Carta aberta do Portal EMdiálogo sobre os protestos no Brasil

Somos rede nacional de oito universidades federais; professores, pesquisadores e estudantes do portal Ensino Médio EMdiálogo. Nosso objetivo é estar junto com estudantes e professores das escolas públicas, criando espaços para a discussão dos temas de interesse da juventude e da melhoria de nossas escolas.


Esta carta é um agradecimento aos nossos jovens. Eles e elas ocupam os espaços públicos de nossas cidades e nos lembram que a palavra transformação ainda faz sentido. Todos exigem mudanças e transparência no trato da coisa pública. Não há como deixar de comemorar este acontecimento na perspectiva da democracia que ao longo da história conquistamos e que agora, mais do que nunca, precisamos aprofundar. Nos últimos anos temos insistido com a noção de que não há uma única maneira de ser jovem - por isso dizemos que há juventudes. A diversidade de cartazes, as postagens nas redes sociais, as múltiplas vozes e formas de protestar com o corpo dão prova desta pluralidade.


As redes sociais, até então, acusadas por muitos de ser um mero canal de consumismo e narcisismo juvenil, estão sendo utilizadas como ferramenta para encontros e ocupação das ruas. Jovens provocam manifestações que trazem a marca do inconformismo e a demanda de uma geração que exige ser protagonista de sua própria história.


O portal EMdiálogo se coloca também como aprendiz deste momento e seguirá à disposição destes atores. Nossas redes colaborativas já puseram em debate muitos dos temas que estão em pauta. Continuaremos a postar conteúdos (textos, vídeos, áudios e fotos) que podem nos ajudar a compreender este extraordinário contexto. Nossas comunidades estão abertas para receber relatos das experiências das ruas, análises sobre os acontecimentos, denúncias sobre violações do direito democrático de manifestação e tudo mais que nos ajude a seguir nesta caminhada. O desafio é seguir com o risco da ousadia que tomou as ruas exercitando a capacidade de argumentar a partir de posições tomadas com reflexão e consciência.

Rede Ensino Médio EMdiálogo
(UFF, UFMG, UFSM, UFC, UFPA, UnB, UFPR, UFAM)


www.emdialogo.uff.br

Comunidades:

Comentários

imagem de shirlei sales

Muda Brasil!

Me sinto completamente tomada por um tsunami de emoções e sensações extremamente difíceis de traduzir em palavras, diante dos fatos recentes, da ampla participação e mobilização política da população brasileira.

De todos os sentimentos que me inundam nesse momento, a crença na possibilidade efetiva de transformação merece destaque.

Há muito tempo a discursividade de que as coisas são mesmo assim, que brasileira/o é corrupta/o por natureza e que as/os jovens são apáticas/os circula com tanta frequência e força entre nós, que quase nos convenceu. Quase deixamos de acreditar nas possibilidades de construção de um mundo mais justo.

Felizmente os acontecimentos recentes produziram uma verdadeira reviravolta e essas enunciações não poderão mais ser facilmente reiteradas.

Ao contrário, a onda gigante de manifestações em cada recanto desse país evidenciam um enorme desejo de mudança e uma força colossal para efetivá-la.

Sigamos em diálogo, em luta, em marcha, ocupando e acreditando!

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imagem de DENISE ELIZABETH PASQUALETTO

DCNEM CADERNO 1 GRUPO 3

CEEP CASCAVEL PR

NÚCLEO: CASCAVEL/PR

CIDADE: CASCAVEL

ETAPA I - CADERNO I-  GRUPO 3

DENISE E.PASQUALETTO

DCNEM

Reflexão do Trabalho como princípio educativo;

Fundamento pedagógico e formação integral;

Integração da Educação com as dimensões do trabalho, das ciências, tecnologia e cultura.

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imagem de LUCIANA REAL PRADO

Nós do Colégio Estadual Santa

Nós do Colégio Estadual Santa Felicidade, após o estudo e reflexão realizada no dia 02/08/2014 referente ao “Caderno 1” da formação de professores do Pacto para o Fortalecimento do Ensino Médio, procuramos levantar dados referentes a evasão escolar no Ensino Médio e refletir possíveis soluções para tal.Nos deparamos com dados críticos como: só 40% dos jovens entre 18 e 24 anos economicamente ativos completam 11 anos de estudo no Brasil, sendo que apensa metade dos estudantes entre 15 e 17 anos estão matriculados para essas idades. Assim, nosso país desponta entre os países do MERCOSUL como campeão em um ranking nocivo para a educação,. Tendo a maior taxa de abandono entre os países que compõem o bloco, sendo que as regiões Norte e Nordeste são as piores nesse quesito, com índice de 396% dos estudantes nas séries adequadas nessa faixa etária.Entre as razões cogitadas para essa leva de desistência estão: questão social que leva à necessidade de trabalho precoce, defasagem de conteúdos referentes as séries anteriores, levando o indivíduo à desistência. Como solução, muitos trabalham em subempregos para sustentar a família e outros adolescentes procuram a “vida fácil”, como drogas e prostituição.A realidade da nossa escola em alguns aspectos entra em concordância com os dados levantados, percebemos que positivamente existe uma boa parte da presença dos pais no âmbito escolar em questões pontuais, favorecendo o diálogo e o compromisso do aluno.Cada disciplina tem suas competências explicitas nas DCES, sendo assim o professor tem “competências” a cumprir, e dentro delas o professor “acopla” a formação humana através da parte social em cada disciplina. Entretanto, uma formação integral, se tiver como base os conhecimentos científicos, fornece à condução da diversidade, na visão do educando, para que este, posterior a aquisição dos mesmos, possa ser respeitoso, responsável e com condição socioeconômica de buscar opções que o mundo científico e que o trabalho oferece.Concluímos que a permanência do aluna na escola é responsabilidade do estado, da família e da própria escola como papel decisivo na frequência e permanência do aluna na mesma.Transcendendo essa questão familiar é importante procurar apoio nas mídias para desenvolver propagandas relacionando responsabilidade social e permanência, com o sucesso na educação e na vida profissional.

 

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imagem de Maristela Lúcia Dupond

Ensino Médio: Um balanço histórico institucional

Curso SIS MÉDIOMarechal Cândido RondonColégio Estadual Eron DominguesOrientadora de Estudos: Neiva Maria FritzenCursista: Maristela Lúcia Dupond, Dorotéa Barbosa Krummenauer, Daniela J. K. Follmann, Vera Lúcia Greco

Caderno 1

Quando se trata em reconstrução histórica devemos analisar a falta de interesse dos jovens pelo Ensino Médio e o alto índice de evasão dos alunos estão entre os principais problemas da educação brasileira nesta etapa da escolarização. As práticas pedagógicas que envolvem os alunos do Ensino Médio, que não veem importância nos conteúdos trabalhados em sala e não há um crescimento individual, onde existe o desisteresse, e assim aumenta a evasão escolar.Podemos determinar algumas questões para o Ensino Médio como a qualidade dos professores, o que envolve a formação na universidade, a oferta de educação continuada, as condições de trabalho, a carreira, incluindo salários, e a dedicação exclusiva. O número de alunos por sala de aula, fator responsável pelo rendimento escolar. A ampliação do tempo do jovem no ambiente escolar com real qualidade.Conhecer a realidade que se quer transformar é o primeiro passo para que seja possível adequar o atendimento, planejar e estruturar estratégias de contenção do abandono, avaliar e promover melhorias significativas e eficazes, como por exemplo, implantação e ampliação de mais cursos técnicos. Isso só acontece com o envolvimento de todos: Governo Federal, Estadual, escolas com toda comunidade escolar, família, comunidade em fim toda a sociedade.O grande desafio no Ensino Médio é garantir o direito igualitário de todos de forma pública, gratuita, laica e com qualidade. E as especificidades precisam ser consideradas no projeto pedagógico e na organização curricular, sem prejuízo da garantia da base comum, assentada na concepção de formação humana integral.

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imagem de Maristela Lúcia Dupond

O Jovem como sujeito do Ensino Médio

Curso SIS MÉDIOColégio Estadual Eron DominguesOrientadora de Estudos: Neiva Maria FritzenCursista: Maristela Lúcia DupondCaderno 2

O perfil social, cultural e econômico dos alunos matriculados no Ensino Médio é de classe econômica média, com acesso cultural, atividades esportivas, baixo rendimento salarial no âmbito familiar o que leva os jovens a trabalhar cedo, falta de perspectiva e ambição quanto aos estudos, famílias desestruturadas emocionalmente e com dificuldades de impor limites aos seus filhos o que leva o envolvimento de seus membros e dos jovens com bebidas alcoólicas e drogas.Um dos problemas dos alunos do Ensino Médio em sala de aula é a indisciplina, falta de respeito com os professores e os próprios colegas em si, agressões verbais e físicas, e o descompromisso com os conteúdos escolares e também a falta de concentração em sala por estarem utilizando os celulares e não conseguir prestar atenção nas aulas.Os jovens começam a dizer que a escola pouco acrescenta em sua formação. Transmitindo assim, a culpa no professor por não satisfazer sua necessidade e interesse fora da escola.As Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio Brasil, (2012), apontam que a centralidade de jovens estudantes como sujeitos do processo seletivo.A falta de diálogo entre pais ou responsáveis com seus filhos leva os jovens a rebeldia e relacionamento sexual muito cedo sem preocupações com DSTs ou gravidez indesejada.Outro fator é a obrigação do comparecimento na escola para não perder a bolsa família.

O professor do Ensino Médio deve ter o conhecimento sobre o estudante jovem e superar a diversidade dos diversos estereótipos da juventude para reconhecer, entre os sujeitos (em construção de suas identidades e visão de mundo), as características, necessidades e direitos dessa população em formação. É um saber que lhe permitirá uma docência relevante, ou seja, que contribua para o cumprimento dos objetivos – legais e efetivos – do Ensino Médio.Os jovens que se constroem como sujeitos no Ensino Médio são diversos. Possuem uma diversidade por seu pertencimento social e identidade individual e também por sua identidade como o sujeito que têm tempos e espaços a construir.

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imagem de Joziane Horn Bettinger

Caderno II

São Miguel do IguaçuNre: Foz do IguaçuColégio Estadual Indígena Teko Ñemoingo

Conforme podemos analisar na leitura compreendemos que “uma das mais importantes tarefas das instituições educativas, hoje, está em contribuir para que os jovens possam realizar escolhas conscientes sobre suas trajetórias pessoais e constituir os seus próprios acervos de valores e conhecimentos não mais impostos como heranças familiares ou institucionais” (PACTO NACIONAL DO ENSINO MÉDIO, p. 19).

Conhecendo nossos alunos indígenas e seus contextos sociais, identificamos que o trabalho pedagógico no Ensino Médio nos desafia a desenvolver atividades que discutam assuntos sobre alcoolismo e auto-estima de nossos estudantes. Há a necessidade de motivá-los a falar mais, com atividades que envolvam a oralidade e produção de atividades coletivas. O nosso papel enquanto professor é de orientar os alunos para que no futuro eles tenham autonomia para fazer suas próprias escolhas. Na oralidade já obtivemos avanços significativos, porém, alguns alunos ainda não estão sentindo-se a vontade para expor suas habilidades, pois, são bloqueados pelo não acompanhamento dos demais. As tarefas coletivas estão em andamento e já surtiram efeito. Antes utilizar um dicionário em dupla era difícil e quase impossível, agora, já conseguem interagir e realizar as atividades socializando com os demais colegas. Aqui na comunidade a escola é referência para as crianças, pois, muitos de nossos alunos não têm uma estrutura familiar sólida e que reconheça a real importância dos estudos, sendo assim, o incentivo no que se refere à educação escolar é repassado na maioria das vezes somente pela escola. Sabemos que há pela frente muitos desafios, mas, motivados pelos bons resultados, novas conquistas virão. Professores e Equipe Pedagógica trabalham sincronizados avaliando metodologias, conteúdos e formas avaliativas para melhor preparar os nossos jovens, visando sempre unir o científico e a educação escolar indígena.

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imagem de Sidnei Vargas

As Diretrizes do Ensino Médio: E a Educação integral emancipador

Atividade – Síntese reflexiva.

As Diretrizes do Ensino Médio: E a Educação integral emancipadora.

Acreditamos que o processo formativo e educativo esteja alem das salas de aula, no entanto o ensino deve estar centrada na realidade do estudante, para que este possa utilizar os conhecimentos acumulados quando necessário. Sabemos ainda que o professor é um dos responsáveis pelo processo de repasse dos conteúdos historicamente denominado como fundamentais pela LDB, DCNEM e DCEs.Em 2011 o Conselho Nacional de Educação divulga um parecer que aponta as finalidades do ensino médio no Brasil. Entre eles, podemos destacar o eixo interligador do currículo voltado para o trabalho, ciência, tecnologia e cultura, devido possibilitar um dialogo entre as diversas áreas, a escola, o estudante e a sua realidade social. Levado em consideração a questão de trabalho, direitos humanos, da consciência ambiental e social.Ao longo de 2004 e 2008 os profissionais da educação do estado do Paraná debatem e organizam as Diretrizes Curriculares de Educação do Estado. (DCE) apontando como delineador a função social da escola publica orientada como uma organização político-pedagógica com o objetivo de construir uma sociedade mais justa, onde oportunidades educativas sejam iguais para todos.Ou seja, a escola hoje tem como objetivo contribuir na construção de uma sociedade mais justa servindo para transmitir o conhecimento acumulado e garantir a perpetuação do sistema educacional, voltada basicamente para a integração das diversas áreas do conhecimento. Onde as integrações entre as disciplinas e o conhecimento pratico, se faz de estrema importância.Complementar a isso ainda temos as Propostas Pedagógicas Curriculares (PPC) como uma ação coletiva disciplinar, um Projeto Político Pedagógico (PPP) da Escola definido coletivamente pela equipe escolar e um Plano de Trabalho Docente (PTD) que leva em consideração esses aspectos, como uma tentativa por parte de alguns profissionais na formação do estudante. Preparando os alunos, estudantes para uma ação real na sociedade.Pensar uma educação voltada para a ação real dos estudantes frente a uma formação humana integral, necessariamente pensamos na autonomia intelectual e moral do estudante, mas para isso, devemos propiciar uma educação/formação critica e emancipatória, partido das bases da educação, promovendo e incentivando a disposição para buscar conhecimentos e o gosto pelo saber.Ou seja, devemos fazer grandes mudanças no sistema educacional, partido das leis regimentais até os materiais de apoio pedagógico e própria consciência da função social da escola. Coisas talvez difíceis pelo atraso educacional que estamos inseridos, pelo descaso dos nossos governantes e ainda pela indisposição do Estado para que isso de faro aconteça. Pois, sujeitos esclarecidos e críticos questionariam certas coisas que nossos representantes que norteiam a educação e o processo educacional ficariam apreensivos.Na pratica, a teoria de integração curricular a partir das dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e cultura na pratica escolar, tende a ficar apenas na teoria. 

Professor  Sidnei Vargas.

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imagem de Escola Estadual São Domingos Virgem da Lapa MG

ENEM e Ensino Médio

   O exame nacional do ensino médio é uma grande oportunidade para  que portas se abram nas vidas dos estudantes. O problema é que grande parte dos alunos não têm noção mínima dessa importância. Deveriam existir mais recursos nas escolas para conscientizar estes. As escolas deveriam utilizar de mais recursos para insentivação dos alunos, como simulados.

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imagem de JOSÉ CÍCERO DA SILVA

Formação Professores - Reflexão Ação Pág. 14

ESCOLA ESTADUAL GREGÓRIO BEZERRA – ENSINO MÉDIOSECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃOTRAV. JOÃO TIMÓTEO DE ANDRADE S/N – PANELAS – PE / CEP: 55.470-000REG. FED. Nº 5298 DE 23/07/1998 – CNPJ Nº 10.572.071/2217-12TEL: 3691-2703 E-MAIL: escgregoriobezerra@gmail.com

 

Pacto pelo fortalecimento do Ensino Médio – Formação Continuada.1ª REFLEXÃO AÇÃO DA ETAPA II - CADERNO V PÁGINA 14.

Orientadora: Deony CléciaProfessores: José Cícero da Silva, Lisângela Anuska da Silva Araújo, Maria Lucineide da Silva Santos, Maria José Correia da Silva, Diógenes de Lima, José Jardiel Cordeiro.

COMPONENTES CURRICULARES BREVE DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE TIPOS DE PENSAMENTO MATEMÁTICO ENVOLVIDOS

1º • Os Egípcios • Exposição de figuras;• Exibição de filmes. • Matemática financeira.1º • Célula – Unidade da vida • Exposição Visual;• Leitura e produção de texto. (desenho). • Geometria espacial.1º • Gênero textual • Material completo;• Receitas diversas;• Exploração e construção do gênero. • Geometria plana;• Probabilidade.

Respostas das questões das pág. 14:

1 – Sim;2 – Geometria;3 – A ideia do que se aprende não se usa no dia- a- dia;4 – Por mostrar como o assunto é usado no cotidiano!5 – trabalhar conteúdos que façam parte do dia-a-dia do aluno.

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imagem de JOSÉ CÍCERO DA SILVA

4ª REFLEXÃO AÇÃO DA ETAPA II - CADERNO V PÁGINA 39.

ESCOLA ESTADUAL GREGÓRIO BEZERRA – ENSINO MÉDIOSECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃOTRAV. JOÃO TIMÓTEO DE ANDRADE S/N – PANELAS – PE / CEP: 55.470-000REG. FED. Nº 5298 DE 23/07/1998 – CNPJ Nº 10.572.071/2217-12TEL: 3691-2703 E-MAIL: escgregoriobezerra@gmail.com

Pacto pelo fortalecimento do Ensino Médio – Formação Continuada.4ª REFLEXÃO AÇÃO DA ETAPA II - CADERNO V PÁGINA 39.

Orientadora: Deony Clécia

Professores: José Cícero da Silva, Lisângela Anuska da Silva Araújo, Maria Lucineide da Silva Santos, Maria José Correia da Silva, Diógenes de Lima, José Jardiel Cordeiro.

 

MATEMÁTICA SEM FRONTEIRASSUBPROJETO POR QUÊ? O QUÊ COMO DIMENSÕES• Matemática inovadora • Mostrar aos alunos que matemática não se resume com cálculos. • Apresentação de aulas dinâmicas • Organizar grupos para estudo de letra de música e criação de paródia, onde encontraremos porcentagens, distância e tempo. • Escola;• Aluno.GÊNERO TEXTUALSUBPROJETO POR QUÊ? O QUÊ COMO DIMENSÕES• Correio da amizade • Resgatar o gênero textual carta;• Construir um vínculo de amizades entre os educandos;• Conhecer outras culturas. • Exposição do gênero;• Confecção de cartas. • Sorteio do nome dos alunos;• Socialização entre culturas. • Espaço externo;• Espaço escolar. 

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imagem de JOSÉ CÍCERO DA SILVA

Formação Professores - Reflexão Ação O Homem Vitruviano

ESCOLA ESTADUAL GREGÓRIO BEZERRA – ENSINO MÉDIOSECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃOTRAV. JOÃO TIMÓTEO DE ANDRADE S/N – PANELAS – PE / CEP: 55.470-000REG. FED. Nº 5298 DE 23/07/1998 – CNPJ Nº 10.572.071/2217-12TEL: 3691-2703 E-MAIL: escgregoriobezerra@gmail.com

Pacto pelo fortalecimento do Ensino Médio – Formação Continuada.REFLEXÃO AÇÃO DA ETAPA II - CADERNO V O HOMEM VITRUVIANO.

Orientadora: Deony Clécia

Professores: José Cícero da Silva, Lisângela Anuska da Silva Araújo, Maria Lucineide da Silva Santos, Maria José Correia da Silva, Diógenes de Lima, José Jardiel Cordeiro.

O homem Vitruviano é um conceito apresentado na obra dos 10 livros da arquitetura, escrita pelo Marco Vitruvio Polião. É um cânone das proporções do corpo humano, segundo determinado raciocino matemático e baseando-se em parte na divina proporção.Desta forma o homem descrito por Vitruvio apresenta-se como modelo ideal para o ser humano, cujas proporções são perfeitas segundo o ideal clássico de beleza.As dimensões do trabalho, cultura, ciência e tecnologia buscam o aperfeiçoamento de novas técnicas, inovações e abrangência matemáticas para uma maior perfeição estética humana.Quando se busca associar um conteúdo ao ser humano e ao seu cotidiano torna-se mais interessante e chamativo para a prática pedagógica e metodológica.

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