Quem quer ser negro no Brasil?

 

                                  Uma médica que nos hospitais é confundida com empregada de limpeza e cresceu a ouvir “negro não presta”. Um magistrado que foi o primeiro negro num tribunal superior do país em Brasília. Um doutorado a quem pedem para arrumar o carro. Uma festa popular, Iemanjá, onde o Brasil misturado parece o país da democracia racial. Breve geografia do racismo à brasileira e a pergunta: pode o Brasil eleger um Presidente negro em breve?

Vejam videos com depoimentos. Acesse aqui.

 

 

 

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imagem de Paulo Carrano

Quem quer ser negro?

Gostei muito da reportagem feita pelo jornal Público de Portugal. Por vezes, é preciso este olhar estrangeiro, que nos observa com alguma distância, para que possamos ver o que está bem debaixo dos nossos olhos, e que todos, não apenas os que são alvo do racismo, deveriam sentir na pele. O depoimento que mais me emocionou no vídeo desta reportagem foi o de Ariana Reis, 32 anos, médica. Segue a legenda associada ao vídeo: "raramente se cruza com médicas negras. Cresceu a ouvir: “‘negro não presta’”. É uma das várias histórias do racismo à brasileira". Caso esteja sem tempo, vá ao final da reportagem e assista.

Abraços!

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