CONTAMINAÇÃO DA ÁGUA PELA POPULAÇÃO SEM SANEAMENTO BÁSICO DA CIDADE DE MARAÚ E SUA CONSEQUÊNCIA PARA O DESEMPENHO ESCOLAR

CONTAMINAÇÃO DA ÁGUA PELA POPULAÇÃO SEM SANEAMENTO BÁSICO DA CIDADE DE MARAÚ E SUA CONSEQUÊNCIA PARA O DESEMPENHO ESCOLAR

Contamination of water by the population without basic sanitation from Maraú city and its consequences for school performance

Geraldo Dantas Silva
e-mail: gdantas78@yahoo.com.br
Aluno do Curso de Especialização em Docência de Biologia
Da Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Rosileide de Souza Costa
e-mail: rosesud@yahoo.com.br
Mestra em Agronomia/Fitotecnia Universidade Federal do Ceará.

 

RESUMO
A falta de saneamento básico nas populações mais carentes de todo Brasil tem sido um problema que afeta não só o desenvolvimento econômico dessas populações como também compromete a saúde dos indivíduos, interferindo no rendimento   do trabalho dos adultos economicamente ativos e comprometendo o aproveitamento escolar das crianças e jovens que convivem com o problema. Situação que não é diferente na comunidade do distrito de Ibiaçu, cidade de Maraú/BA, onde os habitantes não possuem água encanada potável, rede de esgoto e coleta de lixo.
Para conhecer os problemas causados pela falta de saneamento básico em uma população carente, será feita uma pesquisa de revisão literária objetivando colher informações sobre o problema nas mais diversas fontes de informação bibliográfica da literatura contemporânea, entender o que ocorre e encontrar meios que permitam diminuir ou erradicar a problemática da população de Ibiaçu.
Palavras-chave: falta de saneamento básico; desempenho escolar e saneamento básico.

ABSTRACT
The lack of basic sanitation in the poorest populations throughout Brazil has been a problem that not only affects the economic development of these populations but also compromises the health of individuals, interfering in labor income of economically active adults and compromising the educational attainment of children and young people who live with the problem. This situation is no different in the community Ibiaçu district, city Maraú / BA, where the inhabitants do not have potable running water, sewage and garbage collection.
To know the problems caused by lack of sanitation in a poor, a literature review of research aiming to gather information about the problem in the most diverse sources of bibliographic information of contemporary literature will be made to understand what happens and find ways to reduce or eradicate the problem of population Ibiaçu.
Key words: lack of sanitation; school performance and basic sanitation.

1.INTRODUÇÃO
São vários os fatores que interferem de forma negativa no rendimento e no desenvolvimento escolar de alunos da educação básica no Brasil. Um desses fatores está ligado à falta de saneamento básico nas comunidades escolares mais carentes, onde a inexistência de água potável encanada, coleta seletiva do lixo e redes de esgoto com estação de tratamento induzem os moradores a se submeterem a condições precárias de higiene e saúde e também a cometerem erros graves de degradação do meio ambiente.
No Brasil, segundo o SNIS-2014, 48,6% da população têm acesso à coleta de esgoto e mais de 100 milhões de brasileiros não têm acesso a este serviço.
Enquadrada nessa situação, a comunidade do distrito de Ibiaçu, com 3.751 habitantes (IBGE-SENSO 2010), pertencente à cidade de Maraú, região do Litoral Sul do Estado da Bahia é uma das populações brasileiras que não possuem saneamento básico, o que pode deixar a população vulnerável a diversos malefícios causados por essa grave deficiência sanitária.
Em busca de maior conhecimento sobre o assunto, será feita uma pesquisa de revisão literária contemporânea a fim de encontrar casos análogos na literatura e compreender os diversos fenômenos ocorridos em tais circunstâncias, levando ao conhecimento da população a problemática e sensibilizar aos órgãos gestores dos riscos que podem sofrer a comunidade distrital, uma vez que:
“Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente   equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para futuras gerações”. (Art. 255 da Constituição Federal do Meio Ambiente).
Conscientizar as escolas do distrito para uma vida saudável de seus alunos bem como da comunidade a ela pertencente pois, uma vez que a comunidade esteja doente, evidentemente, a escola também adoecerá.

2.REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Com a eventual escassez de água potável nos mais diversos rincões do planeta, deixar de cuidar deste bem tão precioso para a vida, principalmente quando a tem em abundância, seria o mesmo que cuspir no copo em que a bebe.
Ao longo dos séculos, o saneamento foi tratado segundo diferentes abordagens. No final da Idade Média, já se fazia uma relação, ainda que intuitiva, entre saneamento do meio e processo de doença – concepção que se manteve no século XVII, com a Teoria dos Miasmas. No século XVIII, as enfermidades eram atribuídas às condições de vida e de trabalho das populações. Com o advento da microbiologia, a concepção “ambiental” foi substituída pela “biológica”, e a importância do ambiente físico e social passou a ser subestimada (LIMA, 2001).
             A degradação dos recursos naturais e a contaminação da água por fertilizantes e outros químicos vem crescendo e trazendo graves consequências para o ambiente e para a saúde humana. O crescimento da atividade agropecuária e a perda de sedimentos por meio do escoamento superficial afetam a qualidade das águas superficiais não apenas no local de origem da contaminação, mas também em outros pontos de interferência dos recursos hídricos (MARCHESAN et al., 2009).
Outro tipo de contaminação da água é por meio do despejo de dejetos líquidos de suínos, que servem como fonte de nutrientes às plantas. Porém, quando o seu uso é inadequado, podem causar o acúmulo de fósforo no solo, que posteriormente pode ser transferido para o meio aquático, causando eutrofização (BERWANGER et al., 2008).
Em populações desprovidas de saneamento básico é muito comum encontrar esgotos a céu aberto, fossas para depósitos de excrementos líquidos e sólidos e até mesmo a vasão desses dejetos em riachos locais, contribuindo assim com a contaminação do lençol freático e dos ribeirões. Pode-se verificar também a proximidade de fossas aos poços de captação de água para o consumo, chegando a ter menos de dez metros de distância entre si.
Crianças em idade escolar, que vivem em áreas pobres dos centros urbanos, têm se mostrado alvo de infecções parasitárias. As infecções helmínticas exercem importante influência sobre o estudo nutricional, crescimento e função cognitiva de escolares de países subdesenvolvidos (PRADO et al, 2001), além de serem causas de morbidade e mortalidade em todo mundo (FERREIRA et al,2006).
Um estudo do Instituto Trata Brasil mostrou que o País convive com milhares de casos de internação por diarreias todos os anos (400 mil casos em 2011, sendo 53% de crianças de 0 a 5 anos), muito disso devido à falta de saneamento. Já um estudo do BNDES estima que 65% das internações em hospitais de crianças com menos de 10 anos sejam provocadas por males oriundos da deficiência ou inexistência de esgoto e água limpa, que também surte efeito no desempenho escolar, pois crianças que vivem em áreas sem saneamento básico apresentam 18% a menos no rendimento escolar.
Roque, et al. (25), avaliaram a prevalência de enteroparasitas em crianças de escolas da periferia de Porto Alegre - RS. Das amostras analisadas 36% apresentaram resultado positivo para um ou mais parasitos intestinais. Os parasitos intestinais encontrados foram: Ascaris lumbricoides (50,72%); Giardia lamblia (27,53%); Trichuris trichiura (24,63%); Entamoeba sp. (21,73%) e Hymenolepis nana (10,14%) (25).
Marquez et al. (27) avaliaram a prevalência de parasitos intestinais de crianças de um bairro de baixa renda de Londrina–PR. Das amostras de fezes analisadas, 67% apresentaram resultados positivos. Dentre as crianças parasitadas 47% estavam monoparasitadas, 29% biparasitadas e 24% poliparasitadas. Sendo que o protozoário mais prevalente foi a Endolimax nana (24,2%), um enteroparasito considerado não patogênico. Dos protozoários patogênicos, a Giardia lamblia (22,8%) foi a mais observada seguida da Entamoeba coli (21,4%). O Ascaris lumbricoides (10,6%) foi o helminto mais comumente verificado, seguido pelo Hymenolepis nana (7,5%) e Trichuris trichiura (5,6%) (27).
É difícil estabelecer uma relação direta entre saneamento e qualidade da educação, mas nas 10 cidades com melhores colocações no ranking de saneamento, que considerou as 81 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes, a média do IDEB do 5º ano do ensino fundamental é 5,7. Entre as 10 cidades com pior colocação, a média é de 4,0.
Posição no ranque de saneamento*:

Cidade Estado População IDEB
4º/5º ano IDEB
7º/8º ano
1° Jundiaí SP 347.738 5,8 4,7
2° Franca SP 327.176 6,2 4,9
3° Niterói RJ 477.912 4,3 3,2
4° Uberlândia MG 622.441 5,6 4,5
5° Santos SP 417.518 5,3 4,3
6° Rib. Preto SP 558.136 5, 4 ,3
7° Maringá PR 331.412 5,7 4,8
8° Sorocaba SP 576.312 5,8 4 ,5
9° Brasília DF 2.557.158 5,4 3,9
10° BH MG 2.434.642 5,6 3,9
72° N. Iguaçu RJ 767.505 3,9 3,1
73° Belém PA 1.424.124 3,8 3,1
74° Canoas RS 329.903 4,5 3,5
75° Rio Branco AC 301.398 4,9 4,2
76° Guararapes PE 678.346 3,8 3,1
77° Ananindeua PA 495.480 4,0 3,4
78° S.J. de Meriti RJ 468.309 3,9 2,9
79° Belford Roxo RJ 495.694 3,6 3,0
80° D. de Caxias RJ 864.392 3,7 2,7
81° Porto Velho RO 379.186 4,2 3,3
* Fonte: “Esgoto no Brasil”, pesquisa da FGV-RJ para ONG Trata Brasil.

Segundo a especialista em enfermagem e nutrição infantil Anne Jardim Botelho, as doenças provocadas pelo consumo de água contaminada, como as infecções gastrointestinais, que ocasionam diarreia e vômito, influenciam diretamente no aprendizado das crianças. "As infecções geradas por vermes que se alojam no intestino trazem prejuízo cognitivo, diminuem a capacidade de raciocínio, memória e concentração. As crianças doentes também apresentam um QI menor." Ela explica que isso acontece porque muitos vermes se alimentam dos nutrientes e calorias, podendo causar anemia, o que diminui a oxidação cerebral e causa prejuízo ao raciocínio. Essas crianças também têm como sintomas indisposição e diarreia, o que diminui a frequência e o interesse nas aulas (REVISTA ESCOLA PÚBLICA, ed. 47, out/nov. 2015).
A anemia, provocada por verminoses, pode ocasionar pequenos sangramentos intestinais, aumentando a perda de ferro (DOMENE, 2004). As consequências tendem a comprometer o comportamento, principalmente quanto à capacidade de atenção e rendimento escolar, diminuindo a habilidade para o aprendizado (ARAÚJO et al, 2009).
Com isso, uma possível contaminação da água por agentes patogênicos é muito provável, uma vez que esta população não tem informação técnica e nem meios para dirimir o problema em questão.
Estudos indicam que as infecções parasitárias estão relacionadas às condições ambientais em que o indivíduo vive, entre elas aquelas relacionadas ao clima e alimentação, bem como ao saneamento básico e hábitos de higiene precários (ULUKANLIGIL et al., 2001). Ao estudarem a distribuição de Ascaris lumbricoides no Rio de Janeiro, observaram maior risco de contaminação entre os indivíduos que residiam em domicílios com mais de um morador por cômodo, com coleta de lixo irregular, falta de água filtrada, baixa renda familiar e dona de casa apresentando baixo nível de escolaridade (FORTES et al., 2004).
As parasitoses têm uma maior ocorrência entre os indivíduos em idade escolar, principalmente crianças, pois estas apresentam inconscientemente, hábitos precários de higiene, como levar as mãos sujas à boca. Desta forma, o diagnóstico através do exame parasitológico de fezes, é indispensável para melhor precisão na avaliação dos enteroparasitas e na prescrição dos diferentes agentes terapêuticos utilizados. Assim, é necessário identificar, tratar e prevenir as infecções parasitárias, a fim de evitar prováveis epidemias e formação de novas áreas endêmicas (PITTNER et al., 2006).
A água potável deve ser isenta de microrganismos patogênicos e de bactérias que indicam contaminação fecal. Tradicionalmente os indicadores de contaminação fecal estão no grupo de bactérias denominadas coliformes, onde a principal representante desse grupo de bactérias é conhecida de Escherichia coli. Os coliformes são geralmente obtidos através da ingestão de água, e serão eliminados pelos seres humanos através das fezes. (BETTEGA, 2006).
Com a falta de tratamento do problema, pode haver uma infecção cíclica e generalizada, tornando a população doente e improdutiva, refletindo dessa forma no aproveitamento escolar.

3.METODOLOGIA
Foi feito um levantamento de dados extraídos de diferentes artigos publicados na internet com o propósito de identificar casos problemáticos análogos ao encontrado na população do distrito de Ibiaçu.
Os critérios abordados para a seleção de informações baseiam-se em fatos da literatura mais recente, uma vez que desses, por serem mais contemporâneos, pode-se encontrar resultados mais positivos para a problemática.
A busca foi feita usando palavras que resumem a questão abordada, separando os textos que mais se aproximam com a realidade vivida, não sendo mais antigos que do ano de 2001.
Foram selecionados 37 artigos, periódicos e revistas da literatura nacional e mundial, organizados em fichas, dos quais 14 foram mais enfáticos e abrangentes dentro da temática, tendo sido eles usados para a sustentação da pesquisa bibliográfica além de algumas referências de portais online.

4.RESULTADO E DISCUSSÃO
Foi possível constatar na revisão bibliográfica que diversos autores se depararam com a problemática em diversas regiões brasileiras e na Turquia e sempre enfatizando a causa do mal rendimento escolar com as precárias condições de vida das comunidades carentes.
Toda e qualquer doença somática faz com que o organismo padeça, tornando-se fraco, ocioso e intolerante. Todavia, a maioria das enfermidades tem um sintoma característico que, muitas vezes, o seu diagnóstico é feito simplesmente com um exame clínico.
As doenças infecciosas causadas por enteroparasitos têm uma manifestação lenta e prolongada, com sintomas toleráveis, porém, perniciosos que exaurem potencialmente as vítimas, levando-as ao quadro de baixa produtividade e rendimento não só na escola, mas no trabalho, nas atividades diárias etc.
De acordo com os estudos, a forma mais eficaz de acabar com a problemática é o saneamento básico. Este, infelizmente, está efetivamente presente somente nos grandes centros urbanos cuja população é economicamente ativa.
Erradicar a presença de coliformes termotolerantes da água para o consumo nas populações carentes, canalização de esgotos e seu tratamento, coleta do lixo doméstico, hospitalar, industrial e comercial e seu descarte apropriado seria o remédio eficaz contra todos esses problemas citados na pesquisa.
Segundo o Ministério da Saúde, água potável é aquela que apresenta a qualidade adequada ao consumo humano, respeitando-se os padrões de potabilidade, quanto às características físicas, organolépticas, químicas, radioativas e bacteriológicas. Para esta última característica, o Ministério da Saúde recomenda que a água potável deve apresentar ausência de bactéria do grupo coliforme / 100 ml (BRASIL,1990).
Não é difícil de concluir que a água consumida no distrito de Ibiaçu possa estar em desconformidade com os padrões toleráveis para o consumo humano tendo em vista a semelhança aos casos abordados nos diversos artigos pesquisados.
Sabe-se que, uma vez não resolvido o problema do saneamento básico e de conscientização da população sobre os métodos de higiene e de descarte do lixo doméstico, será mantido este ciclo mórbido e vicioso de infecção, cuja consequência é a baixa perspectiva de crescimento econômico e social da população.

5.CONSIDERAÕES FINAIS
Embora as amebas não sejam de patologia relevante, a exemplo da Endolimax nana e Entamoeba coli, em associação com outros parasitas como a Ascaris lumbricoides, podem causar sintomas como os percebidos nos indivíduos citados nas pesquisas.
Para combater o problema é preciso fornecer à população aquilo que lhe é de direito e básico para uma vida salutar: o saneamento básico.
Espera-se com essa pesquisa alertar as autoridades competentes para o mal que assola a comunidade do distrito de Ibiaçu e montar estratégias para suprir este direito que lhes é assegurado constitucionalmente. Uma população saudável será sempre produtiva, e estará continuamente em desenvolvimento social e econômico satisfatórios, garantindo o bem-estar das gerações futuras.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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