVA: O “ PROJETO CELULAR: Entraves e possibilidades, em sala de aula” foi pensado e organizado pelos cursistas do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio – PNEM, desta Escola, a partir das reflexões acerca dos problemas enfrentados pelos professores, em sala de aula, que é a utilização do celular para enviar mensagens, jogar, conectar a internet, ouvir música e até receber e fazer ligações, durante o horário de aula.
Então surgiu a ideia de um amplo debate com os alunos sobre os entraves e possibilidades de uso desta ferramenta.
A partir destas reflexões e também de outras atividades propostas, espera-se que o aluno seja capaz de decidir qual deve ser sua postura em sala de aula e também em outros ambientes sociais(familiar, trabalho, igreja, clubes etc).
Também haverá momentos de uso do celular, como mais uma ferramenta pedagógica do professor.
Este projeto será desenvolvido durante os meses de outubro e novembro de 2015.

OBJETIVO GERAL: Refletir sobre o uso inadequado do celular em diversas situações cotidianas e experimentar utilizá-lo como uma ferramenta pedagógica
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Utilizar o celular, como uma ferramenta de pesquisa;
• Assistir vídeos, filmes e documentários sobre o celular;
• Produzir cartazes,
• Produzir mural;
• Criar um grupo (temporário) de whatsApp, para troca de informações do projeto;
• Discutir as fronteiras do TEMPO E ESPAÇO, na perspectiva do uso do celular (Geografia);
• Conhecer e utilizar as linguagens tecnológicas(terminologias, códigos, imagens etc) (Língua portuguesa e Língua inglesa);
• Discutir a Lei Carolina Dieckmann (História);
• Produzir vídeo, utilizando o celular como ferramenta (Educação física);
• Conhecer as doenças físicas(câncer, surdez, sedentarismo) e psíquicas (dependência, vício) e acidentes causadas pelo uso inadequado do celular. (Biologia);
• Discutir sobre o uso adequado e inadequado do celular em sala de aula e na escola (Filosofia);
• Refletir sobre o celular como meio de comunicação e interação e seu uso, nos dias atuais, em diferentes locais: casa; igreja; trabalho; lazer (Sociologia);
• Pesquisar quais são os materiais utilizados na fabricação do celular e como deve ser feito o descarte, da bateria de celular, no meio ambiente (Química/sociologia);
• Pesquisar sobre as ondas emitidas pelo celular(Física);
• Fazer uma pesquisa quantitativa e produzir 02 gráficos
- Marcas de celulares, usadas pelos alunos;
- o outro sobre o nº de alunos que possui celular, por sala (Matemática);
• Fotografar, utilizando o celular como ferramenta. Utilizar jogo de luz e os recursos disponíveis em cada celular (Artes);
• Conversar sobre as relações familiares pós uso do celular (Ensino Religioso/sociologia/filosofia);
• Fazer um paralelo das dificuldades e possibilidades de uso do celular em sala de aula(Língua Portuguesa)
METODOLOGIA: É importante ressaltar que a divisão por disciplina, nos objetivos específicos, fez se necessária para que os campos de conhecimento possam aprofundar cada recorte, sem tão pouco esgotar suas possibilidades de comunicação, o que permite um movimento entre todos os campos de conhecimento.
Será utilizada como metodologia:
• O diálogo/discussão tendo sempre um texto (informativo, pesquisa, entrevista e outros) como “plano de fundo/plano de fundo”;
• A pesquisa como princípio pedagógico;
• A contextualização;
• A interdisciplinaridade.
AVALIAÇÃO: Os alunos serão avaliados nos conteúdos: conceituais, procedimentais e atitudinais:
Os conteúdos conceituais visam a desenvolver as competências do educando nas suas relações com símbolos, expressões, ideias, imagens, representações e nexos, com os quais ele aprende e ressignifica o real.
Conteúdos procedimentais: expressam um saber fazer que envolve tomar decisões e realizar uma série de ações, de forma ordenada e não aleatória, para atingir uma meta. Os mesmos sempre estão presentes num projeto de ensino, pois uma pesquisa, um experimento, uma síntese, um festival, uma oficina, são proposições de ações presentes em sala de aula.

A dimensão atitudinal do conteúdo está presente no cotidiano escolar, envolvendo valores, atitudes, normas, posturas que influem nas relações e interações da comunidade escolar numa perspectiva educacional responsável, valorativa.
Os instrumentos serão diversos na avaliação: Além da observação e registro do professor, o aluno será avaliado quanto: a pesquisa, oralidade; argumentação, reprodução dos experimentos, desenho, atitudes; a síntese oral ou escrita/desenho; o relatório individual; o trabalho de grupo; o debate; a auto avaliação.

CULMINÂNCIA: Todos os trabalhos desenvolvidos, neste projeto, serão apresentados na SEMANA EDUCAÇÃO PARA A VIDA.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
- Os cadernos do Pacto Nacional Pelo Fortalecimento do Ensino Médio;
- A importância do ato de ler – Paulo Freire;
- As inteligências múltiplas de Gardner;
- http://www.udemo.org.br/RevistaPP_01_11PlanodeEnsino.htm

imagem de Edna de Queiroz Mota

PLANO DE UNIDADE

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA ELISA TEIXEIRA DE CARVALHO – ANEXO SAMBAÍBA
PLANO DE UNIDADE
A interdisciplinaridade possibilita aos alunos uma compreensão mais completa de uma situação problema, ultrapassando a fragmentação do conhecimento das várias disciplinas. Diversos estudos têm mostrado a importância da integração de conteúdos no ambiente escolar. Dessa forma, produzir um planejamento com caráter interdisciplinar requer muito estudo e compreensão do que é fundamental a ser apresentado.
O primeiro ponto é a escolha do tema. Como tema foi escolhido “A racionalização do uso da água”, pois além de tratar do cotidiano dos alunos é algo que atende todas as disciplinas. Apresentamos um modelo de plano de unidade interdisciplinar, onde três professores, um de cada área específica, entre Biologia, Física e Química, se inter-relacionam com o objetivo de alcançar uma maior interação entre os tópicos abordados, demonstrando para os alunos que os conhecimentos não são desconexos ou fragmentados por disciplinas e que para uma visão global de uma situação problema será necessária a utilização de saberes presentes em cada disciplina, porém utilizados de maneira integrada.
Após ter escolhido o tema, foram traçados quais os objetivos em relação ao conteúdo nas três disciplinas que deveriam ser alcançados com a apresentação da aula e quais os tópicos seriam importantes para uma reflexão crítica sobre os problemas da sociedade, despertando nos alunos um sentimento de cidadania.
Tema do plano de unidade O uso racional da água
Conteúdos Biologia
Água e sua importância para o seres vivos;
Distribuição da água no planeta;
Desperdício da água;
Importância do reaproveitamento da água e suas diferentes formas.

Química
Qualidade da água.

Física
Captação , estimativas de armaze-namento e demandas do uso de água.

Objetivos Conscientizar os alunos da importância da água;
Divulgar aos alunos diferentes formas de reutilização da água, mostrando atitudes no cotidiano que colaborem para a conservação e economia da mesma, como método de minimizar desperdícios;
Verificar através dos componentes existentes na água a sua qualidade;
Informar aos alunos os conceitos, os termos, as técnicas, a magnitude dos fenômenos relativos à captação, transporte e armazenamento da água.
Tópicos para a reflexão do tema Proteção dos mananciais;

Decidido o tema a ser trabalhado, com seus conteúdos e objetivos delimitados, promovemos uma reflexão sobre o tema. Com o objetivo de tornar a aula mais dinâmica e agradável para os alunos, nosso planejamento prevê a utilização de recurso multimídia como um projetor para a exibição de imagens obtidas em sites de pesquisa como Google, assim como vídeos adquiridos através do You tube. Para uma maior proximidade com a realidade dos alunos, foi utilizado o filme Super H_2O que se destina ao ensino do uso racional da água.
Neste planejamento os alunos serão avaliados de acordo com a sua participação e colaboração na exposição do conteúdo.
Percebe-se que a execução de um plano de unidade interdisciplinar depende de uma colaboração mútua de professores de diferentes disciplinas e ainda do auxílio da instituição escolar permitindo a presença de diferentes professores ministrando uma aula simultaneamente.

Elaborado por: Alinne Dourado, Delci Pereira Soares, Helen de Freitas Ferreira, Iury Jorge Barbosa, Juliane Batista da Silva, Wandra de Cássia Vargas de Souza e Wanderlei de Almeida Melgaço Júnior.

imagem de Deonice Moleta

Reflexão e Ação/ Ciencias

DEONICE MOLETA – GRUPO 3
21 DE AGOSTO DE 2015

CRISE NO FORNECIMENTO DE ÁGUA E ENERGIA

Como pede no Caderno Reflexão e Ação do Ensino Médio- CIENCIAS- com vários temas escolhi a Crise de Água que assola todos os países, entre eles o Brasil, e em várias regiões.
No momento não estou em sala de aula para fazer experiências dentro do assunto tão polêmico e dinâmico com uma interdisciplinaridade abundante.
Vamos agora refletir um pouco sobre como os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano se configuram no âmbito da área de Ciências da Natureza.
A reflexão que aqui propomos busca trazer alguns subsídios para que possamos pensar em práticas que promovam a integração entre os conhecimentos da Biologia, da Física e da Química, de modo que sejam superadas práticas que perpetuam a fragmentação do conhecimento.
Há quem acredite que existe a intenção de se extinguir disciplinas, a fim de se implantar uma organização curricular única para as Ciências da Natureza. Não é esse o objetivo, até porque as DCNEM garantem que nenhuma disciplina deixará de existir. O que precisamos ter em mente é que há uma necessidade urgente de trabalharmos de maneira integrada, atribuindo significados aos conhecimentos científicos escolares. Não podemos negar que grande parte das relações entre os conhecimentos pertinentes a esses componentes curriculares são ignoradas no atual modelo curricular.
É comum encontrarmos escolas em que professores de Física não dialogam com professores de Química e Biologia, por exemplo, buscando uma prática que integre os conhecimentos destes componentes.
E como dizem Krasilchik e Marandino (2007, p. 51), “a integração do Ensino de Ciências com outros elementos do currículo, além de levar à análise de suas implicações sociais, dá significado aos conceitos apresentados, aos valores discutidos, e às habilidades necessárias para um trabalho rigoroso e produtivo”.
“A terra é capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a ganância. Sejamos nós a mudança que nos queremos para o mundo” - Mahatma Gandhi.
A frase acima nos remete a uma reflexão das nossas atitudes como cidadão, como empresário, como sociedade, como poder público, etc. A ganância do homem sem limite e o consumo exagerado comprometem a escassez dos recursos naturais, a vida da humanidade e a sustentabilidade do Planeta Terra.
E como fala Maria Odete A Pinho: “Em agosto/2007 quando concretizei a ideia do Projeto AJO Conscientização e Educação Ambiental, com foco na separação e destinação correta dos resíduos sólidos (nosso lixo) e no combate ao desperdício dos recursos naturais (água e energia), tinha acabado de cursar Pós Graduação Lato Sensu em Gestão e Controle Ambiental pela UGF/RJ e logo depois tive o prazer de ler o Livro “Mundo Sustentável” – Ed. 2005 do André Trigueiro, Jornalista, Pós Graduado em Gestão Ambiental pela UFRJ, que fez a cobertura da Rio92”. A leitura já despertava para a preocupação dos impactos ambientais que comprometiam os recursos naturais, principalmente a poluição dos rios e a escassez de água potável no mundo.

Após dez anos da pesquisa acima citada não houve ações planejadas para combater e/ou enfraquecer os problemas com a escassez de água potável. A falta de comprometimento do poder público e o exagerado consumo desses recursos (água e energia) para atender uma sociedade cada vez mais crescente, exigente e sem controle, em combinação com a falta de chuvas, principalmente na Região Sudeste e Centro Oeste (sem falar no Nordeste que já sofre essas consequências há muitos anos) vem causando a estagnação precoce desse recurso (água potável) essencial à vida.
Para atenuar os impactos causados pela escassez de água e energia é preciso fazer o dever de casa, combatendo os desperdícios e usando esses recursos com responsabilidade. É preciso uma grande mobilização da sociedade, das indústrias, do agronegócio, das instituições de ensino, dos sindicatos, das associações, etc. e um comprometimento maior do poder público. Se cada um fizer a sua parte começando dentro de casa certamente podemos usufruir um pouco mais desse recurso (água potável), que já temos certeza de que sem ele a vida na Terra fica comprometida.

REFERENCIA
www.educadoresonline.com.br/fique-por-dentro/educacao-ambiental
Acessado: 20/08/2015

imagem de Márcia Mendes da Fonseca

Caderno II-Temática II- Ciências da Natureza-Consolata_Cascavel

As Ciências Humanas foi e é de grande importância tanto na contribuição para a história da humanidade desde os primórdios até a presente data. Uma pequena abordagem a respeito em torno da história nos revela que em Roma, baseado na tradição grega, ajustadas as necessidades e, cujo modelo do papel a ser desempenhado pelo homem público, ou seja, o orador, como principal a oralidade, a escrita e opinião pública a serviço do Estado. Mais tarde na Renascença os estudos humanísticos eram voltados para os conteúdos de gramática (latim) retórica, poesia, história e filosofia moral. No Brasil entre as décadas 60 e 70 havia restringido a EMC (Educação Moral e Cívica) no Ensino Fundamental – OSPB (Organização Social e Política Brasileira) no Ensino Médio _ Extintas pós 1985 através das histórias da humanidade conforme os governantes, retiram ou incluem dependendo dos interesses desses, em relação a essas disciplinas, hoje então percebe-se a volta, a valorização da filosofia e sociologia, pois a sociedade vem apresentado indícios de regressão e reflexão dos próprios valores, atos em relação si, ao outro e a sociedade atual. Quanto ao trabalho realizado com os alunos, expuseram seus sonhos, suas expectativas, relataram que; precisam terminar o Ensino Médio, fazer faculdade, ter um bom trabalho, casar, ter filhos, casa própria e carro, porém antes alguns querem viajar, curtir um pouco a vida, trabalhar sem deixar de estudar, declararam que além da família, estudos e trabalhos precisam dedicar-se mais à religião. Diante das dificuldades enfrentadas no cotidiano, pensam em ter emprego com carteira assinada e ganhar bem, outros ainda, tem planos de serem empreendedores. Entre os cursos universitários mais citados foram arquitetura, psicologia, educação física, medicina, dança, jornalismo, engenharia mecânica, nutrição, direito, veterinário; outros mencionaram ter vontade de fazer intercâmbio, fazer curso de inglês, morar em outro país, ser polícia federal, enfim realizarem-se e serem felizes.

imagem de Márcia Mendes da Fonseca

Caderno II - Temática 1 - OTP / Colégio Consolata - Cascavel

REFLEXÃO E AÇÃO
Faça uma reflexão acerca do esquema apresentado como síntese desta unidade do Caderno. A seguir, em pequenos grupos, discuta com seus colegas e escreva os principais problemas da escola (Ensino Médio) na coluna da tabela. Analise os impactos desses problemas na escola. Agora, proponha ações para mudar essa realidade. Socialize os resultados desta atividade como contribuição para a reescrita do PPP.
PROBLEMA (O que precisa ser mudado): 1- Evasão / 2-Excesso de faltas / 3- Consumo de drogas / 4- Falta de perspectiva / 5- Abandono intelectual.
IMPACTOS NEGATIVOS (Do problema): 1- Não dará continuidade ao ensino médio, sendo assim, haverá defasagem escolar / 2- Perda de conteúdos, do vínculo com o ambiente da escola. / 3- Alteração da capacidade mental, comportamental tais como; sonolência, agressividade, mal estar... / 4- Desinteresse pela continuidade estudos, desvalorização pela graduação escolar... / 5- Indisciplina, desinteresse e desobediência ...
AÇÕES (Para resolver o problema): 1- Políticas de trabalho em que esses alunos não começassem a trabalhar tão cedo; que no mercado de trabalho houvesse mais ofertas de estágios entre outros. /2- Conscientizar a comunidade escolar o quanto é importante à frequência e atrelar esta aos critérios de avaliação. / 3-Investimento em políticas sociais e culturais para ocupação do tempo dos adolescentes e jovens; uma atenção maior por parte dos governantes em relação à segurança, ou seja, mais segurança nos arredores da escola; parceria com outras instituições, redes de proteção para realização de oficinas, continuidade do PROERD (PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE RESISTÊNCIA ÀS DROGAS), do município para o estado. / 4- Direcionamento a teste vocacional; envolvimento da família com a escola... / 5- Que a família assuma o papel legal do acompanhamento intelectual do filho na escola...

imagem de Junior Cesar Sanches

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

CADERNO V, ETAPA II
ORIENTADORA: GILMARA DE JESUS

Junior Cesar Sanches
UNIR-Universidade Federal de Rondônia
Junior.mig@hotmail.com

Resumo

Neste artigo, tem como objetivo investigar as concepções de aprendizagem que foram adotadas em pesquisas apresentadas sobre o ensino matemática na Educação. Para atingir tal objetivo, foi feita uma análise dos textos, apresentados nas modalidades de ensino estudada através de comunicação científica e de debates, e selecionados aqueles que, de alguma forma, afirmam que a modelagem pode favorecer a aprendizagem de matemática. Discutimos as contextualização do ensino e aprendizagem para melhoria no método de ensino da, com isso formulamos conceitos aprimorados como fonte de estudo no método de aprendizagem dos discentes intercalando o conhecimento com a prática de estudos da matemática.

Contextualização

Dentre essas questões, Gibram (2011), movida por suas inquietações como professora de matemática da Educação Básica, elegeu a palavra aprendizagem (matemática) como foco dos seus estudos. Visando a qualidade de ensino nas escolar públicas e notável uma reformulação dos temas a ser trabalhados com alunos do ensino médio, a medida que os alunos vão se desenvolvendo, faz –se necessário uma visão diferenciada na qualidade de ensino destes alunos.
Venâncio e Kato (2009) apresentam a modelagem matemática como um ambiente que favorece a aprendizagem significativa e a elaboração de significado pelo aluno. Considerando a importância do estabelecimento de relações entre o conteúdo matemático ensinado e outros conhecimentos externos à matemática.

Etapa 1:
• Conhecer a realidade e necessidades dos alunos em sala de aula;
• Conhecendo seu cotidiano e suas dificuldades;
• Desenvolver habilidades com os alunos que tem dificuldades de interpretação da matemática;
• Formular questão de raciocínio lógico levando o aluno ao seu desempenho rápido.

Etapa 2 :
• Aplicar conteúdos de acordo com grau de ensino de cada aluno, diversificando o conteúdo;
• Aplicar teste com maior frequência de níveis mais alta:
• Avaliar o aluno a todos os momentos das atividades teóricas e práticas apresentada;
• Integrar o aluno dentro dos temas transversais e interdisciplinar.

A Modelagem Matemática na Educação Matemática, embora consolidada em nível internacional desde meados do século XX, se fortaleceu no Brasil a partir dos anos de 1990. Esse fortalecimento deu margem à criação de eventos específicos com o intuito de fomentar e aprofundar os debates sobre o tema.

A matemática sempre desempenhou um papel único no desenvolvimento das sociedades (Ap. A). Por exemplo, numa situação de guerra, o exército que possui mais conhecimentos de matemática tem maior poder traduzido nas máquinas mais perfeitas e melhor adaptadas.
Até ao séc. XVI apenas as pessoas com dinheiro ou os sacerdotes poderiam despender tempo no estudo da matemática. De há quatrocentos anos para cá, a monarquia e o clero deixaram de ser os únicos que financiaram a matemática, passando este papel a ser desempenhado pelas universidades e pelas empresas (como por exemplo a IBM). Ao contrário do que muitos pensam, a matemática não consiste apenas em demostrar teoremas ou em fazer contas, ela um autêntico tesouro para a civilização devido aos diversos conhecimentos envolvidos. E sabendo isso, atualmente poucos são os países em que não se cria matemática nova, publicando-se assim em todo o mundo alguns milhares de revistas exclusivamente de matemática.
Antes de mais, ela é útil para promover o pensamento estruturado e o raciocínio rigoroso. Por outro lado, a sociedade evoluiu exigindo cada vez mais conhecimentos matemáticos a todos os cidadão. Um arquitecto dirá que a Matemática é útil para auxiliar a percepção e a criação da beleza; um engenheiro dirá que é útil para reforçar e aprovar experiências; um físico dirá que é útil por ser a linguagem da ciência; um político dirá que a Matemática orienta-o na administração e na implementação de leis; um psicólogo afirmará que auxilia-o no tratamento estatístico de inquéritos; um matemático mostrará que um corpo matemático é útil quando for aplicável a outro corpo. A matemática é um saber necessário a todas as disciplinas e ciências, devido ao seu rigor. Deste modo se mostra que as outras ciências não se desenvolveriam se a matemática não existisse e não fosse estudada.

imagem de Adna Figueiró Duarte

Reflexão e ação - pág.41 - caderno III - etapa II

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ESCOLA ESTADUAL CÔNEGO FIGUEIRÓ
FRANCISCO BADARÓ/MG

PROJETO ESCOLAR

TEMA: USO RACIONAL DA ENERGIA

INTRODUÇÃO
O ser humano sempre gasta mais energia, consome mais do que o meio ambiente consegue repor. O uso de qualquer energia cobra um preço; umas mais, outras menos. Hoje grande parte da nossa energia é baseada em fontes não-renováveis, como o petróleo e o gás natural, que causam sérios danos ao meio ambiente.
A energia elétrica tornou-se um dos bens de consumo mais fundamentais para as sociedades modernas, usamos energia para gerar iluminação, movimentar máquinas e equipamentos, controlar a temperatura, agilizar as comunicações, etc. Da eletricidade depende nossa produção, locomoção, eficiência, segurança, conforto e vários outros fatores associados à qualidade de vida.
Utilizar a energia de maneira racional, a medida da necessidade é dever de todo cidadão que se preocupa com a sustentabilidade do nosso planeta.

JUSTIFICATIVA
Com o esgotamento de recursos naturais e a falta de investimentos da gestão pública em outras fontes alternativas de energia, a população brasileira enfrenta um grande desafio, levando a uma desestruturação econômica, ocasionada pela alta dos impostos
Diante da crise de energia vivenciada pela sociedade atual, consideramos que é de suma importância desenvolver projetos de sensibilização do uso racional de energia elétrica, levando em consideração os fatores ambientais e socioeconômicos.

OBJETIVO GERAL:
-Informar e sensibilizar professores alunos e demais servidores sobre a importância do uso racional de energia elétrica.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Divulgar informações do uso racional e sustentável da energia elétrica no recinto escolar;
-Adotar medidas simples e práticas para combater o desperdício de energia elétrica;
- Identificar as principais fontes de energia da atualidade e sua real situação;
- Desenvolver hábitos de sustentabilidade com relação aos recursos naturais;
- Promover um estudo sistemático sobre o consumo consciente da energia originada de diversas fontes;
- Capacitar multiplicadores para a economia de energia não só na escola mas também em suas casas;
- Levar à reflexão sobre a importância da energia para diversas atividades, o princípio de conservação da energia, a redução do consumo e os impactos ambientais;
-Apontar sugestões para uma melhor distribuição de energia local e global;

METODOLOGIA:
Palestras de sensibilização, reuniões, vídeos, panfletos, slides, pesquisa e coleta de dados.

AÇÕES:
-Confeccionar e afixar adesivos informativos sobre o uso racional da energia.
-Criar “anjos de sentinela”, por turma, para atuarem no combate ao desperdício.
-Criar paródias, peças teatrais, poemas, desafios, slogans, charge, jornal mural, painéis, produção de textos, história em quadrinhos sobre o assunto em pauta.
-Criar o hábito nos alunos e funcionários para ficarem atentos a tudo que se refere à energia elétrica utilizando-a de forma segura e eficiente no dia- a- dia.

O projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar com a integração das seguintes áreas do conhecimento:
GEOGRAFIA:
- Destacar os principais fontes de energia do Brasil e sua localização.
-Conhecer as principais fontes de energia alternativas do Brasil ;
- Associar o crescimento populacional e aumento do consumo de energia no Brasil;
HISTÓRIA:
- Analisar a evolução histórica do uso da energia elétrica no Brasil;
INGLÊS
-Traduzir palavras relacionadas ao tema em estudo;
PORTUGUÊS
- Estudo de diversos gêneros textuais: noticias, artigos científicos, reportagens. Fazendo em seguida a interpretação dos mesmos.
FILOSOFIA
- A ética relacionada ao consumo racional de energia elétrica;
SOCIOLOGIA
-Destacar os impactos socioeconômicos devido ao uso irracional da energia elétrica.
BIOLOGIA / QUIMICA/ FISICA.
- Analisar os impactos ambientais devido ao uso irracional dos recursos naturais,
-Desenvolver hábitos de sustentabilidade com relação aos recursos naturais;
MATEMÁTICA
-Analisar gráficos e tabelas do consumo de energia elétrica nos últimos dois anos.
- Identificar as regiões com maior consumo de energia no Brasil;
ARTES
-Confeccionar material para divulgação do uso consciente de energia,
- Fazer paródias, teatros e poemas sobre o uso racional de energia;

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (Brasil) (ANA). HidroWeb: sistemas de informações hidrológicas. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2003.
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (Brasil) (ANEEL). Banco de Informações de Geração: BIG. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2005. __
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (Brasil) (ANEEL);
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO (Brasil) (ANP). Perspectivas da termeletricidade no Brasil: relatório técnico. Brasília, 2000.
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO (Brasil) (ANP). Anuário estatístico da indústria brasileira do petróleo e gás natural. Rio de Janeiro, 2003. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2005. AMARANTE, O. A.. et al. Atlas do potencial eólico brasileiro. Brasília: MME; Rio de Janeiro: Eletrobrás, 2001. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2003.
AMERICAN WIND ENERGY ASSOCIATION. Global wind energy market report. Washington, DC, 1999. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2003.
ANDREAZZI, M. A. R. Impactos de hidrelétricas para a saúde na Amazônia. Rio de Janeiro: UERJ, [ca. 1993]. (Série Estudos em Saúde Coletiva, n. 78).
ARAÚJO, M. S. M. Relatório de análise do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo: MDL: estudos de caso. Rio de Janeiro: COPPE, UFRJ, 2000. p. 122.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISTRIBUIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA (ABRADEE). Relacionamento cliente x concessionária: direitos e deveres. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 2000, Foz do Iguaçu. Anais... Foz do Iguaçu: ABRADEE, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE REFRIGERAÇÃO, AR-CONDICIONADO, VENTILAÇÃO E AQUECIMENTO (ABRAVA). Portal Abrava. São Paulo, c2001. Disponível em: . Acesso em: 31 maio 2005. ATLAS do Mercado Brasileiro. São Paulo: Gazeta Mercantil, n. 5, 2002. ATLAS.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente, saúde. Secretaria de Educação Fundmnetal. Brasília: MEC/SEF, 1997.

Equipe :
Marly Sousa , Elaine Cristina, Valdênia Pereira, Priscila, Daniela, Vanderly, Neide, Marize,Joana D’arc.

imagem de Adna Figueiró Duarte

Ação e reflexão- pag. 42- caderno V - etapa II

PACTO NACIONAL DE FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO
ESCOLA ESTADUAL CÔNEGO FIGUEIRÓ
FRANCISCO BADARÓ/MG

PROJETO ESCOLAR

TEMA: “Meio Ambiente” – Água

PERÍODO DE EXECUÇÃO: de 10 a 14 de agosto de 2015.

PUBLICO ALVO: Alunos do 1º A, B e C da Escola Estadual Cônego Figueiró.

JUSTIFICATIVA:

Hoje em dia, a escassez e o uso abusivo da água doce é uma realidade. Faz-se necessária e urgente a mobilização da sociedade por este problema que se agrava cada vez mais.
Pensando nisto, nós professores de meio ambiente propomos o Projeto Água, para instruir os alunos sobre a importância de preservar, economizar e recuperar os recursos hídricos. Ressaltamos ainda que o uso inadequado dos recursos naturais, tem causado diversos reflexos negativos ao equilíbrio do meio-ambiente, e que a mudança de hábito é o melhor caminho para a manutenção da vida na terra.

OBJETIVO GERAL:

-Conscientizar e instruir a população em geral sobre a importância de preservar, economizar e recuperar a água, através do exercício da educação ambiental, de modo a assegurar para atual e futuras gerações a disponibilidade de água doce e limpa no município e no planeta;
- Contribuir para a formação de cidadãos conscientes, capazes de defender o meio ambiente e atuar na realidade sócio ambiental de modo comprometido com a vda;
-Identificar as consequências das ações do homem sobre o Ecossistema da Chapada Monte Alto;

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

-Promover a conscientização e a instrução da sociedade sobre a importância de preservar, economizar e recuperar os recursos hídricos, revertendo a situação de degradação do meio-ambiente para garantir a boa qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável da região.
-Conhecer as principais fontes de água do município de Francisco Badaró.
- Fazer campanhas educaticas sobre o uso racinoal da água;

METODOLOGIA:

-No período de 10 a 14 de agosto, os professores que atuam nas devidas turmas deverão trabalhar o tema “ Água”
- Confecção de murais e cartazes sobre a “Água” para serem expostos pela Escola.
- Pesquisa de campo - visita da APA- Chapada dos Pequizeiros;
- Identificar nascentes e córregos do município de Francisco Badaró;
-Coletar depoimnetos de pessoas mais velhas sobre os rios antes e hoje.
- Culminância dia 14 de agosto.

AÇÕES DO PROJETO:

No decorrer de 10 a 14 de agosto, se realizarão as seguintes atividades integrada as diversas áreas do conhecimento:

GEOGRAFIA:
Pesquisar os principais córregos e nascentes do município e sua real situação.

HISTÓRIA:
Entrevistar pessoas idosas como eram os rios e córregos de antes.

PORTUGUÊS:
Analisar diferentes textos relacionados à “Água”; bem como sua interpretação.

BIOLOGIA:
Analisar os impactos ambientais com relação aos recursos hídricos do município;

INGLÊS:
Traduzir textos e palavras relacionadas aos recursos hídricos do município;

FILOSOFIA:
Destacar os valores éticos relacionados ao uso dos recursos hídricos locais;

SOCIOLOGIA:
Analisar os hábitos e costumes locais quanto ao uso da água;

QUÍMICA:
Verificar os principais agentes poluidores dos recursos hídricos do município.

MATEMÁTICA:
Confeccionar gráficos e tabelas com dados estatísticos do uso e consumo dos recursos hídricos do município;

Palestra sobre os recursos hidricos do município destancaondo a situação atual de cada um;

Confecção de cartaz de conscientização sobre o uso racional da água.

Depoimentos;
Visita a Chapada dos Pequizeiros região da APA;
Confecção de maquetes , teatros , paródias e poemas sobre a água .
Fazer mutirão de limpeza na escola ;
Distribuir panfletos de dicas de uso racional da água.
Confecionar lixeiras ;

Equipe:
Marly Sousa , Elaine Cristina, Valdênia Pereira, Joana D’arc, Daniela, Neide, Priscila, Marize,Vanderly

imagem de michelle scanagatta tozzi

caderno II

Reflexão e ação 2 – caderno II Etapa II

Adriana Biancatto

Ana RitaMachado

Evi Weber

Juliana Gobbi

Michelle Scanagatta

Rodrigo José Lopes

Roseny Dalla Valle

Realizou-se uma coleta de dados a partir de um questionário disponibilizado online aos alunos do 1º ao 4º ano do Ensino Médio (regular e profissionalizante) de 14 a 18 anos, bem como alunos da educação profissional subsequente, acima de 18 anos, onde foram consultados sobre a visão de si mesmos e do mundo que os rodeia.

As questões que nortearam a pesquisa:

* Como você vê o mundo à sua volta?

* Como você acha que o mundo o vê?

* Para você, qual a importância da família?

* Qual valor você atribui ao trabalho?

* Se você pudesse fazer uma escala de prioridades, qual valor você mensuraria para: família, educação, trabalho, namoro, saúde, tecnologia e lazer.

* Quais são seus planos para o futuro?

* Como você se vê daqui a 10 anos?

Diante das respostas obtidas, pode-se reconhecer um perfil do jovem estudante do Ensino Médio, que estes têm noção da realidade, da importância da educação, dos problemas que a sociedade de modo geral apresenta, mas também almejam continuar os estudos, se tornarem adultos responsáveis e profissionais capacitados.

Sobre a visão que possuem do mundo, basta observar-se os fragmentos retirados na íntegra de algumas respostas para notar as impressões que os jovens têm acerca de sua realidade:

“O vejo como um mundo cheio de escolhas e oportunidades, mas completamente detonado por nós mesmos, seja economicamente, politicamente e em questões biológicas e naturais.”

“Vejo com muitas oportunidades de trabalho, mas acho que poderia ter melhores condições de aprendizagem. Bem o mundo hoje esta um "caos", então para consertar esse ‘caos’ está faltando pessoas mais responsáveis para por novas leis... Não só uma pessoa mas sim a população pensando em um caminho apenas a ser tomado não cada um em uma direção se não, não chegaremos a lugar algum...”

A importância dos valores familiares, embora muitas vezes se pense o contrário, fica bastante evidente:

“Para mim a família é um dos fatores mais importantes na vida, pois nela que aprendemos a ter educação, e ali com os pais irmãos etc que aprendemos a compartilhar ideias, pensamentos, emoções. Sem a família talvez não iríamos conseguir muitas coisas, porque ela que nos influencia, ela que no auxilia e ela que nos motiva nas horas que nossas forças estão esgotadas. Família para mim é tudo!”

“A família é o pilar do caráter, uma boa família implica em boas pessoas.”

Quanto ao trabalho, se percebe valorização deste em contraposição ao emprego assim como as implicações na vida familiar

“Quando faço uma entrevista, nunca deixo de falar que não estou a procura de um emprego, mais sim de um trabalho pois são duas coisas diferentes, emprego é o vínculo com a empresa, e trabalho é a atividade em si, que vai desenvolver experiência. Então o trabalho é muito importante , abre o conhecimento. E quando eu tiver a chance de entrar em um trabalho vai ser uma experiência incrível, pois irei valorizar o que faço.”

“O trabalho é a essência do sucesso, trabalhar dá uma autonomia que é um passo para o enriquecimento da vida. Trabalho é responsabilidade e comprometimento.”

“O trabalho representa um passo em direção ao amadurecimento e realização na vida pessoal, pois será uma conquista que contribuirá para o profissionalismo de cada um.”

“Trabalho é independência, responsabilidade, para que os pais possam investir em outras coisas e te dar assistência só no que é dever deles, mas você fica mais maduro.”

Diante dessas respostas, é possível constatar que os jovens do 1º ao 4º do Ensino Médio dão muito valor aos bens materiais e a estabilidade financeira, mas atribuem significado a família, considerando-a sua base formadora:

“Meus planos são cursar química industrial, atuar na área. Ter variedades no currículo, por exemplo, áreas como humanas e exatas. Ter meus próprios bens materiais, ser independente e cuidar de meus pais na velhice.”

“Quero ser alguém na vida, minha mãe é empregada doméstica, tenho muito orgulho dela e não me envergonho nem um pouco, mas não é o futuro que desejo pra mim. Quero ter uma família e Deus sempre na minha vida, estudar ser engenheira química e ser feliz”.

“Daqui a 10 anos gostaria de já estar formada, de estar feliz por ter feito o intercâmbio, estar realizada em relação a família e ao trabalho e uma pessoa organizada em todos os sentidos da vida, capaz de administrar qualquer coisa”.

“Daqui a 10 anos quero estar formada, bem sucedida, financeiramente estável.”

Porém este perfil se diferencia do aluno que frequenta a Educação Profissional Subsequente, devido à diferença de faixa etária, onde estes já possuem certa trajetória de experiências de vida profissional e familiar, traçando perspectivas diferentes:

“Me vejo trabalhando e com boa estabilidade financeira”.

“Progredindo e meu filho formado”.

“Ser bem sucedido financeiramente e reconhecida no mercado de trabalho, fazendo o que eu gosto”.

“Família, bom emprego, casa própria, sustento da minha família, carro, muito conhecimento.”

Nota-se assim que indiferente da faixa etária do ensino, o que se percebe é que o estudante reconhece que é por meio da educação que estes alcançaram todas as suas metas e crescimento de vida e estabilidade financeira.

E nas palavras de Monteiro (2015) é de extrema importância que os pais e os educadores assumam uma atitude de compreensão e de diálogo perante os jovens. De contrário, eles tornar-se-ão insatisfeitos e revoltados com tudo o que os circunda, por outras palavras, com a sua própria educação.

MONTEIRO, Ana Margarida de Matos. Os jovens e a educação. Disponível em < http://www.ipv.pt/millenium/15_pers1.htm > Acesso em 08 ago.2015.

imagem de Regina Carvalho Farias

Poluição em suas diferentes formas

OTP - ATIVIDADES
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO
PROGRAMA PACTO PELO ENSINO MÉDIO
EEEFM ZENÓBIA LEÃO - Guarapari/ES

Orientadora de Estudo: Regina Maria Carvalho Farias
Cursistas: Ana Beatriz Machado
Camila de Lourdes Sousa Miranda
Douglas Alessandro Lopes Rigo
Joadir de Souza Viana
Marta Maria Oliveira de Batista
Michelle Florindo

CADERNO III - REFLEXÃO E AÇÃO 4 – (P. 41)
Disciplina- Química, Física, Biologia e Matemática.
Tema Central- Poluição em suas diferentes formas.
Objetivo Geral- Compreender como a produção cientifica e sua utilização tecnológica afetam diretamente a sociedade em relações de causa e efeito.
Temas das aulas: Tipos de poluição: ambiental, visual e sonora.
Tema transversal: Confrontar desenvolvimento cientifico e qualidade de vida.
Objetivo da aula: Levar o aluno a entender a reação em cadeia deflagada no relacionamento entre meios de produção, consumo, uso social e atitude individual.
Procedimentos metodológicos: Aula expositiva, apresentação, mesa redonda com os alunos, pesquisa individual e coletiva.
Recursos: livros, internet, revistas e jornais.
Avaliação: Espera que o aluno possa compreender que toda sociedade e a produção cientifica realizada no seu contexto, merecem uma apurada reflexão acerca dos custos/ benefícios.

ARTIGO

RESUMO
O objetivo deste trabalho que será feito de forma interdisciplinar terá o tema “Poluição em suas diferentes formas”. Os tipos de poluição que podem ser citados são: poluição atmosférica, poluição das águas, poluição dos solos, poluição sonora e poluição visual. A poluição pode ser definida como a introdução de substâncias que alteram o equilíbrio natural do ambiente, podendo causar danos à saúde humana, aos seres vivos em geral e ao ecossistema. Um dos mais graves problemas ambientais gerados pela intervenção do homem sobre o meio natural é a poluição, pois prejudica o meio ambiente, inviabiliza o cultivo e o consumo de recursos naturais, provoca desequilíbrios ecológicos e pode ameaçar a saúde humana. Por esse motivo, é muito importante elucidar essa questão a fim de se desenvolver formas para combater tal ocorrência.
Palavras-chave: poluição - meio ambiente - interdisciplinaridade.

INTRODUÇÃO
Vimos que a ideia de ciência como verdade absoluta, imutável, descontextualizada vem sendo problematizada e superada. No entanto, em alguma medida, essa discussão ainda está afastada das escolas, pois em grande parte das salas de aula, ainda vamos nos deparar com um ensino mui-tas vezes hierarquizado e apresentado como verdade inquestionável, sem contexto social, sem construção histórica, ou seja, sem sentido para os estudantes e mesmo para os professores. Acabamos apresentando uma ciência que contraria sua própria constituição, pois a construção de conhecimentos científicos pressupõe o movimento contínuo de desconstrução/reconstrução.
Ao nos depararmos com os fenômenos naturais, buscamos compreendê-los, na busca de uma “verdade” que nos permita prevê-los e controlá-los. Mas não podemos perder de vista que a ciência é uma produção humana, contextualizada historicamente ou, como nos apresenta Chalmers (1993, p. 43), no mínimo, a ciência é um diálogo com o real, no qual as perguntas feitas determinam as respostas.
Surgem então as perguntas: Que ciência é trabalhada na escola? Como o currículo se apropria do conhecimento científico e o ressignifica?
Foi pensando nestes questionamentos que buscamos não cair na armadilha de verdades inquestionáveis e buscamos contextualizar nosso trabalho de forma que o aluno possa ser estimulado a olharem de forma diferente para a realidade, para o mundo em que vivem. Os mesmos devem elaborar perguntas, estabelecer relações buscar meios para responder seus questionamentos e, a partir daí, formular outras questões, construindo conhecimentos significativos sobre a realidade e socializando suas descobertas, construções e reconstruções, atuando como protagonista de sua própria produção.
Nosso objetivo inicial foi retomar o conceito de poluição para fins didáticos, há uma genérica classificação da poluição que busca segmentar as suas principais ações, bem como os seus agentes causadores, de forma a melhor compreender o problema. Com isso os alunos foram levados a conhecer as implicações de cada tipo de poluição através de pesquisas em diversas fontes.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Montaremos uma mesa redonda e os alunos poderão discutir as implicações da poluição, os mesmos proporão soluções para a problemática abordada. Atualmente, devemos repensar nossos hábitos, a fim de não poluir ainda mais o ambiente, pois tal prática interfere em nossa qualidade de vida e compromete a vida das gerações futuras, bem como os diferentes biomas encontrados na biosfera. Essa temática é muito significativa para o aluno, pois ele pode ser o agente transformador do meio que o cerca. Levar o aluno a entender a reação em cadeia deflagada no relacionamento entre meios de produção, consumo, uso social e atitude individual será nosso principal objetivo nesse trabalho.

BIBLIOGRAFIA

CONSUMO SUSTENTÁVEL: Manual de educação. Brasília: Consumers International/ MMA/ MEC/
IDEC, 2005. 160 p.
Brasil. Secretaria de Educação Básica.
Formação de professores do ensino médio, Etapa II - Caderno III :
Ciências da Natureza / Ministério da Educação, Secretaria de
Educação Básica; [autores : Daniela Lopes Scarpa... et al.]. –
Curitiba : UFPR/Setor de Educação, 2014.
48p.
http://educacao.uol.com.br/planos-de-aula/fundamental/ciencias-tipos-de- poluicao.htm
http://www.brasilescola.com/geografia/tipos-poluicao.htm

imagem de Jurema Virgilio

REFLEXÃO E AÇÃO CADERNO III

ARAI BEATRIS SANTOS BERGAMINI
ELIZABETE GAVLOVSKI
JUREMA VIRGILIO
SALETE BETTONI
TÂNIA MARIA DE OLIVEIRA MEDEIROS

RESUMO
Este trabalho traz uma reflexão sobre problemas ambientais e reciclagem, em nossa comunidade escolar, em especial sobre o lixo, seu destino e possíveis formas de reaproveitamento: aborda também a necessidade da prática educacional voltada para a compreensão da realidade social e dos direitos e responsabilidade em relação à vida pessoal, coletiva e ambiental da sociedade. Nosso intuito é trabalhar interdisciplinarmente com os alunos sobre Educação Ambiental, conscientizando-os da importância da reciclagem e da preservação do meio ambiente.
PALAVRA- CHAVE: Reciclagem – Meio Ambiente – Aluno - Interdisciplinaridade

INTRODUÇÃO
Convivendo com os alunos percebemos que há uma urgência quanto a realização de trabalhos educacionais voltados para a preservação do meio ambiente, pois muitos deles ainda não praticam coleta seletiva do lixo doméstico, e não têm a conscientização foi constatado que há necessidade de se preservar o meio ambiente. O projeto é útil no sentido de esclarecer ao aluno e familiares sobre os benefícios da reciclagem. Nosso principal objetivo é contribuir para a transformação do educando, tornando-o consciente e comprometido com o bem estar de todos. Para que isso aconteça faz-se necessário que a escola trabalhe interdisciplinarmente com formação de valores e atitudes.

DESENVOLVIMENTO
• Palestras e vídeos;
• Questionários quanto a coleta seletiva;
• Pesquisa sobre reciclagem;
• Importância da reciclagem – leitura de textos;
• Leitura do poema Paraíso;
• Música Planeta Água (Guilherme Arantes);
• Do lixo para o luxo (confecção de porta lápis);
• Feira com o produto de lixo reciclável;
• Cesta de lixo com monitores velhos.

ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO
O tema possibilita a interdisciplinaridade com as disciplinas de:
• Português – Leitura de diversos gêneros textuais (notícias, artigos, poemas);
• Ciências – Elaboração de um questionário e vídeos sobre doenças causadas pelo lixo;
• Geografia – Passeio ecológico, observando a realidade ambiental.
Documentário (“Estemira” uma mulher que vivia no lixão);
• Artes – Confeccionar um mural ecológico – oficinas do lixo ao luxo;
• Matemática- Gráficos sobre o desperdício no nosso país. Gráficos sobre o tempo que a natureza leva para (absorver os detritos);
• Inglês – Pesquisa sobre a reciclagem em outros países.

APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO
Propomos com esse projeto, trabalhos com atitudes e formação de valores, buscando sensibilizar os alunos sobre a importância da reciclagem e reutilização a fim de diminuir o acumulo de lixo. Diante desse contexto acreditamos, que a escola tenha um papel de suma importância no que se refere a desenvolver o senso crítico dos alunos.

imagem de pedro eloi tadaeski

açao e refleçao

Artigo
Terrário, um miniecossistema

Carlos Lopes da Silva
Patrícia Paluski
Pedro Tadaeski
Simone R H Alves da Silva

Resumo
Trata-se de uma experiência didática, com enfoque multidisciplinar, na perspectiva de um ensino mais integrado, possibilitando agregar diferentes disciplinas para o entendimento de ciclos biogeoquímicos do planeta.
Palavras-chave: Terrário – ciclos biogeoquímicos – multidisciplinaridade

Introdução
Atuando na Educação de Jovens e Adultos (EJA) em Curitiba, propomos mobilizar os alunos e professores na construção de um terrário, para tratar as transformações ocorridas no contexto terrestre, com ênfase para o ensino dos ciclos biogeoquímicos para a manutenção e conservação da matéria no Planeta.

Desenvolvimento
Montagem do terrário.
Observação dos processos ocorridos.
Reflexões e anotações sobre as observações realizadas.

Organização do conhecimento
A temática proposta abre possibilidade de interdisciplinaridade com as disciplinas de :
Biologia : estudo das rochas e minerais, fotossíntese, decomposição, efeito estufa, aquecimento global, energia do Sol, fertilidade do solo, reprodução, cadeia alimentar, preservação ambiental...
Química: ciclo do carbono, ciclo do nitrogênio, ciclo da água.
Geografia: origem do solo, tipos de solo, intemperismo.
Física: Princípio de Lavoisier, matéria e energia.
Matemática: cálculo de área, porcentagem, construção de gráficos.
Língua Portuguesa : construção de textos.

Aplicação do Conhecimento
Possibilitar questionamentos sobre o miniecossitema formado:
- Por que as plantas não morrem sufocadas no terrário ?
- De onde vem a água que mantém as plantas vivas ?
- Como ocorre o aparecimento de novas formas de vida dentro do terrário ?

Compreender os processos biogeoquímicos.
Permitir a reflexão sobre o funcionamento do Planeta e ao mesmo tempo promover o debate em torno da exploração, preservação e apropriação dos recursos naturais.

imagem de Eliana de Castro Neves Carvalho

Blog

Boa noite!
Eu tenho um blog que criei para postar nossas atividades, trabalhos e compartilhar ideias.
Sou professora da EE"José Soares de Araújo".
Carinhosamente chamei meu blog de "Liceu do Arari", Arari era o nome antigo de minha pequena cidade, encravada no interior das Minas Gerais.
Venha conhecer nosso blog, ele está só começando...

Nosso link é
http://liceudoarari.blogspot.com/